Projeto VIVA +

segunda-feira, 30 de março de 2015

QUER MESMO QUE A JUSTIÇA FUNCIONE ?




O dia que Justiça voltar à pôr a venda nos olhos aqui no Brasil, seremos presos por coisas que hoje temos a certeza (e a liberdade) de que podemos fazer, com a segurança de que nada nos aconteceria, tanto civil quanto criminalmente.

Passamos hoje, toda nossa vida brincando de roleta russa, mas não brincando de pic esconde com a polícia ou justiça (cometendo infrações cotidianas, daquelas que já se tornaram rotina na nossa vida e que já consideramos até normal-obviamente até eu estou me incluindo).

Quando me refiro à roleta russa, estou falando da quantidade vezes que corremos risco de vida (quando não transferimos à terceiros por causa dos nossos atos infracionais no trânsito), como conversões perigosas e proibidas, ultrapassagens arriscadas e também proibidas, que além de multa, podem custar vidas. 
E só sentimos a liberdade e até prazer em fazer tais coisas, simplesmente porque aqui não é os EUA, porque a justiça de lá não poupa ninguém, enquanto a justiça daqui nos faz pensar que bandidos e criminosos são apenas os que portam armas, mas se esquecem que também são criminosos os que portam carros, bebidas alcoólicas ao volante, os que carregam consigo arma, feito 007 (com suposta autorização pra matar) e com tamanha liberdade que mais parece que voltamos ao tempo do faroeste.

Vamos pôr a mão na consciência e não contemplar apenas os que vão presos em outros países, mas lamentar a falta de intimidação da nossa justiça aqui, por não conseguir nos impedir de cometer erros, ao ponto de nos fazer sentir liberdade, até mesmo em matar, abusar e maltratar, (quando não os próprios filhos) crianças e adultos e pior, sem nenhum remorso.

Tudo que julgamos ser hediondo nos outros, nós cometemos em pequenos tantos erros, que no fundo também mereceríamos a mesma pena, apenas para nos pôr um freio e um balde de d'água fria em nossas vãs pretensões.

Que Deus consiga ter misericórdia de nós, porque as pessoas que já machucamos (e às que iremos ainda ferir com tanta liberdade e segurança), com certeza não terão.


        Amadeu Epifânio





sexta-feira, 20 de março de 2015

A RIQUEZA QUE TEMOS OU O BEM QUE SOMOS ?


O MOMENTO DE DECIDIR ESTÁ PRÓXIMO.


Prezados, somos metade de uma laranja (ou de um limão). Muitas vezes nossa vida é doce, bonita, gostosa, amável. Porém, dentro de nós uma outra vida está sendo vivida sem que saibamos.  Colocando de uma outra forma, dentro de nós está sendo travado uma batalha, da qual nem nos damos conta e que, à cada momento, somos o resultado momentâneo desta batalha, isto é, se estamos bem, ela está sendo vencida. Se não estamos bem, ela está sendo perdida e se refletindo no nosso semblante.

O território à ser conquistado é a nossa vontade, a fortaleza... o nosso corpo.   O cabo de guerra é o sentimento de prazer que está sendo alimentado em cada momento e aí sim, essa batalha poderá ganhar um aliado à mais à nosso favor, de forma visível e consciente, podendo fazer enriquecer e fortalecer este cabo de guerra, fazendo com que ele nos promova infinitas vitórias.  Como ?

Já devemos ter ouvido o ditado que somos aquilo que pensamos. Este ditado está absolutamente correto, porque nisso se reflete o prazer que alimentos e cujo conteúdo poderá nos ajudar em nossa batalha, levando-nos à constantes vitórias.   Mas como transformar uma força tão significativa e trazê-lo à nosso favor ?

Geralmente colocamos a carroça da frente dos bois, nos deixando primeiro, sofrer os impactos para depois pensar de forma remediativa (ou paliativamente), nos mantendo assim num ciclo vicioso.    
Devemos inverter os polos, que seria pensar antes de agir.  Mas isso é demasiadamente difícil ou até demagógico aconselhar, não é verdade ?  Pois bem, será mais fácil este exercício, se estabelecermos regras e princípios básicos, sem os quais, nenhuma decisão será previamente tomada.

Isso pode ser possível, se estabelecermos prioridades que deverão ser relevadas condicionalmente em cada decisão, tipo:  Haja o que houver, não deverá interferir, prejudicar ou se sobrepor às essas prioridades, que pode ser a integridade psicoemocional dos filhos, da família, dos laços, da unidade, do seu controle majoritário sobre a sua vida e dos que dela depende.  

Enfim, cada um atribua sua prioridade, levando em conta mais a sua integridade psicoemocional (se possível a espiritual) e dos que depende de você, pois que esta característica deverá se sobrepor à manutenção de qualquer bem ou riqueza, pois que ela será o único bem que levará para outra vida, enquanto toda riqueza ajuntada (que será sempre ouro dos tolos), ficará aqui, desfazendo-se feito uma miragem.

Se quiser parar de sofrer, saia de cima de muro ou do lado errado e saiba priorizar o que mais e realmente importa pra você e pros seus. Só que isso deve ser uma decisão subjetiva e não direta, ou seja, é dentro de você que essas mudanças têm que ocorrer, por desejo seu.   

Isso não é pra salvar sua alma, é pra salvar sua vida e de todos que dela depende (caso você goste realmente de alguém).


                                  Amadeu Epifânio


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quarta-feira, 18 de março de 2015

(IN)TOLERÂNCIA II


PILAR DA ALMA OU RIQUEZA DO EGO.




No que concerne ao consumo de drogas, qualquer uma delas é sempre uma droga à mais na "loja" dos traficantes ou na prateleira de bebidas de um supermercado.  Mas ao contrário do muitos (ou todos) acreditam, não são os jovens os maiores clientes e consumidores dessas mercadorias (qualquer uma que seja, isto é, tanto as lícitas quanto as ilícitas).  O grande risco e poder de aproximação está na intolerância dos jovens em suportar suas dores, até mesmo as cotidianas, como nos relacionamentos e perdas, tanto amorosos quanto familiares.

Mas a intolerância não age direta, mas de forma subjetiva, isso porque ela está diretamente ligada mais com o nosso inconsciente do que o consciente.  A tolerância é um dos nossos pilares psicoemocionais e que, quando enfraquecido nos torna vulneráveis e à mercê da vontade de um lado inconsciente de nós, que pouco ou nada conhecemos, mas que pode nos destruir sem que tenhamos conhecimento e controle sobre, enquanto agir sobre nós.

O verdadeiro nome do pilar chama-se resiliência e a tolerância é a condição para mantê-lo forte dentro de nós.  Se a tolerância diminui, a resistência do pilar enfraquece.  Se uma pessoa sente muita vontade de beber ou se deixa levar pela roda de "amigos", pode apostar que seu pilar já está enfraquecido, o que significa que algo mais profundo está acontecendo por dentro e que ela não percebe ou julga saber que é algo pequeno e que por isso não dá a devida importância.  Mas a medida que o tempo avança e esse conflito interno não se resolve, a angústia (até então, invisível) vai aumentando e tomando forma já visível (através da ansiedade), o que leva nossa mente (como medida preventiva de auto defesa), ter de correr para conter esta sensação já nociva, antes que atinja o precipício da razão e perca o controle consciente.

A tolerância (enquanto ainda presente, mesmo que em níveis baixos) ainda nos dá a chance de resolver o conflito de maneira segura, mas é preciso que já tenhamos adquirido previamente, subsídios que a nossa mente possa utilizar em nosso favor nessas horas, nem que seja para ganhar mais tempo.  Mas como é vão o nosso desejo em nutrir-se de conhecimento e, não encontrando o que procura em tempo hábil, automaticamente o comando do corpo e da vontade desta pessoa, é transferido para um outro administrador do lado inconsciente (que são os nossos impulsos), que tão intolerante quanto, dará novas ordens ao mesmo corpo, que faça uso do que estiver ao alcance para conter suas dores, ansiedades ou sofrimentos, não tendo mais que procurar entre as montanhas de “lixo cultural” que absorvemos diariamente.

O resultado desta medida não poderia ser diferente, ou seja, pode estar numa droga qualquer, sendo portada por qualquer pessoa, sem que esta necessite fazer qualquer tipo de ameaça para vender ou ceder, pois que ela será aceita ou mesmo solicitada de qualquer forma e INVOLUNTARIAMENTE.

Nessa mesma regra vivem nas crises, pessoas que sofrem de alguns transtornos psiquiátricos, com atitudes semelhantes à de crianças “machucadas” emocionalmente.

Na mesma regra também estão inclusos todos os atos delituosos e infracionais que cometemos todos os dias, apenas por enfraquecermos na vigilância da nossa tolerância perante os fatos que não aceitamos ou que simplesmente não compreendemos, mas que pela preguiça de aprendermos, nos rendemos à praticidade dos pensamentos e o comodismo das nossas ações, preferindo mais julgar do que agir favoravelmente, negar do que ajudar, odiar do que amar.   Na forma mais avançada da intolerância estão os crimes mais graves, como a homofobia, intolerância racial e religiosa (e esportiva), o Bulliyng, os crimes (tanto culposos quanto hediondos), os passionais e os familiares (como os de Susane e de Alexandre Nardoni, entre tantos outros).

Mais do que uma fraca resiliência, mais do que uma baixa tolerância, nossa maior fraqueza está no baixo interesse de aprender, tanto nos conhecimentos que as diversas literaturas nos oferece quanto nas experiências que a vida nos provoca à aprender e que muitas vezes negamos.  O que só nos faz diminuir drasticamente os níveis de tolerância e a resistência da nossa resiliência, levando-nos à cometer erros e mais erros, crimes e mais crimes, matando-nos uns aos outros, tanto físico quanto moralmente, como nos casos de pedofilia e abusos contra crianças.

Não sei se dá mais tempo de reverter tudo isso.  Nem é preciso que pensemos em salvar o mundo de tanta maldade e selvageria, mas se cada um trabalhar em si mesmo, buscando reforçar seus pilares, bem como de ajudar nossos filhos e jovens no verdadeiro conselho e ensinamento subjetivo, para que involuntariamente não venha recorrer, tanto em escolhas erradas (como as drogas) quanto em atitudes nocivas, aí teremos uma chance.

Conhecimento não é ouro dos tolos, ele será o ouro de maior valor, onde nesta reta final da vida humana, nenhuma outra riqueza prevalecerá.  O conhecimento da Palavra de Deus será o de maior valor (se não o único) à prevalecer e reinar, para todo aquele que não só acreditar como fazer valer, pelo menos por entre os que estiverem próximos de si, como amigos e familiares.  Cada um terá sua vida salva, no salvamento de quantos puderem levar consigo.

A mesma história foi escrita para todos, acreditando nela, ou não.

Amadeu Epifânio 


 Contatos pelo face (ProfAmadeu Epifanio)

domingo, 8 de março de 2015

INTOLERÂNCIA


VENENO E CURA DE TODOS OS NOSSOS TRANSTORNOS.



Olá, tenho acompanhando nos grupos de pessoas que sofrem de transtornos psiquiátricos e também todos que sofrem de dependência, tanto química quanto alcoólica e tenho visto neles uma característica que é comum em todos.  Mas esta característica não tem uma relação direta, mas indireta, subjetiva aos fatores que desencadeiam as crises em todos os transtornos, bem como a reincidência nas diversas formas de dependência psicológica.

A tolerância (mais especificamente a falta deste) tem se tornado o amargo algoz na vida de muitos, pois a intolerância tem se tornado o precipício da razão, levando-os à agirem de maneira irracional diante de situações consideradas banais, onde as circunstâncias nem de longe provocariam tais reações, o que nos leva à crer na subjetividade das mesmas.

Já foi exaustivamente mencionado em vários artigos, aqui mesmo neste blog, sobre os lados que separam nossa razão consciente do nosso algoz inconsciente, isto é, um lado que pouco ou nada conhecemos, mas que é capaz de tornar inferno a nossa vida, pelo simples fato de não tomarmos ciência (não de um inquilino), mas do proprietário majoritário das nossas ações.   Mas que nem por isso, carece nos considerarmos pequenos ou incapazes mas, saber que podemos ser como Davi diante de Golias, o filisteu.

Nenhum transtorno tem relação direta com a religiosidade, muito embora, se bem trabalhada, tanto a religião quanto a fé, podem sim, ser de grande auxílio e até cura, pois que é através destes que podemos alcançar e manter sob controle, o único fator capaz de transformar nossa vida pra melhor, principalmente entre aqueles que tem carregado um fardo ainda mais pesado e só não caiu, porque foi forjado na dor e na dificuldade e que sabe agora reconhecer os seus limites, bem como suas novas habilidades.

Conforme afirmei no título, a intolerância tem sido o veneno impregnado no sangue da esperança de muitos, contaminando a perspectiva, ainda que seja para os próximos minutos.  Como da cobra se extrai o próprio antídoto, na tolerância pode está o processo de cura de todos os nossos transtornos, sejam eles médicos ou psicológicos.   Na intolerância está a jurisdição que nos leva ao limite consciente da razão, à penetrar o campo obscuro do inconsciente (detentor de conhecimentos guardados desde a nossa gestação) e cujos quais não sabemos de que forma estão guardados ou simplesmente “jogados” dentro de nós, como se um vulcão ativo à espera de perdemos a paciência para entrar em erupção, jogando “larvas quentes” para quem está próximo o bastante.

À medida que vamos exercitando e nos tornando mais tolerantes, vamos também diminuindo a pressão interna deste vulcão, ao mesmo tempo que, de uma forma automática, vamos organizando melhor o lado inconsciente, de forma à transformá-lo mais em um aliado do que um inimigo em potencial.  Como veem, os benefícios não se convergem apenas para um resultado, mas se divergem para vários, fazendo-nos progredir em cada avanço conquistado.

Na intolerância está a chave para todo o caos instalado em nossas vidas e também na nossa sociedade, por tratar-se de fator único que nos faz agir feito crianças, mas com o ímpeto e a força de adultos, o que só faz aumentar proporcionalmente os males que causamos e dos quais também somos vítimas, ora numa condição, ora inversa.  

De nada nos adianta aprender se a intolerância não nos permite usufruir.  Por outro lado, o bom conhecimento também nos favorece e nos fortalece à sermos mais pacientes, pois o bom conhecimento nos leva à sabedoria, cuja a qual à exibirmos esplendorosamente, pela nossa segurança, em sermos mais tolerantes (que os demais) diante dos desafios e adversidades.

“Os que permanecem de pé diante da dor, tornam-se médicos diante dos que não à suportam”.   (Amadeu Epifânio).




Amadeu Epifânio

             

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

IDEAÇÃO SUICIDA II


QUER AJUDAR À EVITAR ?  COMEÇA PELO RESPEITO.



Particularmente, não considero a suicídio um caso de saúde pública mas, pessoal e/ou familiar.  Segundo minhas pesquisas ao longo de 16 anos, pude perceber que a ideação suicida (como o nome diz) ela é antes, uma ideia e se é uma ideia, significa que ela é ainda, no primeiro momento, um pensamento em formação (ou transformação), o que podemos traduzir que uma ideia, recorrente de um fator negativo, começa à ser bombardeado por outros fatores igualmente negativos e pessimistas.

No momento que uma pessoa começa à desenvolver a ideação suicida, ela começa também à tornar-se mais criteriosa, tanto no QUE quer ouvir e principalmente de QUEM quer ouvir, uma vez que os pensamentos estão convergidos numa decisão auto destrutiva e involuntária (portanto inconsciente).   Sim, a ideação é produto de fatores psicossomáticos que, sem poder contar ou obter outras formas de prazer que pudesse vir à utilizar em favor próprio, a mente então toma a decisão de auto destruir-se, restando muitas vezes ao corpo consciente, somente obedecer a ordem recebida, julgando então este, ser (por desconhecimento) de fatores presentes, repentinos ou persistentes.

A mente não só dá ao corpo a ordem de fazer, como também determina a forma de fazer e agora sim, contando com um leque extenso de opções, com base em tudo que já foi visto durante a vida, sobre as mais variadas formas de suicídio consumado. 

A primeira característica psicológica que vem á cabeça para tentar dar uma explicação plausível ao suicídio é: ABANDONO, sentir-se abandonado, sozinho.  Antes mesmo de receber ajuda, vem a concepção de que, se aquela pessoa está ou não qualificada para ajudá-lo (considerando a forma de ligação que tem para com o suicida, ou seja, se apática ou não, tendo em vista o fato de ser mais criterioso, conforma já mencionado).

Ideação suicida é algo que requer muita atenção, consideração e respeito para com todas as pessoas que estão de fora da realidade que o suicida esteja vivendo, haja vista seja por razões que ele mesmo desconheça, embora julgue ser por fatores que acredita.  É possível que esses dois lados se conciliem vez ou outra, numa única razão, o que nos leva à acreditar aqui, que a possível causa não esteja especificamente na motivação, mas sim numa elevada INTOLERÂNCIA em lidar com seus efeitos, o que volto à reiterar a importância do respeito ao cenário que se apresenta.

Ideação suicida não é brincadeira, não é frescura, não é fraqueza nem cabeça fraca (como muitos acreditam) e nem caso de saúde pública, pois não importa as condições que se apresentem para tentar fazer impedir a consumação.  Se o guarda corpo de uma ponte "não ajuda", ele poderá atirar-se na frente de um carro.   Impedir uma ideação suicida não é motivo de comemoração, pois pode-se apenas estar adiando uma decisão já tomada.  Contudo, pode ser a oportunidade para tentar entender ou descobrir as causas, para então fazer com que a pessoa vem desistir de consumar o suicídio.  

Quando uma pessoa anuncia sua intenção de cometer suicídio, ela não quer, na verdade, fazê-lo (nem é falta de coragem), mas é um pedido involuntário e desesperado de socorro, para que alguém à impeça de fazê-lo, apesar (repito) de estar acreditando que seja por uma motivação tátil, o que poderá se transformar numa resistência consciente ao socorro.   Podendo, é preferível focar mais no salvamento do que numa argumentação, exceto se esta tiver o objetivo de ganhar tempo para buscar uma forma segura de salvá-la.

Espero tê-los feito entender um pouco sobre essa realidade dura para uma pessoa que chega nesse estágio, sem ao menos ter a certeza (na maioria dos casos) sobre os reais motivos subjetivos de sua triste decisão. 

Para maiores informações e esclarecimentos sobre o meu trabalho, poderão me acessar no facebook, como ProfAmadeu Epifanio  ou através do e-mail: epifaniodg@hotmail.com ou pelo WhatsApp: 55-21-96774-1555

Obrigado à todos.


Professor Amadeu Epifânio  -  Idealizador / Pesquisador
   
Corrigindo Passos para um Caminho + Seguro.





sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

TRANSTORNO AFETIVO BIPOLAR


Dicas para pessoas com Transtorno Afetivo Bipolar


 Veja, não é apenas tratamento pra bipolaridade que se tem que buscar, mas também adaptado à sua realidade, visto que 2 pessoas com bipolaridade pode apresentar manifestações e até sintomas diferentes ou graus diferentes.   Primeiro é preciso se conhecer bem, fazer uma autoanálise (seu próprio prontuário), pois quanto mais souber de si, é informação que estará assimilando e dando à sua mente para lhe ajudar ou lhe socorrer em momento oportuno, além ajudar o médico na correta prescrição dos remédios.

Seu transtorno se baseia praticamente na fase mania, enquanto que a depressão é fator decorrente e subsequente.

Na fase mania, o bipolar está mais sob influência do seu emocional inconsciente, involuntário e também infantil (como em todos nós, segundo Freud), com ou sem transtorno. É uma fase em que seu lado infantil, verdadeiramente machucado, manifesta-se rebelde por inaceitação de algo que lhe ocorreu (esteja ou não, ligado ao transtorno). Mas ele não faz isso sempre que quer, mas quando vocês permitem.  Como é isso ?

Lembram de quando estão andando na rua e algo o fazem voltar ao passado em fração de segundos ?   fazendo lembrar de um evento, uma música ou filme ?    Pois bem, quando se tem transtorno acontece a mesma coisa, você volta ao passado à época em que ocorreu o fato que você não aceitou e revive tudo de novo, só que com a força do adulto em seu estado presente.  Para explicar melhor, é você adulto, sofrendo reações infantis, mostrando-se rebelde e agressivo, tal como uma criança birrenta, fazendo uso de fatores presentes, inclusive.   Quando este lado infantil descarrega sua raiva e se acalma, perde-se a influência dele e é quando você volta ao seu corpo e restabelece a sua vontade consciente.  Fica então sabendo de tudo que a “criança” aprontou e bate aquela sensação de impotência, ou seja, a fase depressiva.

O segredo está em tornar-se uma pessoa mais tolerante e resiliente. Isso pode ser feito através de TCC (Terapia Cognitiva Comportamental) tratamentos alternativos, como yoga e outros semelhantes e começar a fazer coisas que realmente ama, pois o prazer é a sensação de barganha entre o consciente e o inconsciente, sendo que somos o prazer que mais alimentamos, isto é, se positivo ou negativo.    É hora de fazer este balanço e ver o que está mais pesando.

É um efeito dominó invertido, ou seja, sendo mais resiliente e tolerante, não cederá à influência dos impulsos, não terá as crises de mania e nem a depressão como consequência.  

Religião, espiritualidade, nada tem à ver como efeito causador, muito embora é possível, fazendo bom uso, de utilizá-lo como grande e excepcional recurso para trabalhar e elevar a tolerância (supor melhor as dores) e, consequentemente, sua resiliência (capacidade de estar de pé mais rápido), sempre que for difícil suportar (o que também pode evitar a influência e comando dos seus impulsos.


     Amadeu Epifânio


    Corrigindo Passos para um Caminho + Seguro.

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                  E-mail: vivamelhor307@gmail.com