Projeto VIVA +

sexta-feira, 14 de junho de 2019

DEFINA O QUE QUER E PORQUE.



ou será arrastado pela correnteza !!


A VIDA É COMO ESSAS CORREDEIRAS, RÁPIDA E REPLETA DE DESAFIOS E PERIGOS, NÃO DÁ TEMPO PRA LAMENTAÇÕES E PRECISA SABER REMAR COMO NINGUÉM E CONDUZIR SEU BARCO (VOCÊ), DA FORMA MAIS SEGURA POSSÍVEL (PRINCIPALMENTE SE NÃO ESTIVER SOZINHO).

HÁ INFINITOS OBSTÁCULOS, VISÍVEIS E INVISÍVEIS, O QUE NOS OBRIGA À CONHECER BEM O BARCO, SUA ESTRUTURA E RESISTÊNCIA.

COMO O CAMINHO É RÁPIDO E PEDREGOSO, NÃO DÁ TEMPO PRA PENSAR, PRECISA SABER DE ANTEMÃO, O QUE QUER E ONDE QUER CHEGAR E POR QUAL RAZÃO (PARA QUE NÃO SE EXPONHA DE FORMA DESNECESSÁRIA). TODA ENERGIA POUPADA PODE SER MUITO ÚTIL EM VÁRIOS TRECHOS DA CORREDEIRA, ONDE SERÁ EXIGIDO TODA NOSSA ATENÇÃO E PERSPICÁCIA E DETERMINAÇÃO.

NÃO HÁ TEMPO PARA LAMENTAR CAMINHOS DIFÍCEIS, A VIDA NÃO É UM LAGO, ESTÁ REPLETO DE DESAFIOS, PEDRAS E DESVIOS QUE, SE NÃO SOUBERMOS O QUE QUEREMOS OU PARA ONDE VAMOS, SEREMOS ARRASTADOS E SERÁ DIFÍCIL RETOMAR DE VOLTA, O CONTROLE E O CAMINHO QUE DESEJAMOS.

LEMBRE-SE, JÁ ESTAMOS NESSA CORREDEIRA, QUE É A VIDA, ESQUEÇA AS LAMENTAÇÕES PORQUE ELAS NÃO SIGNIFICAM NADA, DIANTE DO QUE AINDA ESTÁ POR VIR E DEVEMOS ESTAR PREPARADOS PARA QUANDO CHEGAREM. SAIBA O QUE QUER, QUE SE SOUBER CONDUZIR O BARCO, A PRÓPRIA CORRENTEZA O LEVARÁ ONDE DESEJA.

SE ESTIVER COM MAIS PESSOAS, TERÁ DE PENSAR EM PROTEGÊ-LAS, "MESMO QUE NÃO SAIBAM REMAR", PORQUE O QUE IMPORTA, É VOCÊ NO CONTROLE, DOMINANDO A SITUAÇÃO, NA "DESCIDA DESSA CORREDEIRA".

BOA SORTE !



Professor Amadeu Epifânio
Pesquisador/Psicanalista e "Remador".










Por uma decida + Segura nessa Corredeira, que é a Vida.

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domingo, 9 de junho de 2019

EU TENHO A FORÇA !!!



O PODER QUE TRANSFORMA O SER HUMANO.





Quem nunca sentiu o poder de ter a "patente" de uma autoridade, cuja qual considerou que fosse capaz de tratar outras pessoas com indiferença, arrogância ou preconceito ?

Para isso, o que não nos falta é patente, como Pai, Mãe, patrão, patente militar, síndico, empresário, líder comunitário, policial civil, militar, delegado, juiz, advogado, jornalista, etc. Qualquer um desses, em qualquer tempo, pode valer-se de sua patente, para voltar-se contra outra pessoa, à fim de impor-lhe palavras e imposição, que cause ofensa à pessoa.

A culpa nem é da patente pela qual se vale, pois ela na verdade, não passa apenas de uma arma ou pretexto, para manifestar a verdadeira força que há dentro de si e esta sim, é que lhe dá todo o poder. O poder da raiva guardada dentro de si, desde a infância, esperando o momento e oportunidade para descontar essa raiva, feito uma bala perdida (já que, qualquer pessoa, não será aquela à quem realmente deseja atingir, em razão do tempo já passado).

Sim, nós temos essa força, que se deixarmos, se torna incontrolável, como aconteceu com a tragédia da chacina da escola em Suzano ou o ataque na Catedral em Campinas, fora centenas de outros casos. Depois que se faz, volta a razão e, com ela a consciência do que fez, desejando matar à si próprio, por não acreditar na força que havia em si mesmo.

Se está se irritando com facilidade, procure um terapeuta. Você pode até não matar ninguém, mas a força da ofensa à uma criança por exemplo, pode ter um efeito avassalador na vida dela, hoje e mais tarde. A força de uma ofensa, feita aos filhos, ao marido, à esposa, aos pais ou amigos, pode ser irreparável, como quando amassamos uma folha e à tentamos alisá-la novamente. Impossível não é mesmo ?

É uma força que não devemos ter ou alimentar, por ser mais forte do que possamos controlar. Por isso não se orgulhe do poder que ela lhe dá, pois ela pode "matar" o que mais ama.



Professor Amadeu Epifânio
Pesquisador/Psicanalista Auto ditada.

PERSONALIDADE REATIVA COMPORTAMENTAL
Influência Pregressa em Respostas Emocionais



quinta-feira, 23 de maio de 2019

QUANDO NÃO SE ENTENDE AS BIRRAS...



OS PAIS ATRIBUEM À PSICOPATIA. 

SERÁ ?


Como Psicanalista, posso assegurar que os sintomas psicopatológicos, que geram irritação e agressividade, não se manifestam tão precocemente. A grande maioria dos transtornos psiquiátricos, são constituídos entre as fases de formação fetal, até os 3(três) anos de idade (em média) e a manifestação começam na puberdade (não que tenha alguma relação direta).  Isto porque compreende que seja uma faixa etária quase zero de entendimento e que, portanto (mesmo não ocorrendo nenhum trauma severo), o simples fato de não entender o que se passa consigo, é para a criança ou feto, motivo de medo, pânico, ansiedade, entre outros.

Sofremos pelo o que não entendemos e, por não entender, não aceitamos e, por não aceitar (e ter que conviver com o problema), acabamos por conveniência, querer dar nome ao que sentimos, com o propósito de atenuar o "misterioso sentimento". Feito isso, entramos numa zona de conforto, de não buscar entender o que se passa, não investigar sua causa, origem ou procedência e viver como se estivesse vivendo num vale dos suicidas, como se não houvesse nenhuma solução para o que está sentindo.

Com relação às crianças pequenas, entre zero à 6 anos em média, ter comportamentos arredios, não significa ser portadora de patologias psiquiátricas. Mesmo quando ainda dentro do útero, os bebês passam por inúmeras experiências, muitas delas sensitivas, envolvendo os seus sentidos de percepção, como situações exacerbadas de calor, frio, sustos, brigas, discussões, quedas da mãe, barulhos excessivos, entre tantos outros. Tudo isso pode gerar, sem sombra de dúvidas, situações de medo, ansiedade, insegurança, pânico, perturbação. Assim como uma uma gravidez tranquila, gera uma condição psicológica estável para o feto, antes e depois de nascido.

Não é só, dar amor, é preciso pensar como feto (em sua fragilidade), e depois como bebê e em cada fase da sua vida. Os pais e os demais parentes adultos, não tem a sensibilidade de pensar na criança, como criança, na sua idade, na possibilidade de não estar entendendo o que se passa e no quanto fazemos cobranças de coisas que nem se quer, os ensinamos ainda. É óbvio que tudo isso gera instabilidade emocional neles e, tal como nós, adultos, descontamos nos outros, nossas irritações, as crianças pequenas também, tem seus momentos.

À medida que a postura irremediável dos pais, tornam-se frequentes, a irritabilidade das crianças (em forma de birras), também são constantes, pelo menos até que os pais parem de punir e comecem à querer conversar, admitir o próprio comportamento e, doravante, fazer um tratado de paz com as crianças.  As crianças não tem problemas psiquiátricos, os adultos é que estão vendendo essa ideia e adoecendo os filhos, de verdade.  Como ?  

Os pais acreditam que seja algum tipo de transtorno opositivo desafiador, levam ao psiquiatra (que compra a ideia) e prescreve medicação correspondente, porém não apropriada à causa correta.  Em resposta ocorrem os efeitos colaterais, as crianças sofrem com isso e passam à adotar um perfil de paciente psiquiátrico (que muda conforme a medicação), fazendo os pais acreditarem que era de fato, uma patologia.

Em alguns casos, uma criança, pode constituir e desenvolver desde cedo, um transtorno psiquiátrico, como Autismo por exemplo.  Para descobrir se o comportamento de uma criança é psiquiátrico ou não, os pais devem mudar seu modo de lidar com ela.  Problemas e desentendimentos conjugais também causam instabilidade psicoemocional. Se um capitão e o comandante de um barco não se entendem sobre o rumo à tomar, os tripulantes tendem à pular do barco.  Uma criança não pode pular do barco, mas pode sentir-se insegura e, como elas não aprenderam ainda, à manifestar suas emoções, isolamento, irritabilidade (em forma de birras) e agressividade, são as reações mais esperadas.  

É como eu disse:  Pensem como eles !


Professor Amadeu Epifânio
Pesquisador/Psicanalista Auto-didata.

               


domingo, 19 de maio de 2019

PACIENTES EM COMA PODEM NÃO FALAR...



...MAS TRANSMITEM MUITAS COISAS.


Toda situação, em que um paciente entra em estado de coma, gera para os parentes, comoção, tristeza e insegurança (quanto à acreditar se ele voltará à lucidez e, sob quais circunstâncias).  É sabido que o coma acontece, não somente pelas condições do quadro clínico do paciente, pois que, também os médicos podem induzi-lo, objetivando estabilizar um quadro mais severo (como em queimaduras graves por exemplo), para não sentir dor e poder avaliar melhor, suas condições, expectativas de vida, tratamento apropriado e tempo de recuperação.

Mas como fica o espírito, nestas situações ?  Embora toda experiência vivida pelo espírito, tem um caráter dogmático e engrandecedor (direcionado para a sua evolução), algumas situações de provação, podem levar mais tempo, para atingir o mesmo resultado.  Por exemplo, é esperado que um estado de coma possa estender-se por tempo mais longo do que esperamos, o que não imlica dizer que corpo e espírito estejam sofrendo.

Durante este tempo, o espírito continua apegado ao corpo, mas acordado e interagindo com o ambiente.  Isso nos faz lembrar dos conselhos de manter boas vibrações, para que o espírito da pessoa que está enferma, possa receber essas vibrações, além receber ajuda de outras entidades de luz (como mentores), que estejam próximas, auxiliando no que  for possível, pois que, sempre irá depender do seu estado de evolução, saber aceitar e submeter-se à essa ajuda, para aceitar a situação, pela qual passa.

Vou citar um exemplo: Meu espírito ocupa meu corpo, como uma roupa que vestimos, com todas suas imperfeições, seja por estar apertado demais, costura mal feita, tecido que “pinica” no corpo, estar manchado, amarrotado, enfim.  Passamos a vida “vestindo esse corpo” e tentando corrigir essas imperfeições, quando na verdade o que deveríamos estar fazendo é saber aceitar e viver com o corpo que recebemos e aproveitar a imperfeições para aprender, crescer e evoluir.

Um corpo em estado de coma, parece ocioso, sem nada para aprender mas, sua condição momentânea está mexendo com uma série de pessoas, pensamentos, espíritos (e mentores) de todos os que estão envolvidos com este enfermo.  Como veem, ele não está tão ocioso assim.  Não significa dizer que seu espírito esteja sofrendo de alguma forma, pelo contrário, ele está em processo de constante aprendizado, aproveitando para conhecer o que for possível, inclusive sobre a atual condição clínica do corpo.

Ouvimos muito, falar em “passar boas vibrações”, na presença ou em razão de entes enfermos (ou mesmo em velórios).  Isto é necessário porque nestes lugares, costuma haver ambiente pesado, com pessimismo, lembranças tristes ou de raiva pelo houve. Vibrações significam sentimentos que nutrimos e, boas vibrações significa pelo menos, não alimentar ressentimentos, pensamentos negativos, desejos de raiva e falsos desejos de justiça (quando na verdade, o que queremos mesmo é vingança), aos que machucaram ou mataram um ente nosso.  

Isso em nada contribui para a melhora do enfermo (ou processo de desencarne ou evolução do seu espírito), pois que esse tipo de pensamento, atrai mais rancor e espíritos mais densos, os quais ainda nutrem esses ressentimentos e passam à conviver perto de pessoas iguais, em afinidade negativa.

A condição que o espírito se encontra está condicionado às concepções que ele mesmo cria e nutre, em torno de suas expiações e provações.  Quanto mais (em condição terrena), pudermos aprender sobre a doutrina espírita, mais entenderemos o processo pelo qual, todos haveremos de passar, para atingirmos uma maturidade tal, que nos permita descobrir que, provações e expiações são necessárias, tanto ao nosso resgate de vidas passadas, quanto ao ininterrupto processo evolutivo.  A ideia não é sofrer para crescer mas, saber aceitar o que está passando, para ganhar mais experiência e então evoluir.

Com relação à vida terrena, todos já nascemos, com a “passagem de volta” comprada, não sabendo o dia nem a “poltrona” (a forma como se dará).  O coma pode ser uma forma suspensiva, para se descobrir se o quadro clínico poderá melhorar, manter-se estável ou piorar e a melhor forma da família lidar com essa situação momentânea de dor, é entender que todos nós, temos um tempo certo e um roteiro à ser cumprido (uma missão específica), como uma representação numa grande peça.  Esse roteiro pode nos levar à um tempo de vida longo ou curto. 
 
Quando o roteiro termina, independente da idade que tenha e, se outros ainda estarão “no palco”, é hora de ir embora e que, esta partida (se assim tiver de ser), deve ser encarada como uma decisão (do mundo espiritual), já previamente determinada.

Não se revolte com a forma como a vida se apresenta.  Nada é por acaso e sempre existe uma razão para acontecer e a lição que se tira disso, é que sempre se aprende algo mais e, depois de certo tempo, como (eternos) alunos, podemos começar à ensinar, os que estão apenas começando seu caminho ou que ainda estão à se revoltar, no porque a vida lhe persegue tanto.  Mal sabem que estão sendo treinados, à se tornarem mais um professor.  O que temos hoje, é uma sociedade (e humanidade) cheia de alunos que não entende e não aceita muita coisa e muitos, muitos professores despreparados para orientá-los, num caminho certo e seguro.



Professor Amadeu Epifânio
Pesquisador/Psicanalista Auto-didata.