Projeto VIVA +

sexta-feira, 1 de maio de 2015

DEPRESSÃO (2ª Parte)


 
COMO AJUDAR VERDADEIRAMENTE UM DEPRESSIVO CRÔNICO ?
 
O que mais importa numa Depressão, é saber como lidar e tratar;  Antes de ser depressão é um problema emocional que precisa ser sanado, resolvido e, enquanto não se resolve, uma das consequências é a depressão, que se não tratada adequadamente, pode vir à agravar-se, acarretando em severas consequências e até mesmo a morte.
A depressão é subjetiva, motivos ocultos e inconscientes, que nem mesmo sabemos e que, julgamos ser por motivações presentes (o que até pode contribuir para a manutenção do problema ou do estado de depressão).   Como é subjetivo, é uma ajuda que tem partir de dentro pra fora e não o inverso.   Vou dar-lhes um exemplo típico e vocês aplicam segundo a realidade de cada um ok ?
Como uma grande maioria de pessoas, que por não ter, não entende nem sabem como agir corretamente, normalmente eles diriam:
"Fulano (...), está chegando o natal, levanta dessa cama, vamos comemorar juntos, deixa de frescura...".
Quando a abordagem correta seria:
"Fulano, nos anos anteriores você preparou uma ceia como ninguém, só você sabe preparar com o carinho que só você sabe fazer. Estamos todos torcendo pra que nos ajude de novo".
Perceberam a diferença ?  ou ainda...
“-Fulano, sua presença nos enche de alegria e orgulho, estamos contando com você mais uma vês”.
"-Fulano, o que quer que esteja passando, não há de ser maior que o carinho que temos por você".
Apenas digam, sem fazer cobranças ou esperar por respostas imediatas. O depressivo precisa de tempo pra ruminar dentro de si, estas palavras.
Não preciso dizer que a sinceridade é condição fundamental, para que um depressivo ponha fé nas suas palavras porque, se perceber o mínimo de demagogia ou falsidade... adeus, perde-se a confiança, drasticamente).  Se coloque no lugar de uma pessoa depressiva e pergunte à si mesmo se aceitaria tais palavras de pessoas falsas ou aquelas com que o seu “santo nunca bateu” com o dele. rsrs.
Pessoas que desejam verdadeiramente ajudar, devem fazê-lo à partir do ponto de dor do outro e não da nossa visão. Isso significa respeitar a dor. Existem três condições contribuindo para o estado depressivo da pessoa, uma delas é a causa escondida em meio à um inconsciente ferido emocionalmente.  Outra é o que o depressivo imagina ser, como sendo a real causa (que por não saber, conjetura).  Em alguns casos, ambos se conciliam. Uma terceira é a falta de “tato” de pessoas, que não só, não sabem como lidar com a questão, como ainda podem contribuir para o agravamento do quadro.
Em depressivos comórbidos (recorrente de outro transtorno e, não que por isso, seja mais brando), tem sua depressão atrelada quase que 100% ao transtorno principal, de forma que não dá pra tratar a depressão de maneira isolada, negligenciando o fator gerador (que aqui conhecemos).  No mesmo princípio dado à depressão e, dependendo do transtorno em si, ele não deixa de ser, antes, um fator psicológico (bastante precoce), que por não ter tido sua especial atenção e diagnostico também precoce (e considerando a tese do estado de normalidade), também no transtorno, acontece a mesma coisa.
 A depressão pode vir à tornar-se realmente uma enfermidade patológica (ou psiquiátrica) grave, mas isso não implica dizer que já nascemos depressivos ou com predisposição para desenvolvermos depressão. No artigo anterior (sobre este tema), eu disse que seriam necessários, pelo menos, entre 5 a 7 anos de carência, pra que uma tristeza profunda venha à adquirir ares de depressão.  Qualquer coisa que venha transpor, em nós, o estado de normalidade, haverá também de causar as alterações correspondentes e em áreas responsáveis, que venham a controlar o equilíbrio psíquico do ser humano.
Se me permitem repetir uma expressão forense, que casualmente utilizo em alguns momentos no Facebook (nas páginas de grupos de transtornos): Não existe crime perfeito mas, mal investigado, também na esfera psiquiátrica (pelo o que tenho percebido nos últimos 18 meses de frequência naqueles grupos, acontece o mesmo, isto é, procuram mais enquadrar um paciente numa classificação específica, apenas como referência, para submetê-la à um tratamento psicoterápico e farmacológico, do que especificamente, analisar caso a caso, cada paciente, com seu histórico pregresso diferenciado.  Não fosse assim, uma mesma medicação, atenderiam todas as pessoas de um mesmo transtorno, o que sabemos de antemão, que não é o que acontece.
Auto conhecimento continua sendo a chave mestra para abrir portas que levam à uma vida mais plena e menos sofrida, visto que é preciso antes, saber o que realmente se passa consigo, porque sente, quando, por quanto tempo, qual a frequência e saber, acima de tudo, que não existem culpados e que não carecem, tratar ou admitir-se de tal forma.
Que Deus ilumine e abençoe à todos.
“Todas as coisas têm seu tempo certo e sua oportunidade,/
E é grande a aflição do homem/em ignorar coisas passadas,
E estar na impossibilidade de receber qualquer nova, do futuro.”
                                                          (Eclesiastes 8, 6)
 
                                  Amadeu Epifânio
                         
 
Contatos: Pelo facebook como (ProfAmadeu Epifânio)

quarta-feira, 22 de abril de 2015

TDAH É COMO UM QUEBRA-CABEÇA


ONDE NÃO SE CONHECE A FIGURA


Num primeiro momento, acreditei que o que fosse relatar aqui, estivesse direcionado apenas ao público infantil, então preocupei-me em abrange-lo também aos adultos com TDAH, pois neste transtorno específico (ao menos), o que importa não é a idade que se tenha com TDAH e sim, que uma mesma abordagem seja estendida à todos.

Antes de mais nada, considero relevante (Re)lembrar aos leitores que a grande maioria dos transtornos (tidos como psiquiátricos) são na verdade influências psicológicas de algum tipo de evento (grave ou não) ocorrido com seu portador, em determinada fase de sua vida que, variando de pessoa a pessoa, a idade quando ocorrido o evento, somado às circunstâncias que ocorreram + as condições de vida e convivência familiar), irão constituir o tipo de transtorno, bem como seu grau de influência sobre seu portador.

Para que uma patologia psicológica seja considerada de natureza psiquiátrica, é imperativo que haja a condição primária de desconhecimento sobre o que de fato tenha lhe ocorrido, que venha à ser de fato, a principal (se não uma das...) causas geradoras do seu transtorno específico (salvo raríssimas exceções).

 Um transtorno psiquiátrico é, na verdade, influência psicológica inconsciente, do momento ocorrido no passado, porém não sobre o adulto, mas quando ainda criança (com exceção apenas da depressão), sendo esta agora, o principal causador de todo dano psiquiátrico, bem como dos sintomas dolorosos, respectivos e decorrentes.

As características principais que envolve o TDAH são: manter o foco sobre o que se propõe à fazer (pelo tempo necessário para se concluir o objetivo); A hiperatividade (quando não se consegue manter este foco); falta de determinação e motivação para novas tentativas e novos objetivos.  Podem existir outros sintomas, porém, estão relacionados diretamente encima das limitações impostas pelo TDAH.

O TDAH (entre todos os transtornos que conhecemos), talvez seja o único que tenha uma relação mais direta com o histórico de vida do seu portador, embora sua causa se manifeste de forma confusa (feito um quebra cabeça), como se uma parte de nós estivesse tentando montá-lo sem que soubéssemos e quando demora para encontrar determinada peça, se irrita (manifestado por nossa hiperatividade voluntária); se frustra (quando não nos motivamos à fazer algo); e abandona a “brincadeira” (nos fazendo perder subitamente o foco).  

Este carinha que está tentando montar o quebra cabeça, é o nosso emocional inconsciente, que se comporta feito uma criança pequena.  Agora imagina este lado nosso infantil, no corpo de uma criança.  Por isso que nas crianças é um pouco mais complexo o tratamento, pois é difícil saber (na criança), qual das duas está presente no momento.

Já nos adultos com TDAH (que também sofrem com os sintomas recorrentes), eles se dão pela baixa tolerância em aceitar as limitações impostas pelo transtorno e seus consequentes efeitos desagradáveis (eu diria).  Uma queda de braço entre os sintomas de natureza voluntária e os efeitos determinantes causados pelo lado inconsciente, gerando uma oscilação contínua, impedindo os portadores de perseguir e manter seus objetivos.


ELEVAR A TOLERÂNCIA – SER MAIS RESILIENTE – CONHECER-SE MAIS


Estes parecem ser os fatores à serem trabalhados, sob o objetivo de separar a chave do cadeado, isto é, não ficar submisso às frustrações inconscientes, que gera fatores involuntários indesejáveis.  Cada portador de TDAH, o tem por razões distintas, ainda que possam apresentar sintomas semelhantes.  Ser TDAH gera (entre outras coisas) um pouco de ansiedade, por não entender o que se passa consigo.  Essa ansiedade, se controlada, poderá ser de grande ajuda, no processo de auto controle.  

Por isso a necessidade de se auto conhecer mais, explorar tudo que ocorre em razão da convivência com o transtorno, porque toda informação (e quanto mais precisa e segura ela for) é sempre bem-vinda e oportuna, para ajudar o psiquiatra na prescrição do remédio, para que ele não tenha de recorrer ao famoso chutômetro, tipo: “-Toma isso e vamos ver se resolve.”

Em todo transtorno, é possível a nossa ajuda interativa, pois que ela é essencial para buscarmos e alcançarmos uma vida mais plena.

“Confia no Senhor as tuas obras,/ e terão bom êxito os teus projetos”.  (Provérbios 16, 3)

Professor Amadeu Epifânio

                   





sexta-feira, 3 de abril de 2015

A DEPRESSÃO COMO TRANSTORNO.


 COMPLEXO.  MAS REVERSÍVEL.



O texto à seguir faz referência à depressão como transtorno ímpar/individual, não como comorbidade de um outro transtorno, pois que abordagem fármaco e terapêutica são distintas para cada uma delas.

A depressão, antes de ser um distúrbio do sistema nervoso, ele é consequência de um conflito psicoemocional e inconsciente interno, que começou de forma consciente, mas que se estendeu depois de maneira inconsciente e involuntária.  Eu vou explicar.   Eu cheguei à conclusão que a depressão pode ser o único à ter sua origem e procedência não necessariamente apenas na fase infantil (como a grande maioria dos transtornos).  

Tal conflito pode se dar em qualquer momento da vida do paciente, desde que com um tempo mínimo de carência entre 5 a 7 anos, antecedentes aos sintomas característicos e correspondentes, para que o sistema nervoso central comece a sofrer a influência deste conflito (antes, psicológico) e passar pelas alterações recorrentes, com suas respectivas manifestações conscientes, embora involuntárias.

O conflito gerador da depressão pode se traduzir em alguma forma de desejo que um dia idealizamos, mais ou menos ardente à medida da idade em que foi idealizado, sendo de maior ímpeto na idade infantil.  Pois bem, este desejo pode se refletir em várias coisas de demanda oportunamente conveniente para nós num dado momento, com projeção para um futuro relativamente de curto à médio prazo (não mais do que isso).   

Ao estabelecermos um "projeto" que muito desejamos, criamos dentro de nós uma expectativa positiva, convertido em prazer, pela certeza incondicional de realização (desde que se consuma no prazo estimado).  Pois bem, à medida que esse prazo começa se estender sem a realização do desejo, alterações psicoemocionais e neurofisiológicos começam a acontecer inconscientemente, pois consciente, já nos basta a enorme frustração. 

Este sentimento de prazer, a mente guardou, para ser utilizado em nosso favor, como subsídio para aplacar por exemplo, uma tristeza futura.  Pode acontecer que voluntariamente venhamos à desprezar a importância daquele projeto em razão da demora e por surgir outras prioridades, porém,  a mente não só não esquece como luta para mentê-lo e  passa à assumir a gerência daquele prazer criado, reacendendo e mantendo viva a esperança de vir à ver consumado o projeto, para assim conseguir manter vivo a sensação de prazer, fazendo isso inclusive,  sem o nosso consentimento consciente, consumando assim o conflito citado acima.

É um processo complexo, sem dúvida, mas responsável por todos os sintomas decorrentes e extremamente desagradáveis que uma pessoa venha à passar por causa dele.  Existem outros fatores psicossomáticos que vem se unir à nesse complexo conflituoso, que podem vir a contribuir para o seu agravamento e que varia de pessoa à pessoa, que são características familiares, de personalidade, histórico de vida, fatores ambientais, outras enfermidades patológicas, etc. 

A opção por um tratamento terapêutico psicológico parece ser opção adequada para levar-nos à um passado (talvez não tão remoto) até o momento em que o conflito foi gerado, trabalhá-lo e pôr fim a sua influência perturbadora.  Tratamento fármaco (desde que correta e adequadamente prescrito, à realidade do paciente e não apenas à sua patologia padrão) também é necessário para ajudar à conter os efeitos depressivos, tanto para promover um melhor bem estar, quanto para melhor corresponder ao tratamento terapêutico.   É dever lembrá-los que em toda terapia deve haver progressos constantes, tal como uma obra que façamos em nossa casa, pois não dá pra viver nem morar, dividindo espaço em meio à escombros e entulhos.  Concordam ?

Não se consumam por estarem nesta condição, pois que ela nada mais é do que uma influência psicológica (perturbadora), que por desconhecimento, acabamos dar mais relevância do que realmente ela tem.

“Não procures saber o que excede a tua capacidade,
E não especules o que ultrapassa as tuas forças,/
Mas pensa sempre no que Deus te mandou,/
E nas muitas obras suas, não sejas tão curioso.”

                                                      (Eclesiástico 3, 22)

Amadeu Epifânio

                   

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segunda-feira, 30 de março de 2015

QUER MESMO QUE A JUSTIÇA FUNCIONE ?




O dia que Justiça voltar à pôr a venda nos olhos aqui no Brasil, seremos presos por coisas que hoje temos a certeza (e a liberdade) de que podemos fazer, com a segurança de que nada nos aconteceria, tanto civil quanto criminalmente.

Passamos hoje, toda nossa vida brincando de roleta russa, mas não brincando de pic esconde com a polícia ou justiça (cometendo infrações cotidianas, daquelas que já se tornaram rotina na nossa vida e que já consideramos até normal-obviamente até eu estou me incluindo).

Quando me refiro à roleta russa, estou falando da quantidade vezes que corremos risco de vida (quando não transferimos à terceiros por causa dos nossos atos infracionais no trânsito), como conversões perigosas e proibidas, ultrapassagens arriscadas e também proibidas, que além de multa, podem custar vidas. 
E só sentimos a liberdade e até prazer em fazer tais coisas, simplesmente porque aqui não é os EUA, porque a justiça de lá não poupa ninguém, enquanto a justiça daqui nos faz pensar que bandidos e criminosos são apenas os que portam armas, mas se esquecem que também são criminosos os que portam carros, bebidas alcoólicas ao volante, os que carregam consigo arma, feito 007 (com suposta autorização pra matar) e com tamanha liberdade que mais parece que voltamos ao tempo do faroeste.

Vamos pôr a mão na consciência e não contemplar apenas os que vão presos em outros países, mas lamentar a falta de intimidação da nossa justiça aqui, por não conseguir nos impedir de cometer erros, ao ponto de nos fazer sentir liberdade, até mesmo em matar, abusar e maltratar, (quando não os próprios filhos) crianças e adultos e pior, sem nenhum remorso.

Tudo que julgamos ser hediondo nos outros, nós cometemos em pequenos tantos erros, que no fundo também mereceríamos a mesma pena, apenas para nos pôr um freio e um balde de d'água fria em nossas vãs pretensões.

Que Deus consiga ter misericórdia de nós, porque as pessoas que já machucamos (e às que iremos ainda ferir com tanta liberdade e segurança), com certeza não terão.


        Amadeu Epifânio





sexta-feira, 20 de março de 2015

A RIQUEZA QUE TEMOS OU O BEM QUE SOMOS ?


O MOMENTO DE DECIDIR ESTÁ PRÓXIMO.


Prezados, somos metade de uma laranja (ou de um limão). Muitas vezes nossa vida é doce, bonita, gostosa, amável. Porém, dentro de nós uma outra vida está sendo vivida sem que saibamos.  Colocando de uma outra forma, dentro de nós está sendo travado uma batalha, da qual nem nos damos conta e que, à cada momento, somos o resultado momentâneo desta batalha, isto é, se estamos bem, ela está sendo vencida. Se não estamos bem, ela está sendo perdida e se refletindo no nosso semblante.

O território à ser conquistado é a nossa vontade, a fortaleza... o nosso corpo.   O cabo de guerra é o sentimento de prazer que está sendo alimentado em cada momento e aí sim, essa batalha poderá ganhar um aliado à mais à nosso favor, de forma visível e consciente, podendo fazer enriquecer e fortalecer este cabo de guerra, fazendo com que ele nos promova infinitas vitórias.  Como ?

Já devemos ter ouvido o ditado que somos aquilo que pensamos. Este ditado está absolutamente correto, porque nisso se reflete o prazer que alimentos e cujo conteúdo poderá nos ajudar em nossa batalha, levando-nos à constantes vitórias.   Mas como transformar uma força tão significativa e trazê-lo à nosso favor ?

Geralmente colocamos a carroça da frente dos bois, nos deixando primeiro, sofrer os impactos para depois pensar de forma remediativa (ou paliativamente), nos mantendo assim num ciclo vicioso.    
Devemos inverter os polos, que seria pensar antes de agir.  Mas isso é demasiadamente difícil ou até demagógico aconselhar, não é verdade ?  Pois bem, será mais fácil este exercício, se estabelecermos regras e princípios básicos, sem os quais, nenhuma decisão será previamente tomada.

Isso pode ser possível, se estabelecermos prioridades que deverão ser relevadas condicionalmente em cada decisão, tipo:  Haja o que houver, não deverá interferir, prejudicar ou se sobrepor às essas prioridades, que pode ser a integridade psicoemocional dos filhos, da família, dos laços, da unidade, do seu controle majoritário sobre a sua vida e dos que dela depende.  

Enfim, cada um atribua sua prioridade, levando em conta mais a sua integridade psicoemocional (se possível a espiritual) e dos que depende de você, pois que esta característica deverá se sobrepor à manutenção de qualquer bem ou riqueza, pois que ela será o único bem que levará para outra vida, enquanto toda riqueza ajuntada (que será sempre ouro dos tolos), ficará aqui, desfazendo-se feito uma miragem.

Se quiser parar de sofrer, saia de cima de muro ou do lado errado e saiba priorizar o que mais e realmente importa pra você e pros seus. Só que isso deve ser uma decisão subjetiva e não direta, ou seja, é dentro de você que essas mudanças têm que ocorrer, por desejo seu.   

Isso não é pra salvar sua alma, é pra salvar sua vida e de todos que dela depende (caso você goste realmente de alguém).


                                  Amadeu Epifânio


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