Projeto VIVA +

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

QUER RESOLVER OS PROBLEMAS ?



  Refaça os passos.


Durante nossa vida toda, passamos por situações, às quais não conseguimos resolver ou, resolvemos de forma convenientemente prática, provavelmente para sairmos da situação conflitante em que estávamos.  O problema é que, ao não resolver de fato, o problema, acabamos por absorver uma ideia inapropriada de resolver problemas, copiando o mesmo método, para praticamente todos os conflitos e problemas que surgirem.   Mas estamos nos esquecendo de algo muito importante:  O sentimento resultante da frustrada tentativa de solucionar os problemas.   Isto porque não o resolvemos e sim, empurramos com a barriga.

Sem perceber, estamos andando em círculos (conforme a figura), com medo do desconhecido, porque não entendemos e porque não entendemos, ficamos com medo.  Enquanto este ciclo não for quebrado, a resposta que daremos, ao que não nos propomos entender, será sempre a mesma (e não, isso não levará à uma depressão).  A depressão não é, de fato, uma doença, nem física nem psicológica.   Porque  ?   Por uma razão muito simples, a depressão é uma ideia abstrata, transformada em ideia física, de tanto que essa ideia é persistente na sociedade e na humanidade.

Se eu tenho um problema que não consigo lidar, ele é desconhecido pra mim, bem como a resposta que preciso dar, isto é, não consigo achar uma resposta apropriada ao problema, que me permite resolvê-lo com eficácia e de uma vez por todas.  Então entro no ciclo acima, que é sentir medo do desconhecido, porque não o entendo e por isso, fico com medo e assim vai.  Entendam que não existe resposta pronta para um problema específico.  Todos precisam ser “trabalhados”, refletidos, analisado, descoberto sua origem, para saber qual resposta dar, para resolvê-lo e não apenas, empurrá-lo com a barriga e que, fatalmente, nos encontraremos com ele (de novo) “lá na frente”.   Existe alguns fatores que nos limita nessas horas, dificultando enfrentar um problema como merece:  como a vida corrida, o tipo de trabalho, ser ou estar sozinho(a) e a vida (que já é) difícil, por si só.

Por juntar tantas coisas sobre uma pessoa só e, pelas barreiras encontradas, natural que o corpo entre num estado de estresse ou esgotamento psico-emocional (além do físico).  Mas isso, por si só, não leva ninguém à depressão, exceto se, por conveniência, isso mesmo, se esta ideia for comprada.   Vejam, lidamos com muitos problemas que nem sabemos de onde surgiram, portanto, temos de lidar com “fantasmas”.   A ideia da depressão vem de encontro à criar uma blindagem, que nos permite entrar em re-set forçado, por algum tempo (intenção do inconsciente).  O que pode acontecer é essa ideia prevalecer como “solução” ou válvula de escape e não querermos abandoná-la.  Resumindo, acabamos por criar uma dependência psicológica da ideia adquirida (como acontece com o álcool ou as drogas).

Os problemas podem ter natureza invisível, por não termos noção como resolver mas, a ideia de depressão é algo que, de tão adotada, acabou sendo uma resposta tátil aos problemas, um escudo para proteger-me do que, de fato, não entendo porque não consigo ver e, neste caso, a depressão (como ideia) não é tida como problema e sim, como solução.   Para nos livrarmos da (ideia) da depressão e também, do conceito de incapacidade, só precisamos refazer os mesmos passos, que nos levou à sensação de impotência.  Traduzindo:  Não posso resolver nada, se antes não pôr minha cabeça em ordem e, dar prioridade ao que se deve, de forma ordenada, priorizando o próprio bem estar e minha integridade, para dar definição correta e apropriada, ao que de fato, merece ou precisa.

Nenhuma dor é frescura ou passiva de culpa ou remorso, pois trata-se de uma reação do corpo à um momento difícil e nada mais.  Tudo existe por uma razão, nossa existência segue um propósito, nada é perfeito, ninguém é 100%, de forma que não devemos esperar que a vida (ou as pessoas) sejam perfeitas.  O que nos obriga à focar mais, no que fazemos, sem esperar vida fácil, que é pra quando vier, seja bem mais, celebrado.  A única ideia que carece ser mantida é que, sem nós, a engrenagem da vida não roda, porque fazemos parte dela e ela necessita de nós, mesmo que não admita.  Nossa vida é uma missão importante e só iremos embora (e nem 1 minuto antes), quando à cumprirmos.


Professor Amadeu Epifânio
Pesquisador / Psicanalista

               

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sábado, 1 de dezembro de 2018

HOMOSSEXUALIDADE.



REVERTER PODE DEPENDER DO IMPOSSÍVEL !


Prezados, a homossexualidade tem origem de longa data, sendo que, em todos esses anos, a causa que desencadeou seu surgimento, tenha sido comum até os dias atuais.  Ela não tem (segundo meus estudos), origem genética, conforme eu mesmo acreditava (tanto que exclui de meu blog, dois textos correspondentes).

A homossexualidade tem sua origem em comportamentos repetitivos de natureza (como eu diria) arisca, cuja cultura (familiar) pode anteceder gerações que, ao se confrontar com os tempos recentes e atuais, gera conflitos de relacionamentos, especialmente entre pais e filhos.

Sempre afirmei (fazendo questão de exibir em artigos), que a educação que os filhos recebem (em qualquer época da vida), sempre serão confrontados involuntariamente, com os padrões de outras famílias, através do contato por exemplo, com demais alunos e colegas, das escolas que frequentam e estudam.  As diferenças ou, as discrepâncias existentes, entre padrões, com certeza acarretará conflitos, de natureza muitas vezes, irreversível, pela falta de jogo de cintura, em ver o filho questionar essas diferenças.

Alguns padrões, herdados de culturas antigas ou de gerações passadas, criam sérias dificuldades de relacionamentos paternos e maternos, com filhos de mesmo gênero (ou opostos).  Muito embora a caracterização homossexual, para que se constitua como tal, tenha de ser, de forma direta (mas não genética) entre gêneros iguais.  Ou seja, a postura paterna de um padrão truculento por exemplo, acarretará problemas traumáticos em filhos homens e, vice versa, com relação ao gênero materno.

Como isso acontece ?  Toda criança que vem ao mundo, idolatra seus pais, deseja muito, mantê-los o mais próximo possível, bem como sua relação afetiva com ambos, isto é, pai e mãe (até que se frustre).  Até os 3(três) anos de idade, qualquer relação afetiva, “quebrada” por comportamentos que repelem a afetividade, faz aumentar na criança, seu desejo ardente, em não perder este laço, embora já vai alimentando a ideia de que tal esperança, seja impossível.

Nosso inconsciente, que tem (por objetivo), manter o estado psíquico do corpo que o abriga (como quem preserva o próprio automóvel, para que o leve onde deseja), precisa estabilizar o estado psíquico do corpo tão pequeno, que sofre por não entender sua dor, toma uma providência de natureza drástica.  Como é de natureza imatura e inconsequente, este inconsciente começa a procura por um “personagem” do seu genitor (ou genitora, se for menina), para cumprir o mesmo papel paterno ou materno, porém, com personalidade bem mais aceptível ao afeto. 

Obviamente, será um parceiro (ou parceira) com afinidades de mesmo histórico de relacionamento em conflito, que em combinação com outro, a relação afetiva terá grandes chances de êxito.   Quanto ao período em que  o filho começa à desenvolver sua preferência de gênero idêntico (repito, por influência inconsciente), vai depender do quanto a relação conflituosa, afetou seu conceito, com relação ao genitor original.

O inconsciente não cria soluções do nada, ele só se vale do que já tiver adquirido, entre conhecimento e informação, para dar solução ou definição à uma demanda psicoemocional do próprio corpo (repito), para preservação do seu estado psíquico. A solução homossexual, por resposta, dá-se em razão de já estar presente na sociedade, de forma maciça e até com leis que o protege de preconceitos.  Como exemplo comparativo, posso citar a decisão por exemplo, de suicídio (dada de forma automática e, também inconsciente), só é levantada, em razão de já termos visto ocorrer e das várias formas.  Do contrário jamais se recorreria à tal drástica decisão, como solução rápida de conflito, considerado (pelo suicida) como irreversível, por razões que considera justificável.

A homossexualidade é praticamente de caráter irreversível, primeiro porque o jovem não sabe que (sua nova opção) é de procedência inconsciente e segundo porque os pais não percebem o quanto sua postura pode estar causando de sofrimento, aos filhos, independente  deles virem ou não, tornarem-se gays.  Ninguém abandona seu gênero de nascença, pra se tornar gay ou lésbica.  Tudo se firma numa ideia gerada por uma postura do seu genitor ou genitora, cujo tratamento afetou as expectativas de se partilhar uma vida social e familiar satisfatória.

É preciso avisar aos filhos, sobre a cultura que carrega consigo, para que não pensem ser algo dirigido somente à ele, para que não fiquem esperando sempre, pelo próximo comportamento aversivo.  É sempre difícil saber se os filhos se tornarão gays mas, pelo sim, pelo não, não custa fazer sacrifícios e tentar mudar uma cultura, pelo bem deles.  Quando se tornam gays, o fazem de forma natural, sem nenhum tipo de remorso, pois que não o fazem para afrontá-los.  Quem os faz mudar é o inconsciente.

Uma vez constituído a opção, resta aos pais, respeitá-la, para que não se perca de vez, o contato com eles.   O mesmo princípio que os tornou  gay, é o mesmo que alimenta a cultura truculenta, de gerações passadas, até os dias atuais.  Porque se há uma coisa que se herda com certeza, são traços comportamentais.   Do momento que a "ideia" é oferecida ao corpo, até a puberdade, os traços comportamentais são se incorporando, de forma que, quando concluído, nada mais se poderá fazer para reverter.  Mas ninguém (repito) deixa de ter seu gênero de nascença, apenas vive uma realidade paralela, imposto pelo inconsciente e não por nosso vontade.  A confirmação está na forma natural com que lidam com sua nova vida.


Professor Amadeu Epifânio
Pesquisador / Psicanalista

               



quinta-feira, 22 de novembro de 2018

PODEMOS SER MUITO MELHORES...



SE NÃO FORMOS TÃO SOBERBOS.


Temos o hábito de censurar e condenar os menores infratores.  Mas deixe-me dizer uma coisa.

Nós, adultos, cometemos erros, pelos quais passamos uma vida inteira, tentando entender ou convencer alguém, que não tivemos a intenção de fazer algo, que nos tenha gerado constrangimento ou discórdia, perante outrem.  Nós, adultos, cometemos erros, cujo os quais buscamos respostas para justificá-los e, quando damos, melhor fosse não ter dito nada rsr.

Todos os possíveis erros, todas as decisões erradas, todos os “up, foi sem querer”, partiram de um inconsciente nosso, imaturo e inconsciente, que não pressente perigo nem mede consequências e, sobre o qual (quando age), não temos o menor controle, restando à nós, somente, lamentar e se desculpar, depois de consumado.  Mesmo não tendo controle sobre este inconsciente, ainda sim, somos culpados, por fazer o que fazemos.  Porque estes erros só ocorrem, por não termos as respostas racionais mais apropriadas ao momento certo e por não termos aprendido com nossos erros, em ocasiões passadas.

Nós julgamos os menores de rua, mas nos esquecemos do que os adultos estão fazendo, do quanto estão matando à rodo, sem piedade, as companheiras, os policiais, os próprios filhos, os próprios pais, os torcedores rivais, os que não aceitam outra cor de pele, outra religião. De onde acham que vem toda essa fúria ?  Provavelmente de razões que consideram como justificáveis ao momento deles, quando na verdade, está vindo do mesmo inconsciente inconsequente.  Mas este, nos dá apenas a forma de revidar.  A raiva e o ódio, ocorreram nessas pessoas, em sua infância, quando foram abusados, estuprados, espancados, quando viram seus pais serem mortos cruelmente ou de forma estúpida.

O ódio de uma criança é maior que à de uma adulto, por não poder compreender o ódio que à machucou profundamente.  Quando vemos um adulto sendo cruel, não é ele, adulto, que está no controle, mas a criança dentro dele, usando o corpo adulto como instrumento, para machucar à outrem, da mesma forma ou, com os mesmos danos que sofreu mas, apesar disso, a criança (no adulto) não mata, porque uma criança não sabe o que é matar.  Mas ela sabe e pode machucar, gerando o óbito por consequência, pelos tipos de lesões.

Como ironia, nosso Código Penal Brasileiro, não diz que é proibido matar (ao contrário dos Dez Mandamentos escritos por Moisés). O Código Penal apenas impõe sanções pra quem mata e pela forma que mata.  Mas é tão culpado, os que provocam em outro ser humano, o instinto de matar.   Eu sou contra ou indiferente, ao controle e porte de armas, para o cidadão.  Não faz diferença o tipo de arma que portamos, porque não será essa arma que matará, que irá tirar a vida de pessoas e sim, o desejo de matar.  

O desejo de matar pode fazer uso de qualquer instrumento para machucar e lesionar alguém (até mesmo as próprias mãos, quando estrangula uma pessoa), sendo o óbito, consequência. Isso nos permite ver, o quanto um ser humano (uma criança) pode guardar dentro si, de ressentimento.  Em parte, porque os pais não procuram (nem tentam) ter a percepção dos filhos, o ponto de vista deles, do conceito que criam (em torno dos próprios pais), para agir como agem, fazendo birras, crise de raiva, de choro, de agressividade, isolamento e até suicídio.

Honestamente, eu não provocaria uma criança de rua, porque não iria querer ver o quanto de ressentimento há dentro de si, pelas experiências ruins, negativas ou maldosas, pelas quais já passou e, tudo isso acabaria sendo descontado no primeiro que tentasse lhe causar alguma forma de dano, seja ele moral, verbal ou físico.   Você pagaria pra ver ?   

Já reparou o quanto respondemos às pessoas por ofensas recebidas ?  O quanto revidamos, inclusive fisicamente ?  Porque acha que fazemos tudo isso ?   Porque somos corajosos ?  Não.  Porque somos burros, porque somos limitados, porque nos recusamos à aprender com os erros e as oportunidades e, em razão disso, nossas respostas (físicas, faciais, verbais, etc) estão sendo dadas, sempre pelo inconsciente imaturo e inconsequente, como uma criança de 3 anos apenas.  É pra vocês verem, o quanto somos infantis em nossos atos, em nossas decisões e julgamentos.

Quando Jesus nos disse que do pó viemos e para o pó voltaremos, é porque não sabemos absolutamente nada sobre nós, do porque fazemos as coisas, o que nos motiva tanto errar quanto acertar.  O que nos provoca o riso ou o ódio.  Não sabemos nada e assim permaneceremos, até que comecemos à nos questionar, do porque somos o que somos.  

Os que se consideram mais espertos e inteligentes, são os que menos sabem e julgam ter o controle sobre si mesmos e do que pensam controlar.   A ganância, a vaidade, a soberba, a vingança, são tudo entraves, que nos torna mais infantis do que já somos e muito menos controle das ações, terá sobre si próprio, estando sempre sujeito, mais à reagir, do que agir favoravelmente, em benefício de si mesmo e também de outros e isso, é o que todos querem.


Professor Amadeu Epifânio
Pesquisador/Psicanalista Auto-didata.

               

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quarta-feira, 7 de novembro de 2018

CERTOS HÁBITOS NUNCA MUDAM !


QUANDO MUDANÇAS DENUNCIAM "MUDANÇAS".


Em um mundo cada vez mais diverso e agitado, não é difícil percebermos mudanças, no padrão de comportamento dos jovens (e até de crianças), quando tendem para seguir uma correnteza de hábitos inovadores, presentes em escolas por exemplo, onde ali se concentram padrões muito diferenciados de educação e criação de filhos.  Educar é diferente de criar.   Criar, criamos animais de estimação, agora, educar, é do que está faltando.  Pior, é o que está escasso, pois o que mais se ensina, é o básico essencial e só.

Mesmo não querendo, os filhos não podem evitar reparar, nas mudanças de padrão dos colegas, que pode tender par diversas formas, como imitar penteado, Tatoo's e Piercing's de jogadores, celebridades e artistas.  Ficam acessando redes sociais e páginas dessas pessoas, pra acompanhar comportamentos e estilos de vida.  Ficam trocando informações pessoais e preferências, pelas redes sociais e se expondo, com pessoas que fazem se passar por outras, mandam fotos que não são suas, pedem pra fazer coisas obscenas, para depois ameaçar expôr publicamente.  Prática conhecida por Cyber-Bulliyng.

Não importa qual seja a mudança, já indica (mais do que) mudança de comportamento.  Indica mudança de conceitos em relação à família ou aos pais, especificamente.  Mudanças refletem mudanças de padrão familiar.  Pai ou mãe (ou alguém querido na casa) que morre, se muda, não volta mais, não frequenta mais a casa, brigou com os pais e foi embora (irmãos mais velhos).  Pais que mudam de trabalho e ficam muito distante e não ligam pra casa, pra nada !  achando que está sempre, tudo bem e que os filhos sabem se virar sozinhos.  Com redes sociais.  Será mesmo que estão seguros ?   Não compense seus filhos, com o que eles podem se perder (ou até se matar).  Suicídio infantil é bastante comum, pra quem não sabe.

Quando começam à perceber as mudanças, já fica difícil reverter, porque os pais perdem "moral" por não tornar-se presente (e os filhos não querem saber do seu trabalho, porque vocês não falam deles.   A apatia começa cedo e vira uma bola de neve, à medida que o tempo passa.  O lado triste é que, nem os filhos nem os pais, sabem como tudo isso começou, por isso não sabem como parar.

Muitos pais costumam dar corda, incentivam essas mudanças, achando que estão "agradando" os filhos, quando na verdade, estão transferindo aos mesmos, como gostariam que seus pais tivessem se portado com eles, quando criança.  O desejo de uma criança (já em corpo adulto) é muito mais forte do que este e seus impulsos (dependendo do momento), pode não ter o controle necessário, vindo se arrepender (de tatuar ou implantar um piercing ou mudar o corte de cabelo), somente depois de ter feito.  

Uma pessoa que mata outra num momento de raiva, na verdade não quis matar, mas valeu-se das circunstâncias momentâneas e do impulso de "machucar" (não matar).  Impulsos são mais forte que desejo. Criança não sabe o que é matar, por isso o ela quer, é machucar.  Sendo a morte, mera consequência (ou acidente de percurso). 

Quanto mais negligenciarmos os filhos, mais alimentamos seus impulsos (dependendo de como está sendo criado).   Birras, ciúmes, ataques de nervosismos, malcriações, agressividade, só acontecem porque estamos negligenciando o ponto de vista deles, a forma deles verem o mundo, as frustrações e decepções, as quais vão encarar muitas vezes, durante a ainda.  Mas se não souberem (não forem ensinados) à lidarem hoje, vão “cair” cedo, se limitando e achando que nunca conseguirão fazer nada direito na vida.

Se não querem que os filhos “passem pelo o que vocês passaram”, ensine-os à viver, à raciocinar, refletir, analisar os fatos, como se apresentam.  Sejam sinceros com eles, porque a mentira (além de machucar), é altamente prejudicial para o intelecto psicoemocional deles, quebrando qualquer referência positiva, que possam fazer uso, quando as coisas ficarem difíceis, recorrendo provavelmente, ao mesmo recurso (da mentira), pra sair de uma situação difícil.   Crianças precisam sentirem-se seguras, emocionalmente, para que não venham fazer uso de hábitos de terceiros, de padrões “estranhos” de comportamentos, para sentirem-se bem.


Professor Amadeu Epifânio
Pesquisador/Psicanalista