Projeto VIVA +

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

PARA QUEM TEM TDAH (E SUAS LIMITAÇÕES)


         EXERCÍCIOS DE ROTINA PARA DISCIPLINAR O CONTROLE DA VONTADE.                

                  Pessoal, olá.  Para quem é TDAH, existe uma batalha sendo travada dento de vocês, 24 horas do dia, pelo controle da vontade sobre o corpo, entre o estado consciente e inconsciente de vocês.  Em pessoas sem TDAH (nem vou dizer normal, porque nem somos tanto assim rsrs), o controle sobre o consciente é, por via de regra, maior do que nas pessoas com TDAH.

                   Não porque elas não tem TDAH e sim, por terem (nem sempre) uma condição emocional satisfatória, que às permite controlar a sua vida.  Já em pessoas com TDAH, esse controle é mais deficiente, mais falho, sendo em razão disso que acontecem lapsos de memória ou de foco sobre o que esteja tentando fazer.
                    A mente de um TDAH é semelhante à de um quarto de bagunça (sem lugar certo pras coisas).  É preciso que seja reposto em ordem, para ter a vida de vocês como vocês querem e não como o transtorno os impõe.  Uma reintegração de posse sobre o controle da vontade consciente.

               Para que isso seja possível, é necessário criar exercícios de rotina disciplinar, onde através destes, criam-se então, hábitos novos, como nova proposta de sugestão à mente, para que esta venha aceitar esta sugestão, em detrimento dos hábitos atuais e errados.  Evidente que não será da noite pro dia, mas certamente não levará mais a vida inteira, dependendo apenas do emprenho aos exercícios.

               Esses exercícios deverão ter caráter específico para cada tipo de dificuldade, como por exemplo, distração, perda de foco, desorganização, hiperatividade, etc.  Sugiro que comecem pelo ponto que seja o mais cobrado em cada um, como: “Se eu pudesse controlar ao menos isso (...) já me sentiria melhor.”  Isso já servirá de impulso para trabalhar os próximos passos.

                          O que impera atualmente hoje, em pessoas que carregam o TDAH, é a aparente submissão ao transtorno sem nenhuma perspectiva de cura ou de tratamento, à altura da demanda das dificuldades encontradas, para que possam(seus respectivos portadores) gozar uma melhor e satisfatória qualidade de vida, em busca de velhos sonhos (suspensos) ou de novas conquistas.
Os exercícios propostos compreendem:
1)        Exercícios de rotina agendada Para disciplinar a memória;
2)      Exercícios de tarefas programadas Para trabalhar a organização e a Preguiça;
3)      Exercícios Leitura e Releitura com Interpretação Para trabalhar o foco no estudo;
4)     Exercícios de leitura trava-língua Para frear os pensamentos hiperativos.
5)   Exercícios propostos (estabelecer uma tarefa e levá-la até o fim) - Para  trabalhar a perda de foco nas atividades (Realizar 3 x por semana).
 Tipo: Estabelecer um lugar pra ir e não se desviar por nada.  Quando chegar ao destino, não volte somente, estabeleça novamente o objetivo de não se desviar.  Quando for ler alguma coisa ou estudar, tem que se determinar estudar por partes e não de uma vês só.
Outras dificuldades a T.C.C. poderá ajudá-los à criar, seguindo o propósito desejado.

Todos os exercícios com empenho e paciência, pois o que queremos não é pressa e sim, criar hábitos com disciplina, para restabelecer o controle da vontade e do corpo.

“Não procure saber o que excede a tua capacidade,

e não especules o que ultrapassa as tuas forças,

Mas pensa sempre no que Deus te mandou,

e nas muitas obras suas, não sejas tão curioso.”

(Eclesiastes 3, 22)

Um dos maiores aliados, para restabelecer o controle sobre a vontade é o auto conhecimento, conhecer-se à si próprio.  Nem mesmo os considerados “normais” fazem isso.  

Se vai enfrentar um “inimigo” é preciso estuda-lo antes para descobrir seus pontos fracos, não é verdade ?  Descubra seus pontos fracos e explore-os, encontre as brechas, porque certamente elas existem.  É um jogo de estratégias, onde seu adversário é o TDAH.

Deus não lhe confiaria essa forma de “crescer”, se soubesse que você não conseguiria.  Todos nós carregamos nossas dificuldades, porque a vida é uma grande escola e aqueles que conseguem “passar nos exames”, conseguem ser grandes mestres.



                                         Amadeu Epifânio


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Obs:  Olá á todos, fiz alterações de cor, para facilitar a leitura do texto.  Aprovado ?
                                          

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

DEPRESSÃO CORRETAMENTE DIAGNOSTICADA.



TRATAMENTO – Do jeitinho certo...Pode dar certo.


Olá, Depressão é uma doença que começa de dentro pra fora, pois que é o emocional ferido (einconsciente) que detona a autoestima do paciente, minando suas forças externas.  Sendo assim, qualquer tratamento terapêutico deve ter sua abordagem, feita também, de dentro pra fora, tentando resgatar, no depressivo, sua autoestima, através do resgate de memórias positivas, que um dia lhe proporcionaram prazeres e alegrias, como sonhos, desejos ardentes, conquistas difíceis, conquistas compartilhadas de entes, enfim, qualquer memória neste sentido, é válida porém, com algumas restrições.  Já vou explicar.

Mesmo pequenos detalhes (que muitas vezes nem damos tanto valor), em momentos esses, pode ajudar muito, como passeios realizados, viagens, reuniões de família, natais, etc.  Esses momentos não devem ser simplesmente mencionados ao depressivo.  A técnica consiste em fazer trabalhar a auto estima, de forma que a informação seja passada e aceita pela mente, como algo positivo para o corpo que o abriga.  Entendam uma coisa, nossa mente não cria soluções do nada, ela se vale apenas do que tem e do que vem à receber, oportunamente. 

Numa depressão (corretamente diagnostica), as memórias positivas estão sendo bloqueadas (involuntariamente) pelo excesso de tristeza, angústia ou pessimismo, sendo então necessário, que eles sejam relembrados novamente mas, de forma indireta.  A melhor forma de fazer isso é provocar o depressivo, com algumas frases do tipo:

"Você fez a diferença na última reunião, não vamos conseguir sem você, este ano"; 

"Estamos contando com você novamente (...)"; 

"Só você sabe preparar (...) como ninguém, não nos decepcione".

“Qualquer pensamento que esteja tendo no momento, não há de ser mais relevante que a sua presença entre nós”.  

Frases que devem ser direcionadas, não à uma pessoa doente, mas como à uma pessoa normal, com naturalidade (e não, com pena dela), como alguém com condições de fazer e acontecer.   Faça isso algumas vezes, por semana, sem pressão, de maneira alternada (frases e pessoas diferentes).  Entre no ambiente em que o depressivo se encontra, faz como fosse pegar ou deixar algo, sente-se próximo e diga uma dessas frases (ou alguma feita especificamente à realidade de vocês).  Espere alguns segundos e saia do ambiente devagar (não deixando parecer coisa ensaiada).  Compreendem ? 

Não esperem por alguma reação imediata, pois estas frases ficarão ruminando no inconsciente, até que sejam aceitas e o depressivo comece à reagir voluntariamente, o que pode demorar um pouco, mas que não há de levar mais, a vida toda, mas que haverá de influenciar, positivamente nela, em oposição às concepções negativa e existentes no momento.

Uma coisa muito importante deve ser levada em consideração (e espero a compreensão de todos).  Recomendável que esses procedimentos, via de regra (caso existir), não seja feito por eventuais pessoas (parentes ou não) que porventura o depressivo manifestasse certa apatia, anteriormente.  Ponha-se no lugar dele (ou dela);  se o mesmo ocorresse com você, iria aceitar alguma coisa de alguém que você não gostasse ? rsr   Preferencialmente, pessoas muito próximas (tipo xodó rsr), como netos, afilhados, sobrinhos, bem como os demais familiares, porém respeitando aquela condição anterior.  Não é necessário sufocar o depressivo com frases, sendo suficiente, apenas,  duas vezes por semana.

Depressão é como areia movediça, que quanto mais se debate (exteriormente), mais se afunda.  Deve ser um trabalho constante, ao mesmo tempo com muita paciência, pois que sua condição não é voluntária e sim o inverso, onde não depende apenas de sua vontade para reagir e que sua motivação deve vir de dentro.

Respeitar a individualidade é ajudar à partir do ponto da dor do outro, pois somente desta forma, qualquer ajuda terá grandes chances de tornar-se produtiva e eficaz.  Ok ?

Neste Blog existe um atalho para o Facebook, onde lá poderão entrar em contato comigo, para tirar quaisquer dúvidas.  Também através do E-mail: vivamelhor307@gmail.com 

Que Deus abençoe à todos que participarão deste santo desafio.


                                         Amadeu Epifânio


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terça-feira, 19 de agosto de 2014

PARA SÍNDROME DE PÂNICO E ANSIEDADE GENERALIZADA E TRANSTORNO BIPOLAR.


DICAS PARA IDENTIFICAR POSSÍVEIS CAUSAS DE PÂNICO, ANSIEDADE

E TRANSTORNO AFETIVO BIPOLAR






                        Síndrome de Pânico é quando dispara a ansiedade (elevando-a), em decorrência de um fator ambiental qualquer.

                      Tenho certeza que ele não age 24 horas em vocês e sim, algumas vezes e em determinadas circunstâncias, não é verdade ?  Vou pedir pra que façam uma coisa, para descobrir possíveis causas, tanto de pânico quanto de ansiedade, ok ?

               Quero que analisem alguns fatos quando sentirem que o "vulcão vai explodir outra vês" (não é gozação, mas entendo perfeitamente o que passam).

QUERO QUE COMECEM À PRESTAR ATENÇÃO NESSES FATOS, SEMPRE QUE OCORRER UMA CRISE.

a) Pessoas que estão por perto (e aspectos peculiares, se existir),

b) O lugar em que estão, se em casa, numa praça, hospital ou em outro estabelecimento;

c) Se sozinho, acompanhado e de quem.

d) Período do dia (manhã/tarde/noite/madrugada);

e) Se o momento foi motivacional ou aleatório.

f) A frequência que acontece nas mesmas circunstâncias.

                    Enfim, quero que comecem a anotar isso tudo em algum lugar, como no computador, agenda, papel, não importa.  Vamos começar a estabelecer possíveis causas ambientais que estejam disparando o Pânico.  Vocês vão anotando durante duas semanas no máximo.  Se as crises ocorrem com frequência, sinal que este fator está bem próximo  (casualmente ou frequente).
Após 2 semanas, começaremos a eliminar algumas possibilidades e convergir para outras.

                   O Objetivo é perceber se alguns destes fatores se repetem, na maioria das crises.

              Isso vale para todos que estão no grupo de Pânico e também para Ansiedade Generalizada.

                  Nunca se esqueçam de Deus, Êle é peça chave de ajuda em qualquer dificuldade, ok ?

                       BOA SORTE À TODOS E QUE DEUS OS ACOMPANHE.


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quarta-feira, 6 de agosto de 2014

TRANSTORNOS ?

Muito ajuda quem não atrapalha.



Mais do que um transtorno, tem sido um grande calvário a vida de pessoas que levam consigo alguma forma de transtorno psiquiátrico.  E não estou me referindo apenas ao fator patológico da questão, mas principalmente e especificamente, de quem mais deveria ter o dever e a obrigação de ajudar e contribuir, muitas vezes, não só para o tratamento, mas principalmente para que se encoraje à procurar por um, como no caso da depressão.

Estou me referindo aos familiares diretos (os que convivem diretamente), que muitas das vezes tentam esquivar-se do dever de ajudar, sendo mais fácil discriminar, tachar disso ou daquilo, minando o pouco de autoestima que ainda resta, para aqueles que carregam essa cruz tão pesada.

Não são poucos os tipos de transtorno, onde a figura da família seria crucial para a eficácia de um tratamento e de uma vida mais próxima possível do normal, podendo reavivar sonhos que ficaram suspensos.

Transtornos como TDAH (infantil e adulto), Ansiedade, Pânico, depressão e até ex-dependente de drogas, mais do que uma necessidade, a ajuda da família é condição para que seu ente encontre logo a paz, o equilíbrio, o convívio e o resgate do que perdeu ou que ficou suspenso, à espera de uma condição mais favorável para retomar ou resgatar.

Nenhuma pessoa pediu ou comprou para si o seu transtorno, ele é resultado de evento traumático precoce, de graus variados e adequado ao histórico de vida inconsciente, de quem o possui, que pelo atraso do início de um tratamento, originou-se um problema psicológico, por sua vês, neurobiológico, que por sua vês, psiquiátrico.

Assim como fatores ambientais foram responsáveis pela criação dos transtornos, da mesma forma os mesmos fatores, através da família, podem contribuir, também através da ajuda de terapia (psicológica ou em psicanálise), à fazer com que a pessoa com transtorno, encontrar em si, novamente, a paz tão desejada.  É imperativo que para alguns, a medicação venha oferecer condições para corresponder à terapia, promovendo a condição necessária para o mesmo.

Aceitar e não esconder-se, encarar ao invés de fugir, também pode ser uma forma de atrair para si o respeito dos outros à sua realidade.  Todo transtorno deixa espaços, pois que ele não chega à interferir 100% ou 24 horas.  Existem os espaços, onde seu portador pode respirar um pouco, como a abertura de uma pequena fresta de uma janela, onde, através dela, entre luz e ar. 

Estes espaços, também oferecidos com ajuda de medicação, é que devem ser explorados com atividades programadas, à princípio, por tempo fixo e tendo seu tempo aumentado em mais 10 à 15 minutos de cada vês, com o propósito de disciplinar a vontade diante do transtorno, cada vês por um tempo ainda maior, favorecendo maior tempo para seu portador exercer outras tarefas.  

Quando o assunto é transtorno, uma regra básica e mínima é essencial: à do Muito ajuda quem não atrapalha, mas se for pra ajudar... seja muito bem vindo.   Segurança emocional, eis o fator chave que pode fazer o portador de transtorno, mover montanhas e que, com a ajuda da família para sustentar  essa condição, as possibilidades de controle sobre o transtorno são muito maiores.

Viver bem é possível, melhor que todos acreditem.  Uma Tripulação unida é a certeza de uma viagem segura.  Que Deus abençoe à todos, principalmente os que se unem para ajudar.


                                           Amadeu Epifânio


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domingo, 27 de julho de 2014

PARA SE ENSINAR ALGO...


...ANTES É PRECISO OUVIR.


Nosso mundo, nosso planeta, o lugar onde vivemos, está passando por verdadeiras provações, por causa da ação do homem, por sua ganância e pretencionismo, de apenas querer se impor, por achar que sua posição lhe garante alguma forma de poder sobre os outros.  Poder que lhe cega a razão e o discernimento e o leva à cometer atos capazes de prejudicar e arruinar, a vida dos outros e por consequência a sua própria. Sua alma.

O individualismo exacerbado leva ao retrocesso espiritual e até mesmo social, pois que é difícil achar pessoas que queiram compartilhar de uma filosofia de vida tão retrógrada.  Nada incomoda até que nos incomoda e, mais cedo ou mais tarde, cairá em si e no dia que isso ocorrer, poderá ser tarde demais para se voltar atrás, pois já terá machucado uma infinidade de pessoas.

Há os que ainda creem na falsa teoria de ensinamento aos filhos, sobre o quais defende a regra utópica do “faz o que eu digo e não o que eu faço”, quando na verdade, são os gestos que estão sendo sempre julgados e infelizmente copiados e imitados, levando também à estes o mesmo destino de quem os ensina.

Por não ouvir, por não querer ver e aprender (ou conhecer) o próprio universo que o rodeia, a própria família que o cerca, o homem é capaz de condenar a própria espécie (seus próprios entes), em defesa de uma postura arrogante e ignorante, mesquinha e contraditória, aos fatos que se tornam evidentes e reais diante de si, sem nada precisar provar para que acredite, que o outro pode estar sofrendo, além do seu próprio transtorno, também pela ignorância dos que não creem na  realidade do outro (como pessoas que convivem com TDAH’s e outros transtornos).

Ouvir, para depois falar e ensinar, antes, por si só, já lhe outorga o mérito de grande disciplinador, pois que não há ensinamentos onde reina a ignorância, exceto se não, o de levar cegueira aos que acreditam na falsa visão do próprio ego, em crer na luz da sua própria escuridão.   Por não ouvir, por não saber e conhecer o universo e o ambiente em que se encontra, o homem leva à guerra, centenas de homens inocentes, que apesar de não compartilhar das mesmas ideias, pagam o auto preço da insanidade, de quem os governa.

Por não ouvir antes a voz de quem clama por justiça, guerras são travadas nas ruas, na vã esperança de vencer por uma razão, que não sabe quem a detém, porque não se sabe, quem começou, pois que nessa batalha campal e urbana, uma regra sempre prevalece, a de que “Quem revida, perde a razão”, mas que nem mesmo assim, ambos cedem e ambos sempre perdem, alguns, a liberdade, outros a vida.  Mas o maior vencido é a justiça, cuja qual declina seu poder, como referência intimidadora da violência em todos os níveis e que hoje, em todos os níveis, a violência reina e se torna presente em cada canto, por razões cada vês mais banais e mais disseminada.

Eis que seja este o maior de todos os ensinamentos, pois que é através dele somente, que verdadeiramente se aprende, pois nunca saberemos o que ensinar, se antes não soubermos onde está a maior carência dos que precisam aprender e o que aprender.

Se o mundo está vivendo este caos, essas guerras, essas mortes absurdas e estúpidas, com certeza é pela imposição de líderes que se recusam à ouvir para conciliar, aprender, para promover a paz, simplesmente porque a insanidade da guerra é mais lucrativa do que zelar pela Paz.

Que Deus nos ajude.

                                                   Amadeu Epifânio


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