Projeto VIVA +

quinta-feira, 2 de julho de 2020

Sofrer de graça tem graça ?

ASSISTA AO VÍDEO (DO LINK ABAIXO) E APRENDA UM EXERCÍCIO QUE VAI FAZER VOCÊ SOFRER MENOS.




https://www.facebook.com/Prof.EpifanioAmadeu/videos/2318874275075346/ 

Professor Amadeu Epifânio 
Pesquisador/Psicanalista Autodidata.








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sexta-feira, 19 de junho de 2020

SOMOS O QUE SOMOS...



...PELAS LIMITAÇÕES QUE CRIAMOS.



Olá, criei este gráfico para explicar como funciona o nosso sistema de respostas, prazeres e compensações, em razão dos questionamentos que recebemos, em forma de estímulos verbais, dores, sofrimentos, alegrias, etc.  O tipo de resposta que somos induzidos (ordenados por um dos nossos inconscientes), vai depender da rapidez de resposta, da possibilidade de termos a resposta em acervo, mais a rapidez com que nosso inconsciente racional (EGO) leva para encontra tal resposta no acervo.

Faz parte do mesmo acervo, as experiências emocionais que tivemos ao longo da vida, boas e ruins, as quais poderão, segundo sua frequência aritmética, influenciar na rapidez e precisão das raspostas, bem como se elas virão de forma verbal, como ação ou reação (positiva ou negativa).  Como veem, não é tão simples tomarmos boas decisões, uma vez que existem condições à serem satisfeitas, antes de responder ou decidir sobre certa questão.

No lado oposto à isso, temos o inconsciente inconsequente Id, o qual representa os nossos impulsos que, quase sempre nos leva à lamentações, arrependimentos e remorsos se, formos agraciados por nossos pais, com tais princípios e valores morais.  Para algumas decisões existem consequências, como as erradas ou de forma imprudente, negligente ou sem a devida perícia, cabendo ao ID nos fornecer, como resposta, o que julgar como apropriado ao momento, proveniente do seu imenso acervo, de natureza questionável.

Qual o propósito disso ?  Nos forçar à aprimorar nosso próprio acervo, o qual pertence ao inconsciente racional Ego, o qual tem sempre a prioridade de nos fornecer as respostas pelas quais devemos nos esmerar por arrebanhar, com o objetivo de manter nosso equilíbrio psíquico, pelo maior tempo possível.  

Ambos inconscientes buscam promover nossa estabilidade emocional e bem estar e (como podem ver no gráfico), fica mais fácil atingir este “prêmio”, mais pelo Ego do que do ID, razão pela qual, torna-se imperativo (repito) esmerar-se por elevar o nível de qualidade do acervo do Ego, não somente no plano cultural como também na esfera emocional, visto que (já dito antes), é pelo conteúdo aritmético deste que definirá nosso temperamento dominante, usualmente partilhado com outras pessoas.

Já mencionei em outros artigos, aqui neste Blog, que a humanidade está um tanto inerte diante dos estímulos recebidos, de toda sorte, o que fatalmente prevalece como fornecedor de suas respostas e reações, o inconsequente inconsciente ID, o qual não mede consequências e não pressente perigo, diante das tentações que somos acometidos pelos estímulos, cujo resultado dependerá de muita sorte, para que o dano consequente, não seja tão desastroso, nocivo ou até mesmo, letal.   Referi-me à humanidade, pois que este gráfico é aplicado à todo ser humano e faixa etária, em qualquer parte do planeta.

O Ambiente é sempre responsável pela predominância dos nosso conceitos, bem como da frequência (da forma) de resposta que compartilhamos, favorecendo ou não, a continuidade do tipo de convivência que partilhamos neste, ou em qualquer outro ambiente, podendo o mesmo ser familiar, social ou profissional.  

É nos conceitos que estabelecemos, que elevamos (ou não) a qualidade e quantidade do acervo do Ego, tendo em vista que, para o Id, seu acervo é arriscadamente fornecido, podendo nos causar danos, desde de banais à irreparáveis, perante aos que nos são próximos ou para os que coincidentemente, cruzam nosso caminho em hora e local errados.

Não deixem de comentar, o Blog não tem moderação.


A vida feliz consiste na tranquilidade da mente.    (Cícero)


Professor Amadeu Epifânio

Pesquisador / Psicanalista Autodidata.



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quarta-feira, 10 de junho de 2020

BULIMIA (E NERVOSA)



DOIS FATOS PARA SEREM ANALISADOS SEPARADAMENTE.




A Bulimia nervosa são duas situações que (embora sequenciais) devem ser separadamente analisadas, porque ?  Porque envolve duas reações distintas, sendo a primeira positiva e a segunda, de natureza negativa.  A primeira ação (comer de forma compulsiva), envolve não somente a ação de comer, como também e associado, o fato de comer rápido, como se algo dependesse disso.  Vamos primeiramente, nos reportar à idade em que ocorreu a primeira vez, tendo a criança uma faixa etária entre 8 e 12 anos, pois a ação que ela tomará, não pode ser tomada por uma criança de idade muito pequena.

Vamos simular uma situação, à qual irá retratar a criação da Bulimia.  Uma criança (na faixa supra citada), que deseja descer ao PlayGround para brincar com o s amigos, no momento em que a refeição está posta na mesa, houve do pai ou da mãe a condição, de que só poderá descer, tão logo termine sua refeição.  A criança, mesmo frustrada e com uma única escolha, resolve então, acabar com a refeição em poucos minutos, objetivando alcançar a recompensa prometida porém, ao terminar a refeição e pedir autorização para descer, toma um balde de água fria ao ser negado pelos pais.

Embora rogando o fato de que sua parte fora cumprida, a palavra em torno da promessa, não.  Sem mais nada poder fazer ele vai para o quarto porém, tomado por sua indignação, se dirige ao banheiro, tranca a porta, provoca o estômago à por pra fora toda a janta, em sinal de repulsa e rejeição ao comportamento dos pais.         Um outro fator que também pode gerar a Bulimia nervosa, é quando uma criança, de gênero masculino, vê no pai um concorrente aos afagos da mãe, trata de jantar de forma rápida, à fim de poder gozar privativamente da mãe, antes da chegada do pai do trabalho, fato que acabará por alugar a mãe, na atenção sobre ele.

De forma afoita, termina o jantar (uma vez que a mãe diria à ela a mesma coisa, na citação anterior, colocando o término da refeição como condição primária para obter o prêmio tão sonhado.  Mas tão logo termina sua refeição, eis que chega o pai do trabalho e com ele (e por água abaixo), toda sua desejosa esperança de ter, por alguns minutos a atenção da mãe.  É um fato que acaba lhe causando enorme frustração e também raiva do pai, por sua concorrência e interferência, na disputa pelos afagos maternos.  Da mesma forma, vendo seu esforço ir para o “ralo”, ele vai ao banheiro e repete a mesma ação que o primeiro, desfazendo-se do seu esforço.

Sei que pode vos parecer pequena a ação, para justiicar um problema sério como a Bulimia porém, tem essa observação, uma justificativa bastante fundada, no fato de que não estamos pensando sob a perspectiva da criança (ou do jovem ou adolescente, praticante ainda do problema), na idade em que a mesma está.  Mantemos o velho hábito de querer entender dos filhos pequenos e suas percepções, na visão apenas de adulto, o que dificilmente conseguiremos grandes resultados ou, simplesmente nenhum.  Para os adultos, a criança passará apenas por uma breve sensação de frustração, mas que logo acabará e esquecerá.  DOCE ILUSÃO.

Em nossas caixas pretas, especialmente das experiências emocionais, este episódio jamais se apagará, podendo agora somente, ser “sufocado” por bons momento se, for este o desejo dos pais.  Do contrário a dupla atitude (comer e vomitar), se repetirá por gatilhos emocionais acessíveis, bastando apenas olhar para os pais, para comer rápido sua refeição, para em seguida, regogitá-la como repulsa. Obviamente, para a pessoa (jovem ou adolescente), tais atitudes são involuntárias e, portanto, sem o respectivo controle, adotando fantasiosos argumentos, como preocupações com peso, vestuários, auto-imagem, etc, para tentar justificar sua atitude, aparentemente inexplicável.

Somente um psicanalista para ajudar à livrar-se desse pesadelo.  Até então, qualquer tipo de censura, bronca ou lição de moral, será totalmente desnecessário, uma vez que a Bulimia é inconsciente e involuntária, presa no reprimido, na idade em que se deu a primeira experiência.  Sem contar que os pais podem ter influência direta ou indireta sobre o problema e consequências decorrentes do transtorno, que não são poucas, muito menos saudáveis.

Ambas as situações, o comer rápido e desfazer-se do que comeu, são duas ações distintas, não cabendo que sejam tratadas juntamente.  É recomendável que apenas a primeira parte seja tratada, para que a seguinte se resolva “automaticamente”.  Por não levarmos em conta as perspectivas dos filhos, em suas respectivas idades, muita coisa passa batido, muitas broncas, indiferenças, castigos injustos e outras punições, podem, à depender de fatores diversos, causar problemas na vida adulta dos filhos.  Nada acontece por acaso ou só para irritar os pais, melhor que puxe uma conversa, à fim de descobrir o que de fato está ocorrendo, do que fazer com que nossa reputação piore.


Ninguém é igual a ninguém. 
Todo o ser humano é um estranho ímpar.   
(Carlos Drummond de Andrade)


     Professor Amadeu Epifânio - Pesquisador/Psicanalista Autodidata.
     










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terça-feira, 2 de junho de 2020

sexta-feira, 29 de maio de 2020

PROVOCANDO SUICÍDIO...

...MESMO EM VIDA.



Não é preciso nenhum expert, pra saber (e ver) que o mundo está um tanto egoísta e culturalmente limitado.  Valores essenciais estão sendo deixados de lado (quando não esquecidos), mesmo quando somos lembrados o tempo todo.  A humanidade tem se apegado à materialidade, em todo seu universo (especialmente eletrônicos) e fazendo uso do mesmo, para distrair os que nos cobram atenção e afeto.

Com essa atitude, contribuímos para os principais fatores que agravam, de forma severa, as condições psicoemocionais, dos que se sentem abandonados ou rejeitados, em seu ambiente de convivência.  Vou enumerar esses fatores e ver se existe alguém que se identifica com a “história” que está ocorrendo em seu próprio universo.  Senão vejamos:

 Banalização da vida
 Banalização dos sentimentos
 Rompimento afetivo
 Egoísmo e individualização do ser
 Sentimento de abandono ou Rejeição
 Sentimento de frustração
 Sentimento de Decepção
 Sensação de Desprezo
 Sensaão de Indiferença

Isso ainda não é tudo.  À depender da idade, intensidade e severidade da sensação, quem sofre pode estar acumulando tudo isso, numa contínua sensação de angústia, por não ver perspectiva de melhora, da situação em que se encontra.  Perda de confiança é a primeira consequência, isto é, não importa o quanto se prometa que irá melhorar, que a intenção se torna palavras ao vento, sem nenhum efeito prático.

Outras duas consequências costumam se tornar evidente, provocado pelo inconsciente imaturo porém, no sentido de mostrar à quem fere, o mal que está causando com ou sem intenção.  Um deles é o isolamento e a negação de se abrir com outras pessoas (por mais próxima que seja).  A segunda é o inverso, isto é, quando começa à fazer programas de baladas com amigos, com intuito de beber, se divertir mas, não de forma natural e sim, como mecanismo de defesa inconsciente e involuntário, para conter uma dor, de intensidade significativa (e insuportável).

Tal reação pode levá-lo(a) à compulsão alcoólica ou uso de cocaína.   Tal reação tem a pretensão de mostrar o quanto se está sendo desprezado(a) e quanto se está fazendo o que quer e deixando de lado, alguém que julgava ser importante.  O universo de famílias de classe média e alta, está repleta de situações como estas, haja vista as boates que vivem (ou viviam) cheias, antes da pandemia.  Mas não esquenta, ainda temos (as roletas russas da vida), com os famosos rachas com carros potentes, patrocinados pelo os que patrocinam tais comportamentos.  O suicídio (pela banalização da própria vida) vem da velocidade, que representa a vida ativa do seu algoz, que mal dá tempo de se verem, mesmo em seu ambiente de convivência.

Nos dias atuais, não é preciso muito, para criar situações de risco.  Pode-se (quem sofre) não morrer em decorrência de suas compensações porém, ainda sim, estará “morto” em vida, para aquele cujo qual o (a) desprezou, a maior parte de sua vida.  Não preciso dizer que trata-se de um processo aritmético, isto é, que tal postura já advém de algum tempo e, por mais que tenha rogado atenção, a frustração alcançou “altitudes” quase inatingíveis, necessitando esforço maior agora, se quiser consertar para reverter o dano causado.

O texto está meio generalizado, pois que, cada família, filho e pais, tem concepções diferentes, à cerca do que entende por atenção e afeto, para com os seus entes (enquanto que por milagre) ainda vivem.  Quando o ambiente se restringe à classes menos favorecidas, não é tão difícil criar condição semelhante, com excessão apenas, nas formas de compensação, por tratamentos bem diferentes do esperado, sendo as consequências, quase que um padrão comum.

Nada é suficiente para quem o suficiente é pouco.    (Epicuro)

Professor Amadeu Epifânio
Pesquisador/Psicanalista Autodidata.




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quinta-feira, 21 de maio de 2020

ESTAMOS DE FATO, SENDO PAIS ?



QUE CONCEPÇÃO TEMOS SOBRE ISSO ?


Ser Pais, hoje, representa para Deus, um dos mais importantes papéis que assumimos.  Ter filhos é desejar evoluir-se, passando de lar conjugal para familiar. Até aqui tudo bem mas, o que significa para os pais esse papel ?  No que compete ao casal essa atribuição ?  Como discernir os papéis de criar e de educar os filhos ?  De fato, muitas perguntas para algo que julgávamos ser tão simples, quanto ser apenas família.

Sabemos religiosamente que somos todos, filhos do mesmo “Pai”, que é Deus.  Diante disso somos, além de pais, tutores dos nossos pequenos irmãos e, como tal, cabe aos pais prepará-los para a vida adulta, apresentá-los à Deus, para que, por si só, possa perceber e cumprir sua missão.  Mas o caminho é árduo, porque o mundo está cada vez mais desafiador e perigoso.  A necessidade de iniciá-los no conhecimento é imperativo.

Os filhos são representantes diplomáticos dos pais, lá fora, como na escola por exemplo.  É através dele que a nossa imagem de pais é passada ao mundo exterior à do lar.  Não adianta ensiná-los à dizer o que querem, simplesmente porque eles irão partilhar com os demais “representantes” (colegas), o que vê e ouve de maneira natural, dentro do lar.  E ele ouvirá dos demais, a experiência de vida que cada um deles, que tem em casa.  Sem perceber e involuntariamente, eles irão comparar com a sua.

É aqui que os problemas começam.  É aqui que o nosso papel é posto à prova e que devemos ter jogo de cintura, para explicar tudo de “diferente” que está vendo, entre a sua família e à de tantas outras, as quais ele partilha todos os dias, enchendo a cabeça de uma infinidade de padrões de vida familiar.  Tarefa difícil não é mesmo ?  Devemos tornar nossos ensinamentos, imunes à influência de outros padrões.  A vida não só é desafiadora como nos impõe armadilhas, que são as tentações do mundo moderno, que nos afasta do convívio e propósito familiar.   Os celulares que o digam.

É imperativo que os filhos saibam por si só (desde que o preparamos para tal), saber quais portas abrir e quais fugir e se afastar.  Mas como esperar que eles façam isso se o exemplo dos pais apontam para uma direção oposta ?  Nem se quer o preparamos para o ambiente escolar, para a convivência mútua, para aceitar todas as diferenças, que vai desde alunos especiais até mesmo convívio com pais tão diferentes da ideia que eles mesmos tentam passar. 

Não é de se estranhar que crianças estão amadurecendo muito antes do que seria o normal mas, um amadurecimento que lhe serve de “blindagem” à hipocrisia, mas que não o ajudará muito lá fora, pelo contrário, partilhará não só sua experiência como amizades, com outros colegas em igual condição, apenas por não fingirem ser diferentes do que realmente são.  Aos poucos vai se perdendo o contato afetivo, ou seja, eles estão começando à alimentar a ideia de “pular do barco”.

Esta imagem reproduz exatamente o que estou dizendo, isto é, da relação conjugal depende o equilíbrio do convívio familiar e a estabilidade psicoemocional dos filhos.   Está na hora de fazer valer o melho diálogo.  Chamá-lo, admitir a culpa e passar à eles o medo que vocês tem, que ele venha se prejudicar por conta dos seus erros.  Vejam (na imagem), que pelo menos, um do casal é mais esquentado, enquanto o outro, nem tanto (se não o inverso).  Não especifiquei o gênero, uma vez que não é padrão, que apenas um cometa tantos erros mas sim, o desequilíbrio da relação conjugal.

Para que, exatamente, desejamos ter filhos ?  Próprios ou adotados.  Ambos não tem diferença, exceto pelos mesmos problemas que podemos lhes causar.  Esse texto é um alerta para a forma de criação que estamos dando aos filhos.  Já trabalhei como inspetor de alunos, à coisa de 2 anos atrás e puder ver, tanto nas classes do fundamental 1 e 2, a imagem que os representantes diplomáticos, estão passando ao mundo (e não apenas na escola).  Estão se sentindo à deriva, sem alguém que os oriente, que lhes aponte (e que seja) um norte na vida deles.  A hiperatividade deles, se não for decorrente de transtorno (tdah), é falta de convívio e de interação.  Já havia dito (nos vídeos que estou fazendo e deixando no Linekdin), que eles não tem culpa disso, que sua manifestação não passa de mecanismo de defesa inconsciente e involuntário.

Quando o que é ser normal, foge a normalidade, é um alerta de que é preciso dar um tempo no trabalho, para dar mais atenção ao problema.  Mas eles não precisam de sermão, basta um “tempo técnico” para um breve e eficaz diálogo, para lembrá-los de que eles tem uma família e que pode contar com ela, para o que der e vier.  Nada de ironias, nada de sermões, nada de broncas, porque eles não sabem de onde vem, se de um estranho ou de pais ausentes.  Se cobramos, devemos estar um passo à frente.


A parte que ignoramos é muito maior que tudo que sabemos.   (Platão)

Professor Amadeu Epifânio
Pesquisador/Psicanalista Autodidata.   








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