...SOMENTE NUMA RESSONÂNCIA !
"CORRIGINDO PASSOS PARA UM CAMINHO + SEGURO". (Prof.Amadeu Epifânio - Psicanalista Cognitivo)
...SOMENTE NUMA RESSONÂNCIA !
O QUE ESTÁ FALTANDO ?
Já não é de hoje que os jovens (entre 8 e 14 anos), andam com pouca percepção de futuro. Apesar de verem já, os pais "lá na frente", com suas vidas constituídas, não será o bastante para sentirem-se automaticamente motivados. Eles mesmos não veem isso como fator motivacional, sentem como se ainda lhes faltasse algo. Toxidade nas relações desestabiliza a percepção de mundo e de futuro, como algo indiferente à vida dos filhos. Ao término da fase infantil (por volta dos 7/8 anos), os filhos alimentam uma ideia de convivência familiar, se perfeita, harmoniosa, tóxica, etc. Ao passar para a próxima fase (8 a 14 anos), eles já mantém a ideia que, como está, não muda mais.
Porque isso ? A estabilidade emocional é fundamental para nutrir o pensamento de corresponder - voluntariamente - ao tratamento que recebe em casa (bom ou ruim). Uma convivência tóxica pode manter ou afastar este respectivo desejo e também os estudos, dificultando ainda mais as relações. As notas escolares estabelecem um parâmetro de intensidade, das broncas recebidas ou elogios merecidos. É preciso que eles próprios tenham o interesse de buscar suas conquistas por vontade própria, sem a necessidade de cobrança dos pais e muito menos ficar exibindo boletos escolares.
Incentivados pelas amizades, jovens costumam aderir à gostos variados por programas e atividades, quando não, shows de artistas diversos. Carência costuma ser (involuntariamente) o grande vilão, à compensar a falta, muitas vezes de diálogo, ainda que os pais estejam constantemente presentes. O home office deveria "preencher" este vazio, mas o que parece é que o tiro saiu pela culatra. Foi como estar em meio à multidão, só que, sem trocar uma única palavra com ninguém que fosse.
Pais, não tem que cobrar estudos nem mensalidade escolar. O que eles devem fazer é incentivá-los às próprias conquistas, tipo sonho americano brasileiro, como casa, carro, carreira, etc. Estudo é impulso, dinheiro é consequência. Qualificação, uma exigência do mercado. Promoção, um prêmio à competência e crescer profissionalmente, um modelo à seguir.
Queres ser rico? Pois não te preocupes em aumentar os teus bens, mas sim em diminuir a tua cobiça.
COMO SE PREPARAR ?
O mundo avançou demasiadamente para o que chamamos de destruição global, por várias vertentes, isto é, uma terceira guerra mundial (e nuclear), asteroide em rota de colisão com a terra, terremotos, Tsunamis, erupções vulcânicas, explosões solares, catástrofes climáticas, incêndios e muitos outros.
Nunca o planeta passou por tantos eventos, de forma simultânea, trazendo mortes e destruição, em larga escala. Milhares de pessoas perderam ou tiveram de abandonar suas casas, deixando moradores sem rumo e sem perspectivas sobre o dia de "amanhã".
Enquanto o mundo começa a desmoronar, famílias inteiras ainda seguem suas vidas sem se preocuparem, se as suas serão algum dia, afetadas por algum evento cataclísmico. É nessa hora que o foco deve tomar um rumo diferente, no que concerne à preservação (não apenas da vida) mas, de sua ligação para com o Criador, pois que a vida não se encerra aqui, mas tem sua continuidade em outro mundo.
Estamos sendo, de alguma forma preparados, para lidar com esses eventos, mas de "mãos vazias", ou seja, sem preparo espiritual ou religioso, quanto à perda de bens e entes, em meio à incêndios, desmoronamentos, enxurradas etc. Cada faixa etária, dentro da própria família inclusive, conserva seus próprios dilemas, no que concerne à crenças e valores, no âmbito religioso, quanto à preservação da vida. A convivência familiar é fator predominante nessa questão, sendo ela quem constrói ou "compromete" o futuro dos filhos.
Enquanto nada se define, o homem torna-se um ser vulnerável diante de todos os desafios que lhe são impostos, como drogas, violência, vícios, convivência tóxica diversa, além dos eventos apocalípticos, cuja presença torna-se mais intensa à cada dia.
Não há bens sobre a terra, os quais podemos reclamar para nós como propriedade. Nem mesmo a própria espécie. Causar dano à outrem, é resultado de distúrbio psicológico, adquirido ainda na infância e "alimentado" até a adolescência. À partir de então, sua personalidade torna-se autônoma e corrigi-la (quando necessário), torna-se uma tarefa difícil.
A manutenção da convivência familiar é essencial para os momentos de crise, fornecendo amparo para reconciliações e base para reflexões espirituais e religiosas, para entender e aceitar as "perdas", principalmente dos entes amados.
Reconstrua sua vida interior, antes de "empilhar" os tijolos.
Deus vê, nossas necessidades, mas também as prioridades.
Professor Amadeu Epifânio
Projeto VIVA+
COMO CONSEGUIMOS MATAR AULA ?
Essa pergunta se responde com uma
palavra bem curta: FOCO ! No que está focando
? Conquista, promoção. O que impulsiona seus projetos ? Está
em busca de algo ou deixou de perseguir seu propósito ? A vida
sempre nos impulsiona sem darmos conta e sem perceber, estamos diante de mais
uma luta, para mais uma conquista. Não é preciso esperar o momento de
"ter" o necessitário, mas tê-lo à disposição, para quando for
preciso.
Ou seja, não é preciso focar no objetivo final, mas mobilizar os
recursos que viabilizarão as conquistas. Casa (aquisição, aluguel,
reforma). É preciso saber o que queremos, para que nossos anseios
venham na forma desejada e completa. A vida mostra e ensina os caminhos
certos, mas precisamos estar atentos, sobre o que é certo para nós.
É preciso tirar proveito da lição que a vida nos oferece. Não reaja,
guarde sua energia para lições futuras.
Não
falte às aulas da vida. Essa escola não dá apenas lições, mas também
nos dá testes, para avaliar nossa performance. Variadas são as disciplinas,
duras são alguma lições, mas não significa dizer que erramos, apenas corrigindo
os pontos fracos, para melhor desempenho futuro.
Sugira os filhos à sugerir às escolas, que mostre com maior amplitude, as aplicabilidades
das disciplinas. Sugira debates à respeito do tema. Essa prática
abrirá horizontes aos alunos, na descoberta de novas carreiras. A imagem
acima já nos sugere mais do que um espaço pedagógico, mas que pode dar os
primeiros passos para pesquisas relevantes. Mas isso só será possível se
houver interesse, que só será possível se houver ambiente harmonioso,
principalmente no lar.
Tudo é parte de uma engrenagem, onde para se ter o que
deseja, é preciso depender de outros fatores. Se queremos que
os filhos se deem bem na escola, é preciso que haja
ambiente favorável. Atritos conjugais sugere insegurança, que os leva à baixo
rendimento.
Aos pais cabe 3 ofícios: Criar, educar e formar. Criar
significa nutrir. Roupa, alimento, brinquedos, vestuário, etc. É
relevante se atentar para a frequência com que tudo isso é
fornecido. Deve-se evitar exageros. Segundo: Educar: Significa
disciplina, respeito, gentileza, solicitude, afago, etc. Terceiro:
Formação: É a combinação dos dois primeiros. Sabendo
nutrir e educar, ter-se-á um primor de formação.
“A educação é a arma mais poderosa que você pode
usar para mudar o mundo”. (Nelson Mandela)
Professor Amadeu Epifânio
Psicanalista Cognitivo
PROJETO VIVA+
...E NOSSAS PRISÕES.
Muitas pessoas se vêm presas no ambiente em que estão, onde vivem e convivem, julgando que apenas os conceitos de outros, são os que na verdade predomina (quando não domina) sobre suas vidas. Na ânsia de não querer viver sozinhos, muitos se entregam, se deixam levar por outras pessoas, sem saber que também elas, vivem em suas próprias prisões (psicológicas) e consequentemente emocionais.
Convivência familiar, namoros, trabalho, estudo, casamento, em tudo há regras específicas que regem a convivência como um todo, para que não haja conflitos. É prudente refletir antes, sobre os percalços, antes que venham interferir na nossa vida e causar um verdadeiro reboliço, gerando interferências e perda de controle emocional.
A alegoria da caverna, de Platão, conta a história de homens que viviam voluntariamente aprisionados entre si, dentro de uma caverna, tendo por companhia uma fogueira e as imagens das sombras geradas na parede da caverna, era tudo que eles tinham por referência do mundo em que viviam, sem nenhuma outra "luz" que reluzisse sobre seus discernimentos.
Até que certo dia, um desses homens se libertou das correntes e foi para fora da caverna, seguindo uma pequena luz que se tornava mais forte à medida que se aproximava da entrada da caverna. Até então, toda lembrança e conhecimento que tinha de mundo, estava restrito à vivência da caverna, com outras pessoas, além das sombras projetadas na parede pelo fogo.
Assim que alcançou a entrada da caverna, ficou perplexo com o que viu pois, jamais imaginara que pudesse haver tanto, para contemplar. Ainda sim voltou à caverna para tentar "libertar" seus amigos, contando-lhes tudo que vira do lado de fora, que ia muito além das percepções deles. Mas relutaram, chamando o amigo de louco e que seria melhor que voltasse a se juntar à eles. Mas ele não quis e voltou para fora da caverna.
Aqui cabe uma reflexão à cerca do mundo que vivemos e o que vale à pena nos vangloriarmos, se nossas conquistas individuais ou, nossas conquistas coletivas (família, amizades, etc). Não é certo que o homem viva sozinho (ainda que por própria vontade). Cruzamos com centenas de pessoas diariamente e precisamos de outras, constantemente, à fim de suprir nossas conveniências, nas mais diferentes formas, nos restaurantes, transportes, nos diversos tipos serviços, enfim. Não dá para nos orgulharmos de estarmos sós, necessitando tanto dos outros.
Saia da caverna e contemple mais, o que a vida tem à oferecer. A vida ensina, diverte, oferece um mundo de opções, para não nos sentirmos sós.
"Às vezes, a solidão é um convite para se reconectar consigo mesmo".
(autor desconhecido)
Professor Amadeu Epifânio
Projeto Viva+
Estamos sempre correndo o risco de cair numa perigosa rotina, não apenas de atividades, mas principalmente de pensamentos, nos condicionando à uma prisão, cuja a chave estamos prestes à jogá-la fora (depois de trancar a porta de nossa cela é claro).
Sem uma vida planejada ficamos à mercê dos pensamentos que vão surgindo no decorrer do dia, com poucas alternativas de solução. Tudo por acreditar que estamos envoltos em algum tipo de conspiração contra nós.
Tudo há de ser planejado: Do namoro à união, da identificação à afinidade mútua; da vinda de uma criança à formação uterina; do nascimento aos primeiros 36 meses, todos sem estresse. Não implica satisfazer todas as vontades. Sê firme na condução do desenvolvimento, sem austeridade, desde o início, para condicionar a criança à obediência, sem rebeldia. Se conseguir passar por esses meses, de maneira plena e com harmonia, as chances de se constituir um transtorno ou trauma psicológico, serão mínimas.
Treine com a criança o exercício de discernimento e o saber julgar, com prudência e racionalidade. Se chegar a dar um celular para a criança, estimule o uso responsável do mesmo como instrumento de pesquisa, tanto na escola quanto em casa. Isso fará com que a criança seja mais seletiva na forma de utilizar o aparelho, sem perder o sono noturno repousante ou ser mais um “paranoico(a)” ansioso(a) com esperas eternas por mensagens que nunca chegam.
Já mostraram aos filhos o local de trabalho de vocês ? Já imaginaram quantas vezes eles desejaram fazer parte disso ? Muitos pais são breves em dizer o que fazem e onde trabalham (como se envergonhasse disso). No mínimo faça uma boa explanação sobre o que faz, aonde faz e leve-os para passar um dia com vocês (ou algumas horas). Lembre-se que os pais são sempre razão de orgulho dos filhos e será preciso muita cautela para não deixar que esta imagem se arranhe logo nos primeiros anos de vida deles.
Sejam pais presentes (mesmo ausentes), porque isso altera e muito, a forma com que os filhos fazem uso do celular, para pior ou para melhor. Sejam modelos, porque aquele velho jargão do “faz o que eu falo…”, já não existe mais. Para eles a imagem tem muito mais valor do que meras palavras.
Lembrem-se que cada faixa etária tem um grau de tolerância específico, para vários fins, como dores físicas e emocionais por exemplo. Se existem momentos em que os filhos se frustram com os pais, os filhos escondem essas dores. Por um lado pode ser parecer positivo, mas por outro, são experiências dolorosas que ficam suspensos no reprimido, sempre à espera de serem extintos. O que é bem mais difícil.
Estudos é para ser valorizado pelos filhos, em vês de serem cobrados pelos pais. Faça os entender sobre a relevância do aprendizado em cada etapa da vida e a única forma de saber se estão aprendendo bem, são pelas notas que tiram. A faixa etária de 15 anos (ou de inclusão no ensino fundamental II), é crucial para iniciar o planejamento da carreira. Durante esta fase eles ficam ociosos e também expostos e vulneráveis à influência de tudo que gira ao seu redor, porém sem entender o quanto isso os prejudica no dia a dia. Está tudo sendo absorvido, porém nada aproveitado.
Incentive-os a descobrir a carreira que irão seguir, porque os próximos passos serão cruciais, como ensino médio e universidade. Deixar para pensar em carreira, somente depois que sai da faculdade, já pode significar um grande atraso e também desperdício. O mercado está carente de profissionais (não de + 1) e as filas de emprego que crescem à cada dia, reproduz bem o que estou dizendo. Curso superior não é sinônimo de qualificação, é preciso mais, para estar capacitado. Empresas estão cada vês mais seletivas e nunca se sabe ao certo o que elas querem e porque querem. A única forma de vencer a concorrência na busca de uma boa colocação no futuro, é se preparando desde já.
A melhor forma de motivar os jovens aos estudos, é dar aplicabilidade ao que se aprende. Onde se pode aplicar, no dia dia, cada palavra e conceito que se aprende em sala de aula ? Porque tenho que aprender isso ? (a pergunta que sempre fazem). Posso sugerir um fórum de debates com alunos, sobre aplicabilidade e destinação do que se aprende na escola, desde o fundamental II. Matérias jornalísticas sobre extração de recursos naturais; A violência como fator impactante; A questão do clima (secas, queimadas, enchentes, ciclones, deslizamentos, catástrofes, etc). Onde estamos errando ? Quais disciplinas podem explicar esses fenômenos e o que se pode fazer ? Enquanto não tivermos uma real noção da realidade que vivemos, qualquer ideia de futuro tenderão para períodos cada vês mais curtos e mais próximos do presente.
¨¨As guerras são sustentadas pelas ideias que às faz existir”. Podemos matar todos os (dito) inimigos, mas jamais faltará quem defenda a mesma ideia e tudo pode vir à tona novamente. Haja vista algumas guerras nunca se extinguem. É como o tráfico ou milícia, já é uma ideia. Não importa quantos líderes morram ou são presos. Não faltará quem defenda a mesma ideia. Enquanto a ideia existir, ninguém estará seguro ! Por essa razão os jovens precisam trabalhar a ideia da carreira desde já e não fazer da própria exposição, uma feira livre para ideia dos outros.
Professor Amadeu Epifânio – Psicanalista Cognitivo – PROJETO VIVA+
AFINIDADE OU IDENTIFICAÇÃO ?
Identificação e Afinidade são duas etapas do processo de namoro (se é que verdadeiramente houve). A identificação é o que aproxima pretendentes e de várias formas. Quanto mais euforismo, maior deverá ser o tempo de namoro, à fim de que ambos possam se conhecer melhor. Muitos jovens e adolescentes "desperdiçam" esse momento para curtir mais, um ao outro, à fim de saber quais os grupos musicais admira, ouve e assiste.
Entre os adultos não é muito diferente, no que concerne a primeira fase da sua relação, ou seja, uma fase em que cada um dos pretendentes objetiva conquistar a confiança do outro, através do carisma, afeto, sexo, um pouco de neuromarketing (embora nem tenha feito curso pra isso) porém, nada de concreto, ou seja, nada que faça diferença, o bastante para passar para a próxima fase.
Enquanto não se trabalha pela afinidade (que não é da noite pro dia), também não se firma pela manutenção da primeira ou, melhor dizendo, a identificação. Afinidade não se resume apenas em troca de carinho ou fazer sexo. Afinidade é haver entrosamento, ser gentil, solidariamente mútuo, é planejar juntos a vida que se deseja ter, sabendo que deverá haver sacrifícios à fazer, à fim de conquistar o que se pretende, como casa, local, carreira, profissão, emprego, etc. Sabendo o que quer, será mais fácil conquistar.
Pessoas apostam alto num relacionamento, mas se esquecem de colocar no papel como irão viver. Depois vem os filhos, de forma não planejada e não preparados para os desafios que virão com esta criança, como assistência médica, pública ou particular e despesas decorrentes. Voltando à aposta e namoro, continuam apostando alto, de que o outro ajudará à prover tudo que a família precisa no dia a dia. Mas aposta não significa afinidade e sem ela, não se vai tão longe, isto é, nenhuma relação se sustenta apenas com promessas ou apostas.
Afinidade é algo que se pode conquistar, mesmo antes de passar do namoro para a relação propriamente dita, esteja ou não vivendo juntos. Mas como já havia dito, é um processo lento e a pressa (nesses casos) só atrapalha e retarda planos. A segunda parte do namoro (não necessariamente afinidade), é onde o casal (em razão do tempo prolongado de namoro), começa à manifestar o temperamento e a personalidade que nutre, bem como os valores que sustenta, os quais poderão ou não, se conciliar com os do companheiro ou companheira, podendo estes, frustrarem-se de forma severa, em relação aos planos (do outro) para uma convivência estável e segura, numa possível vida à dois (ou mais).
Portanto, não tenham pressa, não cobrem nem exija do outro, antecipação de decisões que venham à apressar ou procrastinar planos. Não é preciso estar vivendo juntos para planejar uma relação estável e financeira, de forma que garanta uma vida segura, feliz e confortável. Se a frustração levar à separação, melhor antes do que depois e sempre se levam lições para ser aprendidas, quanto à aguçar mais, os critérios de seleção de pessoas para relações amorosas, tanto presentes quanto futuras. Não se força nem se obriga à ninguém a gostar de você. Deve ocorrer naturalmente.
Pessoas agressivas não se corrige, se trata. Não carece aceitá-lo(a) de volta antes disso, dando nova chance. Não tenha pressa de ficar junto, convivência não é sinônimo de harmonia.
Se quiserem mesmo ter uma vida amorosa estável, sejam gentis, respeitosos e solidários, de forma mútua, também com os filhos e com terceiros (quando necessário). Se derem um celular para o filho, mesmo ainda pequeno, ensine-os à fazer uso responsável do aparelho, para que não venham à compartilhar informações pessoais para pessoas que não deve. Ensine-os à fazer pesquisa através do aparelho, transformando o mesmo em instrumento de ensino, em vês apenas de lazer e atraso de vida.
Sugira à escola que seu filho estuda, um fórum de debate sobre as possíveis aplicabilidades das lições que seu filho aprende, à fim de evitar as exaustivas repetições anuais, de ouvir sempre as mesmas coisas, que não estimulam ninguém ao estudo. O mundo está em contínua evolução industrial, consumindo recursos naturais imensuráveis e isso envolve diversas (se não todas) as disciplinas que são passadas aos alunos, como química, biologia, geografia, história, física, matemática, além de abrir possibilidades de carreiras. O mercado necessita de profissionais competentes.
Professor Amadeu Epifânio - Psicanalista Cognitivo.