Projeto VIVA +

domingo, 19 de abril de 2020

COMO ERRAR É TÃO FÁCIL !



PERSISTIMOS NO ERRO, SEM MUDAR A ESSÊNCIA.


Já repararam que muitas pessoas passam a vida se questionando, sobre como fizeram algo que hoje se arrependem amargamente ?  E o pior (que nunca se espera) é repetir os mesmos erros, continuar à lamentar-se, até que este ciclo acaba por tornar-se tão frequente, que a pessoa já não lamenta nem se arrepende, só acha normal (apenas pelo fato de não encontrar a tão desejada resposta).   Para não confundir vocês (prezados leitores), vou trazer do inconsciente a mesma explicação, para introduzi-la em nosso dia dia. 

Desde criança, já com certo grau de entendimento desenvolvido, a convivência em família, com o passar do tempo, vai formando em nós, conceitos à respeito da mesma (como um todo), de cada membro separadamente e dos colegas da escola onde estuda.  Tais conceitos, em nossa cabeça, são como uma fórmula matemática, formando apenas a fórmula, enquanto nas experiências diárias, introduzimos os valores correspondentes.  Em cada ambiente (casa, escola, irmãos, amigos, etc), desenvolvemos “fórmulas diferentes”, as quais serão difíceis de mudar, isto é, mudar os conceitos, por causa da constância com que os acontecimentos ocorrem, com muito poucas alterações, que passam despercebidas.

Pois bem, os conceitos que criamos em torno de algo, alguém, etc, influencia as decisões que tomamos, tomando pela velha regra do “Pau que nasce torno, não muda”.  São conceitos que podem nos afastar socialmente e até familiarmente, mesmo morando debaixo do mesmo teto.  A fórmula nunca muda e permanece latente o tempo todo. Para fazê-la mudar (se nociva), dever-se-á ser feita pelo ambiente e pessoas (objetos do nosso conceito), visto que os mesmos, foram criados aritmeticamente com o tempo e pela “persistência” dos fatos.  Espero estar me fazendo entender.

Uma aplicabilidade do que estou dizendo, consiste na hora de atravessarmos a rua, isto é, sem saber (valendo-nos de um cálculo físico), calculamos aproximadamente a massa e a velocidade de veículo que vem em nossa direção, em relação com a nossa massa e velocidade, para atravessar a rua.  Em 80% por cento das vezes acertamos o cálculo e não somos atropelados rsr.  Contudo, a fórmula que criamos em torno de familiares e demais pessoas, tende à passar por algumas oscilações, quando mesclamos nossas fórmulas com às de outras pessoas, incorrendo em correções, cujas as quais poderão melhorar ou piorar minha forma de pensar e de agir, podendo alterar inclusive, meu próprio destino.

Para que esse tipo de problema não ocorra, podemos sim, criar fórmulas e conceitos mas, que os quais tenham por fundamento princípios válidos e produtivos, que não venham sofrer alterações, não importando o lugar ou tipo de pessoas que conviva ou frequente, mas que se mantenha acima de tudo, para que nossas ações e pensamentos nos leve sempre para lugares que promova harmonia, estabilidade e segurança.  Na verdade já não mais podemos chamar de conceito mas, de princípio (mas que ainda sim será feito uma fórmula que não se alterará, não importando as variáveis).

O momento que vivemos e passamos (com a pandemia do coronavírus), nos cobra ainda mais este princípio fixo, para nos salvaguardar, bem como das pessoas que amamos. O mundo passa por transformações e todos estão confusos com a variedade e procedência de informações, advindo da população, da mídia e dos governantes, não havendo por parte de nenhum deles (ou de dois que seja), a unanimidade necessária para seguirmos, razão pela qual, faz-se mister constituir nosso próprio princípio, o qual há de prevalecer sobre a inconstância dos mais variados canais de informações, tanto em nosso país, quanto no Exterior.  É justamente a falta (ou falsidade) de informações, que põe a humanidade em rota de colisão com o vírus, se infectando por irresponsabilidade e negligência de muitos.

Havemos de nos perguntar: “O que queremos para nós” ? (incluindo familiares).  A resposta à esta pergunta, ajudará à complementar nosso princípio, conceito e fórmula, para nos assegurar das inconstâncias da vida e manter nossos amados em plena segurança.  Jamais nos deixar levar pelas corredeiras das decisões levianas, que arrastam multidões e que, por ser de grande maioria, acabam atraindo milhares de indecisos, os quais carece de formar seus próprios princípios, que os assegure e os mantenha mentalmente saudáveis.

Monte sua fórmula, que se mostre inabalável diante de desafios e adversidades letais e também destrutivas (familiarmente falando).  Todos conhecem a principal proteção contra este adversário comum à humanidade e que somente por unanimidade, este mal poderá ser contido e eliminado.



         “Uma Tripulação unida é a certeza de uma viagem segura”.

                                                (Professor Amadeu Epifânio)











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sexta-feira, 17 de abril de 2020

COMO IDENTIFICAR O LIVRE ARBÍTRIO ?



ONDE O ENCONTRAMOS NA SOCIEDADE ?



Falar em livre arbítrio nos reporta à religiosidade e o compromisso de Deus em não interferir nos atos humanos (produto de sua criação).  Eis aí um paradigma que podemos usar neste caso. Se por um lado Deus não interfere sobre sua criação porém, quem sabe Deus não esteja nos dando uma dica de como conduzir a criação dos nossos filhos ?  Se dermos aos filhos todas as respostas que eles precisam, como irão aprender à buscar as suas próprias ?  Não seria essa a forma de respeitar o livre arbítrio deles ? 

Respeitar livre arbítrio significa permitir a liberdade de agir, que pode envolver desde pensamento, sentimentos, perdas pessoais e familiares.   Pessoas nessas situações costumam ficar irritados (uma forma de reação por não entender o momento).  Entender o momento, significa não fazer pouco caso, não julgar, não achar que merecia ou coisa do tipo, porque isso só provocará ainda mais a ira desta pessoa, sendo ela capaz de ferir para fazer calar uma ofensa ou uma crítica.

Respeitar livre arbítrio pode significar o nosso silêncio, quando teríamos a chance de dizermos tudo que pensamos para uma pessoa porém, valendo a regra do... “Quem revida perde a razão”, respeitar nosso próprio silêncio pode nos poupar de sermos mal interpretados e também condenados pela sociedade, à uma fama que só iremos adquirir se disser o que não é pra ser dito.  Alguém disse uma vez que, o silêncio vale mais que mil palavras.  Devia saber o que estava dizendo, colocando-se em situação tal, que o fez refletir e proferir à si próprio esta regra.

Se pararmos para refletir, veremos que, independente do que Deus nos tenha permitido, cada dia fazemos uso, mais do livre arbítrio  (libertinagem) do que da arte de raciocinar e refletir se, de fato devemos ir ou fazer o que nos propomos.  Todo ensinamento tem origem numa experiência anterior e pregressa, que deveria nortear nossas ações e sentimentos, para que os mesmos não nos condene à atitudes que nos leve ao arrependimento.  Por essa razão que é aconselhado:  Respeite seu próprio livre arbítrio, que pode não significar proibição mas sim, ponderar, relevar, antes de agir, à fim de certificar-se que, as consequências não serão tão desastrosas.

Outro livre arbítrio está em deixar nascer uma vida.  Isso mesmo, estou falando de aborto.  Também me refiro à mães que não desejam ter seus filhos (por qualquer razão que seja) e acabam descartando-os, jogando no lixo em sacos ou caixas ao relento, cobertos por qualquer pedaço de pano. Isso não é respeitar, mas condenar a existência, apenas por existir.

Uma única atitude de Deus tem diversas aplicações no dia dia e, nenhuma delas, objetiva nosso prejuízo, porque sempre haverá um propósito pré estabelecido e as melhores ações serão agraciadas, enquanto que as más, não merecerão o apreço de Deus, quando deixar esta vida.  Respeitar o próximo é respeitar à si próprio pois, tudo que fazemos pode ter “retorno” aqui mesmo ou na outra vida e lá, não existe negociação e o julgamento é feito por nossas próprias ações, enquanto encarnado.

A vida está prescrita para se cumprir o que está estabelecido para quem à vive. Fazer interromper a vida é prejuízo para ambos e pior para quem provocou.  Muitos agem pensando que a vida acaba aqui mesmo, que não se estende depois da morte.  Esse tipo de pensamento cria acomodação e senso de impunidade, como se nada o fizesse pensar no que fez.  É certo que terá de corrigi-lo e, mais do que isso, dependendo do caso, ainda escolherá ele mesmo, a forma que será feita, quando reencarnar (ainda que não se lembre).

Para os que sofrem nas mãos de pessoas más, saiba que, em parte está se cumprindo o que foi determinado, para corrigir erros passados e, saiba que, aquele que e exerce a maldade, o faz sem pensar no princípio de evolução espiritual que, neste caso, ainda faltará passar outras vidas, até que “caia a ficha” do que fez e do quanto precisa “passar” para aprender e crescer.  Duas vidas (espirituais) em processo reparativo e evolutivo.

Por isso a vida é essencial, como condição intrínseca para se cumprir o que foi previamente estabelecido (antes do encarne).  Como já havia dito antes, o corpo é como um imóvel alugado, que deve ser preservado e respeitando seu arbítrio livre, até o último dia de locação.  Afinal, ninguém gosta de ver seus senhos e projetos abortados não é mesmo ?

O primeiro à respeitar o livre arbítrio é quem os criou, isto é, Deus.  Mas Ele o respeita objetivando sua confiança em nós, esperando que, por livre vontade, sempre volte-mo-los à Ele, toda vez que uma injustiça tornar-se uma tarefa difícil de entender.  Em tudo há um propósito que move nossas intenções (nem sempre de caráter solidário).  É preciso entender que ficar distante de Deus é como ficar longe de casa e sentir-nos inseguros e (como numa matemática elementar), quem não sente segurança, sente medo. E é justamente este medo que leva as pessoas a agirem de forma imprudente e impulsiva.

Ouvi, no meu primeiro dia da faculdade de direito (não concluído), uma frase quase profética que dizia:  “Para vivermos em sociedade, é preciso abrir mão da própria liberdade”. (desconheço a autoria).  Ou seja, não podemos sair por aí, fazendo o que queremos, em qualquer momento.  Não respeitar o espaço e ambiente alheio, é o mesmo que levantar uma parede que nos impede de prosseguir e às vezes, por um caminho sem escolha, onde somos obrigados à nos redimir com quem ofendemos, para que ao menos, uma porta seja aberta, para seguir.  Mas a “parede, continuará erguida”.

“Não fazemos aquilo que queremos e, no entanto, somos responsáveis por aquilo que somos”.  (Jean-Paul Sartre) 




Professor Amadeu Epifânio - Pesquisador/Psicanalista Auto Didata.



      



     





          

domingo, 12 de abril de 2020

NO QUE VOCÊ ACREDITA ?



LIÇÕES DA PASSAGEM DO PROFETA DANIEL E DO REI NABUCODONOSOR



                             O episódio desta passagem, nos reserva algumas lições, à cerca da incredulidade do Rei Nabucodonosor e a confiança inabalável à Deus, por Daniel e seus amigos.   Tempos difíceis eram estes, dada a limitação de discernimento dos Reis e suas decisões absurdas, adornadas de ignorância e de arrogância, que o respectivo posto lhe rendia.  Daniel e seus amigos foram retirados à força de suas famílias, quando ainda crianças, para atender ao reinado do Rei Nabucodonosor como adivinhos de seus sonhos, que volta e meia lhe roubava o sono, dada a complexidade e dificuldade que os mesmos se mostravam.

Sempre que o rei tinha um sonho confuso, chamava seus adivinhos, tanto os da babilônia quanto Daniel e seus amigos e, sempre que Daniel interpretava os sonhos, Nabucodonosor acreditava em Deus porém, com o passar do tempo, sua crença perdia força e novamente tornava-se rude e arrogante.  Certa vez, em certo sonho, o maldoso conselheiro do rei, o aconselhou à testar verdadeiramente, os dons dos seus adivinhos, para que lhe revelasse antes o sonho e somente depois interpretá-lo, afirmando ao rei que qualquer pessoa poderia dar qualquer interpretação.  O Rei, vendo coerência no conselho que recebeu, ordenou à todos os sábios que fizesse conforme fora orientado, ameaçando com a morte, quem não o fizesse.  Os advinhos babilônia rogaram para que dissesse o sonho, mas sem sucesso.

Naquela mesma noite, Daniel orou à Deus, no que logo o agraciou com a revelação do sonho que teve o rei, bem como a respectiva interpretação.  O Rei ficou maravilhado com Daniel e mandou que libertasse ele e seus amigos, voltando à adorar o Deus de Daniel e, novamente esfriar com o passar do tempo, numa eterna gangorra.  O conselheiro do rei (sempre apreensivo com os dons de Daniel), arquitetou outra forma de fazer o rei se vangloriar de seu posto de rei e mandou que lhe lhe fizesse uma estátua de ouro, sugerindo que todos seus súditos (incluindo Daniel e seus amigos) se ajoelhasse e adorasse a estátua e, quem não obedecesse, seria jogado dentro de uma fornalha ardente (sugestão ardente essa, já pensando na recusa de Daniel e seus amigo, por causa  de sua adoração à Deus).   Ao soar das trombetas, todos os súditos se ajoelharam em veneração, com excessão dos três amigos de Daniel e o rei irou-se e os mandou que os atirasse dentro da fornalha.  Pra resumir, um anjo apareceu e os livrou de serem queimados vivos.

É possível tirar lições desta passagem, para mostrar que a Bíblia pode ser transcrita e interpretada ao nosso tempo, se mostrando sempre presente.

Vamos começar pelo Rei Nabucodonosor e sua extrema vaidade e arrogância, além de sua crença oscilante em Deus, conforme as determinações que Daniel cumpria fielmente, sem contudo, perder sua confiança e obediência à Deus.

Nabucodonosor é um retrato de como a população está se portanto nos dias de hoje, oscilante.  Procura à Deus em seus momentos de aflição, mas se esquece quando tudo parece normal.  A Fé não é algo que deva oscilar mais que sinal de wi-fi.  Deve ser firme e determinada em todos os momentos, pois somente assim haveremos de ter uma tranquilidade tal que, de outra forma jamais à teríamos.

Outro fato importante (ainda relacionado à Nabucodonosor) é com relação ao conselheiro, quando este orienta o rei que os adivinhos lhes diga antes o sonho que teve e só então, pode fazer-lhe a interpretação.  Este conselho nos reporta à outros tipos de adivinhos, como cartomantes, pessoas que jogam búzios e tarôs, entre outros.  Para saber se realmente estão dizendo a verdade sobre a informação que desejam, pergunte-lhes antes, que tipo de informação deseja e com que objetivo foram até essas pessoas ?  Desta forma a interpretação que derem ao questionamento que os levou até lá, terá mais profundidade.  Só não esqueça que a última decisão ou posição que tiver, tem que vir de você (e não influenciado por ninguém).

O profeta Daniel nos passa uma lição muito importante.  Sua fé (e a de seus amigos) em Deus, os deixam seguros diante das constantes ameaças de morte, advindas do rei, se caso não consigam cumprir as tarefas pelas quais foram convocados e ordenados pelo rei.  Mesmo diante da fornalha ardente, quando ameaçados de serem queimados vivos, mostram-se fiéis na fé que “ardentemente” professam e são salvos.  Nesta hora, o rei admite o poder de Deus.  Mas até quando irá durar ?  Quanto dura nossa confiança em Deus, depois de nos atender em nossas súplicas ?

Não é hora de oscilar nossa fé pois, uma vez que o mundo entra em sua fase apocalíptica, a fé precisa estar inabalada porque, sem Deus, nada somos e nada podemos.  Não haverá imagens à rogar (ainda que de santos) durante a tribulação, porque somente Deus é o Senhor, único e onipotente.  Os demais são para nós, profetas de sua Palavra e ícones de obediência e fidelidade, nada mais.

É hora de abandonar as imagens e apegar-nos somente à Deus, defendendo e divulgando sua palavra, para arrebanhar o máximo que puder de pessoas descrentes, indecisas e confusas.  Deus não tem imagem porque é espírito, os demais são feitos de carnes, como nós.  Vos apegueis somente aos ensinamentos e não às figuras, quadros, molduras e imagens, porque estas nos afastam não só de Deus, como da fé.  A crucificação de jesus nos mostra que é preciso fazer sacrifícios verdadeiros, pelas pessoas que amamos, abrir mão dos bens que acumulamos para salvar os que são importantes para nós.  É hora de preservar os verdadeiros tesouros e valores.

“Não espere por uma crise para descobrir o que é importante em sua vida”.

                                                                              (Platão)



Professor Amadeu Epifânio
Pesquisador/Psicanalista Autodidata.



   

sábado, 4 de abril de 2020

COVID-19 - CONTÁGIO PIRÂMIDE !



CONTAMINAÇÃO PELO EFEITO PIRÂMIDE !!!



É INTERESSANTE O PENSAMENTO QUE PREDOMINA NAS PESSOAS, QUANDO SE FALA EM ISOLAMENTO SOCIAL. EM GERAL, AS PESSOAS PENSAM EM SI MESMAS, NÃO PENSAM NOS DEMAIS. NÃO PENSAM QUE SUA ATITUDE NEGLIGENTE NO SUBÚRBIO POR EXEMPLO, PODE ATINGIR (INFECTAR) UMA PESSOA QUE MORA OU TRABALHA NA ZONA OESTE OU ZONA SUL.

O EFEITO PIRÂMIDE PROVOCA ISSO, PORQUE A PESSOA QUE INFECTAMOS HOJE, SE DESLOCA PARA CASA OU PARA O TRABALHO OU MERCADO OU NA FARMÁCIA E LÁ (SEM SABER QUE ESTÁ INCUBADO), ESTÁ PASSANDO PARA OUTROS, O VÍRUS QUE VOCÊ PASSOU, PERTO DE ONDE VOCÊ ESTAVA E ASSIM, NO EFEITO PIRÂMIDE, A SUA ATITUDE IRÁ SE PROLIFERAR, MAIS RÁPIDO DO QUE O VÍRUS POR SI MESMO.

QUER QUEIRA OU NÃO, QUER GOSTE OU NÃO, VOCÊ É RESPONSÁVEL PELO AUMENTO DE CASOS DO VÍRUS, BEM COMO DE TODOS QUE FORAM INFECTADOS POR SUA NEGLIGÊNCIA, POR SUA FALTA DE HUMANIDADE, POR SEU EGOÍSMO.

SE QUER ESPALHAR ALGUMA COISA, ESPALHE ESPERANÇA E EXEMPLO, DO SER HUMANO QUE PODE SER. NÃO SEJA O CARA DE VERMELHO, NÃO SEJA O PRIMEIRO. 

CADA PIRÂMIDE QUE COMEÇAMOS, PROLIFERAMOS O VÍRUS POR MAIS TEMPO E MAIS QUANTIDADE (MUITO MAIS DO QUE SE IMAGINA). CADA PIRÂMIDE QUE COMEÇAMOS, QUEBRAMOS A ESPERANÇA DE MUITOS E TIRAMOS DE MUITOS, SEUS ENTES, QUE MORREM POR NOSSA ESTUPIDEZ (NÃO SÓ PELO VÍRUS). MESMO QUE FAÇA PARTE DE UMA PIRÂMIDE EM ANDAMENTO, VOCÊ PODE QUEBRÁ-LA, CUIDANDO-SE PARA QUE NÃO SEJA INFECTADO E DESTA FORMA, A PIRÂMIDE SE QUEBRA E SE DESFAZ.

SEJA O HERÓI DESSA TRAGÉDIA, NÃO UMA LENDA.


Professor Amadeu Epifânio
Pesquisador/Psicanalista Autodidata

PROJETO VIVA+
Por um Caminho + Seguro.












P.S.:  PEÇA AOS AMIGOS QUE ESPALHE ESSA IDÉIA.  

A Morte por asfixia deve ser ser horrível. É como você se engasgar com alguma coisa, sentindo entupir a traquéia e não ter ninguém para ajudá-lo à sair dessa situação, porque ninguém, nenhum médico se aproximará de você, para não ser infectado e ter o mesmo fim. A pessoa que chega nesse estágio, se não tiver equipamento de ventilação mecânica (que já não tem pra todo mundo), é deixado pra morrer.       Deve achar o máximo morrer desta forma !!!!