Projeto VIVA +

sábado, 17 de outubro de 2015

COMO CONHECER O QUE O CERCA, SE NÃO CONHECE À PRÓPRIO ?

PROJETO VIVA+  (Projeto s/fins lucrativos)

Corrigindo Passos para um Caminho + Seguro.

VOCES,
Que pensam que se conhece direito,
Que pensam que sabe ser pai ou mãe,
Que pensa que é fácil usar drogas e deixá-las.
Que pensa que julgar mudará o mundo ou as pessoas.
VOCÊS,
Que pensam que podem crescer sem aprender,
Que vêem mas não ouvem, que ouvem mas não sentem,
Que acham que tudo que hoje fazem, dizem o manifestem,
(achando que estavam no controle de si mesmos)
Já estava tudo previamente predestinado.
SOMOS TODOS...
Tolos em crer que somos donos da verdade;
Ainda que ela o leve ao erro, à dor ou a morte.
Somos tolos em não aceitar que a vida é uma grande escola;
Em crer que se os filhos se drogam,
é porque não valorizaram tudo que fez por eles,
(quando o que na verdade deveria ter feito, não fez).
Quando o assunto for filhos, aprendam,
Estaremos sempre, em débito com eles, porque sempre
haverá algo que deixamos de fazer ou dizer.
NESTE PROJETO E TAMBÉM NO BLOG, VOCÊS VÃO...
Reencontrar a Paz, reencontrando primeiro à si próprio;
Trazer os filhos de volta ao convívio, ainda que morando juntos.
Reencontrar dentro de nós o Deus Vivo e Pai,
escondido atrás de nossas vaidades, prepotências e avarezas.
Desmistificar seus pesadelos (postos em pedestais inatingíveis),
impedindo à si próprios conhecê-lo para então saber,
Que é possível conviver como dois bons vizinhos.
O GRANDE SEGREDO DA VIDA...
Não estar em suportar sofrimento, mas saber entendê-lo;
Não está em fazer julgamentos, mas aprender conhecer;
Não está em matar à si próprio pra fugir do problema e da dor,
Mas saber lidar, conhecendo-o à fundo, matando só o problema.
O grande segredo não é fazer Deus, de Garçom,
(esperando que lhe traga, de bandeja, seu grande pedido)
Mas fazer (por nós mesmos), merecedores do que precisamos.
MUITOS VIVEM MERGULHADOS EM VAZIOS PROFUNDOS
E passam a vida tentando preenchê-lo à sua conveniência,
de forma arriscada, promíscua, perigosa, agressiva ou violenta.
Quando o verdadeiro vazio está na falta de serviço ao próximo.
Acredite se quiser, estamos neste mundo para servir e conviver.

EXPLORE O BLOG, LEIA OS ARTIGOS, CONHEÇA À SI PRÓPRIO.

APRENDA A OUVIR, ANTES DE AGIR, JULGAR OU CONDENAR.

SE QUISER ENTENDER AS CRIANÇAS, SE AJOELHE PRIMEIRO.

"Os que ficam de Pé, mesmo diante do sofrimento,
tornam-se médicos diante dos que não o suportam"
              (Amadeu Epifânio)


ProfAmadeu Epifanio - Idealizador

P.S.:  Isso não é carta de despedida nem de encerramento do Blog. rsrs  Fiquem tranquilos.

domingo, 11 de outubro de 2015

GESTAÇÃO.


CUIDADOS ESPECIAIS PREVINEM PROBLEMAS FUTUROS.



O Projeto que desenvolvo (VIVA+), estuda no ser humano o seu processo de tomada decisão, desde sua fase gestacional, passando pela infância, juventude, adolescência, até chegar na fase adulta.  Pois bem, vamos falar da fase gestacional, fase importante para o processo de formação e amadurecimento cognitivo, através da experiências vivenciadas durante esta fase, cuja as mesmas são armazenadas ou bloqueadas, conforme a demanda do momento.

Experiências consideradas traumáticas para o feto, são bloqueadas de sua memória, como defesa da mente, para não ver seu pequeno "transporte" sucumbir diante do desconhecido, onde somente mais tarde ele será devidamente lembrado, para ter ciência do fato (muito embora essa lembrança se dê de forma inconsciente).   Algumas recomendações considero oportuno lembrar, para que este bebê possa ter uma gestação saudável, tanto no âmbito físico quanto principalmente no psicológico.

Recomendável que os pais ou somente a mãe faça uma espécie de diário do bebê, relatando todos os fatos ocorridos durante tanto a gestação quanto dos primeiros meses, até os 3 anos de idade (podendo chegar aos 5). Porque ? Nós, pais, nos esquecemos de "ajoelhar" quando o assunto é tentar entender os filhos (fetos e bebês já nascidos), o que acaba passando batido, momentos que para as crianças são consideradas como fortes ou de natureza grave (repito, pra elas), mas que, para os pais, não costuma ter a mesma relevância, porque simplesmente não o vimos "sofrer" diante do mesmo evento.   Certas informações de experiências que ocorrem durante a gravidez, podem ter relevância durante a consulta com o pediatra, para no mínimo poder se anular determinadas causas para alguns tipos de problemas que a criança venha a apresentar.

Em meus estudos, percebi que muitos dos transtornos psiquiátricos, tem sua construção na fase infantil, que vai desde a gestação (com feto já formado) até uns 3 anos em média, que associando à faixa etária + o evento ocorrido + a severidade (que nem precisa ser tanto) + o ambiente em que vive, pode levar a criança à formar e desenvolver determinado tipo de transtorno. Contudo, alguns fatores podem fazer diminuir a severidade do mesmo, após o desenvolvimento desta criança, quando ainda na juventude ou já na fase adulta.  Cada pessoa possui histórico diferente para um mesmo transtorno.

Um dos fatores é o do diário do bebê, onde tudo deve ser anotado, qualquer tipo de susto, briga, discussão, barulho excessivo, enfim. Porque ? Estes eventos (se muito perturbador para a criança) são bloqueados e separados da memória, para futuramente serem relembrados e então resolvidos. O problema é que as lembranças se dão de forma inconsciente, o que deixará a criança, jovem ou adulto, muito perturbado com sintomas, cujo os quais não conseguem discernir sua procedência, desenvolvendo inclusive manifestações involuntárias, como crises relacionadas.

Nessa hora que entra o famoso diário.  Vejam, algumas manifestações das crianças ou dos jovens (durante uma crise) dão sinais ou pistas de fatos ocorridos lá atrás e transcrito no diário, no que os pais lerão e tentarão ver a similaridade dos eventos e relatar ao filho, que o seu problema pode estar ligado à determinada ocorrência, por isso os sintomas relativos. Se os pais não conseguirem fazerem essa correlação de fatos, o diário será útil e oportuno para especialidades médicas que poderão recorrer, como pediatras psicólogos ou psiquiatras.

Outro fator preventivo está na atitude da gestante, quando após um susto ou briga, recolher-se em ambiente seguro e tranqüilo da casa, acomodar-se confortavelmente e acariciar a barriga, conversando com o bebê, para tentar acalmá-lo do susto que passou ou da briga que "sentiu" dentro do útero.  Isso com certeza irá amenizar o impacto da experiência que vivenciou e que, se a mente resolver bloquear, com certeza será algo de menor poder ofensivo para o intelecto do bebê que se refletirá no futuro com menor complexidade.

Para se tentar entender uma criança de primeiros meses, devemos nos ajoelhar;   para entender um bebê prematuro, devemos deitar de bruços. Isso significa que, se quisermos entender, primeiramente precisamos ter sensibilidade para sentir como ela e ouvi-los, como eles gostariam.  Estabeleça desde cedo o perfil dos filhos, para que diferenças de comportamento ou temperamento, possam ser prontamente identificados, esclarecidos e tratados (se for o caso), ao invés de ficarmos acreditando que tudo é coisa de criança pequena, crença que poderá levar à conseqüências mais sérias futuramente, senão graves.

Fetos e bebês podem ainda não falar, mas com certeza tentam de todo modo, passar o que estão sentindo, cabendo aos pais saber identificar este "diálogo" e mais, dialogar com eles.   Bebês e fetos registram seus momentos e os tomam como referência para eventos subsequentes e futuros, para que à partir de então, os mesmos vão sendo endossados ou contrariados e cuja resposta ou resultado, vão sendo manifestados principalmente por seu temperamento.  Esperemos saber interpretar, corresponder ou corrigi-los rsr.

O mundo mudou e à cada geração que se inicia, os bebês estão vindo adaptados às novas mudanças, cada vez mais auto-suficientes.  Se os pais não se adequarem, eles atingirão sua puberdade e independência cada vez mais cedo, desvinculando-se dos laços familiares antes de serem devidamente educados e culturalmente instruídos, tornando-se potencialmente vulneráveis.

Parece cedo preocupar-se com isso ?  Espere pra ver.


Amadeu Epifânio
              

WhatSapp: 21-96774-1555


sábado, 10 de outubro de 2015

SOFRIMENTO E DOR


SUPORTAR É PROS FRACOS.  O SEGREDO É ENTENDER.



Olá, não tenho transtorno psiquiátrico (talvez ansiedade).   Sou idealizador de um projeto de pesquisa e estudo (VIVA+) sobre processo de tomada de decisão do ser humano, diante das situações mais adversas que é submetido, como transtornos, drogas, desvios de conduta, etc.

Esse projeto tem aberto conhecimentos, até então camuflados nos corpos de quem carrega consigo uma grande dor.   Estipulei parâmetros que, sem os quais, tais sintomas ou crises jamais aconteceriam, o que reflete a condição de ocorrência de fatores, para que sintomas e crises sejam desencadeados e que, pelo mesmo princípio, pode-se também ser evitados e até controlados. Um trabalho de disciplina mental, que pode ser alcançado com ajuda de terapias (tradicionais ou alternativas) porém com propósitos específicos.

Entendam, qualquer problema, dor, sofrimento, se torna forte ou difícil à medida do quanto eu saiba menos sobre ele, tornando-me impotente diante dos mesmos.   À partir daí eu tenho duas opções: ou me desespero e entro em pânico ou procuro tirar da situação, a oportunidade necessária para aprender mais um pouco e, deste aprendizado, também elevar mais um pouco, meu limite de tolerância diante de fatos que não entendo ou não aceito, tornando-me ainda mais vulnerável emocionalmente.

Posso afirmar à vocês, que se não fosse este princípio adotado por mim mesmo, na minha vida, com o problema eu carrego comigo, desde o meu nascimento, já teria ido parar numa cracolândia da vida ou ficar jogado numa sarjeta qualquer, com uma garrafa de cachaça na mão ou ainda, ter tentado (se não consumado) suicídio.

Dói ? Porra, e como ! mas consigo hoje suportar, mais do que ontem e ontem, mais do que semana passada. A dor para mim serve de lembrança de como sou capaz de conduzir e suportar dores e transformá-la em energia positiva e promissora.  O fato de uma pessoa não carregar consigo o mesmo problema que eu, não torna menor o meu problema, pois que para cada pessoa, o seu problema é sempre o maior de todos, ou não ?

Não fuja do Problema, ocupe-se dele, entenda-o, estude-o, explore-o (sintomas, crises, medicamentos, efeitos, duração) e verá que a convivência pode não ser tão difícil quanto parecia. 

"A vida nos prega peças pra nos transformar em grandes atores".     Lembre-se disso.


                                  ProfAmadeu Epifânio - Idealizador





                        


sexta-feira, 9 de outubro de 2015

DEPENDÊNCIA !!! (PARTE II)


ACHAM MOLEZA TORNAR-SE DEPENDENTES ?

 

Durante minhas pesquisas sobre a Personalidade Reativa Comportamental, percebi que deveria existir um fator determinante, responsável por manter ativo e doloroso o processo de abstinência. Basicamente o processo de abstinência se resume na lembrança do efeito da droga no corpo (que no início do vício o atende como algo prazeroso, mas que mais tarde se transforma em um terrível pesadelo, do qual já não se pode acordar, enquanto não tratado).

Este fator à que me refiro é um processo que mantém ativo a "idéia" de que somente a droga ou o álcool é que pode resolver o problema pelo qual passo.  Essa esta idéia que levou o jovem à experimentar aquela pedrinha de crack ou uma cocaína.   Uma idéia que passou à se enraizar no inconsciente, em razão do prazer gerado pela droga e ambos (idéia e prazer correspondente), ficaram registrados no inconsciente, passando este (e doravante), à verdadeiramente levá-lo tanto ao vício, como também responsável pelo sofrimento na abstinência, porque ? Porque quando sofremos, nossa mente está em constante busca por respostas e soluções para conter ou resolver nossas dores e sofrimentos (ou problemas de qualquer natureza).  Enquanto donos da razão, as respostas tendem para o racional.

Neste caso da abstinência, em razão do poder psicológico da droga, a mesma estará sempre em evidência e infelizmente à mão, sempre que a dor da abstinência chegar no ponto da tolerância da dor (que para o dependente, infelizmente é sempre pouco).   Não obstante à isso, um outro fator também é responsável pela abstinência, uma coisa chamada de "Método (ou processo) Associativo". Isso significa que a idéia acima citada, será lembrada ao estado consciente, sempre que uma imagem, ligada ao momento em que o vício começou, for relembrada através de um fator semelhante e presente.

Não falo apenas do ato em si de consumir a droga específica, mas de um cenário criado em sua volta, o ambiente e tudo que dele fez parte e, cada parte deste cenário será dolorosamente lembrado e trazido à lembrança junto com o momento da experiência, o que por si só, já será suficiente para fazê-lo sofrer ainda mais, por um amargo remorso que tão cedo será esquecido além de ser sempre lembrado por uma infinidade de lembranças.

Estou dizendo isso tudo, para que se lembrem sempre da complexidade que envolve o processo de recuperação de um dependente, que vai além do que imaginamos, que os fatores inconscientes são mais fortes que o efeito da própria droga no organismo.

Basicamente, o que se deve focar no processo de recuperação de um dependente químico ou mesmo alcoólico, é o seu auto controle, ou seja, submetê-lo à uma ocupação mental constante e (se possível) ininterrupta, porque qualquer minuto ocioso pode significar um retrocesso à abstinência, visto que são dois fatores fortes e determinantes, que alimentam essa etapa tão dolorosa e são fatores inconscientes, isto é, invisível ao olho humano. Uma batalha entre os lados consciente e inconsciente, pelo controle do corpo do dependente, bem como de sua vontade.  Devemos pôr o máximo de peso no lado consciente, para neutralizar os efeitos do lado inconsciente. Este só age quando encontra espaço na mente ociosa. Lembrem sempre do jargão: Cabeça vazia, oficina do diabo.

E lembrem de uma outra coisa importante: Ao contrário do que imaginam, não foi tão fácil como parece, o acesso do jovem à experiência da droga, foi a mesma batalha travada por dias ou meses, embora tenha sido vencido.  Tratar um dependente com respeito é saber relevar, nele, toda essa realidade complexa, que gera toda sua realidade dolorosa.

Só perdemos nossa batalha para o inconsciente, quando não suprimos, antes, nossa mente, com a mesmas respostas que gostaríamos de receber em momento futuro e oportuno, quando estivermos em situação de demanda de sua providência. 

São dois tipos básicos de informação.  Um deles são os programas que irão rodar e que me ajudarão no meu processo de tomada de decisão, para que sejam sempre justas, saudáveis e racionalmente corretas.  Em segundo, as aplicabilidades na prática, que farão de mim uma pessoa mais tolerante (fator condicional que separa a razão do irracional, sempre que um desafio se mostrar impossível de resolver, num primeiro momento).  Entre essas aplicabilidades está a dura e valorosa lição de aprendermos com nossos erros e também com as adversidades.

"NINGUÉM FAZ NADA SENÃO EM RAZÃO DE ALGO QUE O MOTIVE" Essa frase é minha, depois de quase 20 anos estudando o processo de tomada decisão nosso.  Somos, muitas vezes, marionetes do inconsciente e, já que seremos controlados, vez em quando, por quem nem conhecemos, melhor que o alimentemos com o que gostaríamos de ter ou fazer, não acham ? rsr



                                              Amadeu Epifânio - Idealizador

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

DEPENDÊNCIA !!!

(Importado do meu Blog anterior - Projeto Conscientizar)

COMO ENTREI NESSA ROUBADA E COMO SAIR.



                        A experimentação ocorre de uma forma mágica, quase e praticamente hipnótica, como alguém que bebe e não se lembra do que fez na noite anterior.  O estado de "embriaguez" para as drogas, como cocaína, por exemplo, está centrado no momentâneo estado psicoemocional desestabilizado, em desequilíbrio, confuso, revolto, frustrado, decepcionado.  Ou não. 

Nada disso pode ser significativo ou determinante para experimentar a droga.  Pode ser também algo único, contínuo, silencioso e perturbador como uma dúvida que atormenta, incomoda e que pouco à pouco vai minando a tua tranqüilidade, até chegar num estado de limite que é único pra cada ser humano, visto que cada um têm a sua graduação de tolerância e a forma de explosão também é individual.  Entre elas, a droga, o cigarro, o chopinho, uma música mais barulhenta para silenciar o zumbido interno do problema que atormenta sem parar. 

Somos seres carentes, na forma afetiva e também nos meios de sanar ou preencher o que nos falta.  Nossa cabeça é como a máquina de um relógio de pulso. Experimenta jogar uma pedrinha lá dentro pra ver o que acontece. 

Autocontrole, valorização da tua vida; prioridades de foco, de trabalho, estudo e relacionamentos. Tudo isso te afasta da droga. Mas afastar a droga de você, depois que ela entra, aí só vai depender de você e você sabe o que tem que fazer.  Você se frustrou ao pensar que poderia controlar tua vontade diante dela e viu que não era tão forte assim e se viu impotente diante de tamanho poder da droga.

Quem disse que sansão era forte ?  Sua força não dependia do tamanho do seu cabelo, mas da vontade de Deus, assim como você agora.  Você não está sozinho.  Chame-o, mostre a força do teu oponente e mostre que só a tua própria força não é nada sem Deus, para combatê-la.  Acha que Davi era um grande guerreiro quando enfrentou Golias, o filisteu ?  Nada.  Sem a ajuda de Deus, Davi teria perecido.  Um exército inteiro de guerreiros e todos temiam lutar com Golias e sabe porquê ?  Porque não tinham sua principal arma e escudo: DEUS. 

Eu acredito que você tenha consciência do que é preciso fazer para sair dessa lama e que somente com Deus, tu terás êxito.  Faça o que é necessário fazer.  Ninguém precisará lhe dizer isso.  Tua fraqueza agora é só do corpo, mas não do espírito. Teu espírito é tão forte quanto a Deus, pois tu és semelhante à Êle, lembra ?  Você quer deixar esta lama, então sabe o que tens de fazer.

                                   Amadeu Epifânio