Um Estado de Espírito que seja realmente Natalino.
"CORRIGINDO PASSOS PARA UM CAMINHO + SEGURO". (Prof.Amadeu Epifânio - Psicanalista Cognitivo)
domingo, 21 de dezembro de 2014
sábado, 13 de dezembro de 2014
DROGAS e TRANSTORNOS.
PREVENÇÃO COMEÇA ANTES DO QUE SE IMAGINA.
Existe ainda hoje, a crença
(ou mito) de que somente quando os filhos crescem é que se pode falar com eles
sobre drogas, tendo ainda que depender do entendimento deles em querer ou não, aceitar
o conselho, o que quase sempre é utópico, haja vista as razões constantes no
artigo anterior, sob o título: “Educar é um desafio, porque não existe
consenso”. Como visto no artigo, não
são as drogas a única preocupação dos pais em relação aos filhos, pois há ainda
uma infinidade de “armadilhas” à espreita de um deslize.
Por exemplo, se o momento
for ainda a gestação e se durante o seu curso, houver conflitos, divergências,
brigas e discussões acaloradas, depois que tudo passar, é dever da mãe,
recolher-se em um cômodo mais tranquilo da casa, posicionar-se
confortavelmente e acariciar a barriga e
conversar com o bebê, provavelmente ainda assustado com o que passou
indiretamente e passivamente, à fim de tranquilizá-lo e confortá-lo, para que
se diminua os riscos de se contrair alguma forma de transtorno, em momento
futuro (muito provavelmente, esquizofrenia) e quem sabe, mais tarde, alguma
droga, por não conseguir lidar com uma doença severa, de fatores desconhecidos.
Ou ainda, ficar desatento
com os cuidados do filho recém-nascido, ainda que seja necessário deixa-lo sob
a guarda de outra pessoa, para que a mãe ou os pais possam trabalhar. É preciso sempre observar a criança desde o
seu nascimento, seu temperamento precoce e seu comportamento, enquanto, brinca,
toma seu banho, dorme, amamenta, enfim, todos os passos, pois que se algo
diferente lhe ocorrer, se alguma forma de abuso ele sofrer, você poderá logo
identificar e procurar atenuar os efeitos ainda que precocemente pequenos. Do contrário, essa criança, quando adulto ou
adulta, carregará consigo, os severos sintomas de um Transtorno de
Personalidade Borderline (Transtorno decorrente de abuso sofrido na infância ou
bebê). Que poderá, mais tarde, fazer uso
de drogas ou cortar os próprios pulsos pra conter sua dor.
Vejam, crianças pequenas
sempre idolatram os pais (talvez mais um que à outro) e que por isso mesmo,
qualquer castigo ou mesmo uma bronca, sofrem uma enorme frustração, pois é algo
que jamais esperariam que o seu “super-herói” fizesse algum dia. Podem acreditar que à partir deste dia, esta
criança terá criado dentro de si a concepção de que aquele à frustrou não
merece sua confiança e que portanto passará, doravante, à ficar com o “pé atrás”,
até que se convença de que foi coisa passageira ou, de que irá manter o pé,
pelas constantes broncas.
Quando chegar à juventude
terá contraído uma apatia com os pais (ou um deles) que nem mesmo ambos (pais e
filhos) saberão porque e a tendência é sempre piorar.
Uma educação satisfatória é
aquela que faz com que os filhos tentem entender o que se passa, que passem à
refletir, com a ajuda dos pais, o porquê dos “nãos” constantes. Usar de barganha com eles, usando como “moeda
de troca”, desejos x tarefas, pra que ela saiba de que nada é gratuito na vida
e tudo tem que fazer por merecer.
Fazê-los entender a realidade do seu padrão familiar, principalmente se
conta com poucos recursos e que na sua escola ele encontrará muitos outros
modelos, condição financeira e padrões de educação (não melhores ou piores),
mas diferentes entre si, conforme o modo de vida de cada um.
Isso pode fazer uma enorme
diferença no psicoemocional deles, que poderá garantir uma estabilidade segura,
na hora de lidar com seus primeiros conflitos, sabendo que eles um dia apareceriam
e que devia saber lidar, sem se desesperar ou se revoltar.
O que os transtornos
diversos e as drogas tem em comum, é que para se adquirir um deles (ou os
dois), basta apenas negligenciarmos a vida e o desenvolvimento dos nossos
filhos, em seus primeiros anos de vida (até ainda durante a gestação), pois que
a falta de uma atenção maior, poderá carretar prejuízos pro resto da vida
deles, definindo um destino muito distante ao do que eles com certeza iriam
escolher para si.
Leiam o artigo citado acima
“Educar é um desafio, porque não existe consenso”.
Quanto mais estruturarmos
uma boa infância, menos preocupações teremos com a juventude e adolescência
deles, seja com transtorno ou com drogas.
Amadeu Epifânio
PROJETO VIVA+ Corrigindo Passos para um
Caminho + Seguro.
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
sábado, 6 de dezembro de 2014
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
QUER SE LIBERTAR DE SUAS PRISÕES ?
VEJA COMO É FÁCIL !
Já não é de hoje que a humanidade anda correndo contra o relógio,
para praticamente tudo na vida. Já houve
o tempo em que o relógio não era, para muitos, seu grande algoz (tal como é nos
dias de hoje). Sem perceber as pessoas
criam e entram (e não sabem como sair) do seu próprio círculo vicioso, pois o
tempo nunca é suficientemente generoso para permitir fazer tudo que se queira,
sacrificando para o dia seguinte o que faltou, somado às tarefas do dia, onde
mais uma vês o tempo não cederá um segundo à mais. E assim, sucessivamente.
Não obstante à isso, nossa vida é repleta (de acordo com a
concepção de cada um) de vários tipos de contratempos, mais por influência
psicológica do que material ou física, pois temos a tendência de fazê-los
aumentar em demasia, na busca pela própria valorização dos esforços
desprendidos. Mas isso tem um preço à
pagar, pois, na mesma proporção que aumentamos “o valor” dos nossos esforços,
aumentamos consideravelmente e proporcionalmente, o tempo que será necessário
para realizá-lo. O que nos leva
novamente ao círculo vicioso.
E não para por aí os obstáculos, que como uma grande gincana (que
não é brincadeira), sempre haverá uma condição para satisfazer outra, reduzindo
cada vês mais e sempre, o que já nos parece escasso. Isso mesmo, nosso maior algoz, o Sr.
Tempo. Mas é o tempo que nos escraviza e
nos aprisiona ? Evidente que não. Somos antes, escravos de nós mesmos e das
concepções que criamos em torno de tudo que nos ronda, tornando tudo maior e
mais difícil, necessitando cada vês mais, do que a vida só nos dá em porção
específica para cada um, ou seja... tempo, que se não for nos dado mais, nos
sentimos cada vês menos e mais impotente e mais incapaz, nos transformando numa
bomba relógio, repleta de angústias e ansiedades.
A pressa e a intolerância é hoje umas das grandes causas de
acidentes, principalmente no trânsito e nas estradas, muitos deles seguidos de
óbitos, por ultrapassagens perigosas e arriscadas, em razão de um veículo lento
que ia à sua frente. O tempo também
provoca acidentes laborais, que pela pressa em termina-lo, acaba (por
negligência) provocando ou se envolvendo em acidentes, tanto grave quanto fatal. Pressa, intolerância, impaciência, angústia,
ansiedade, são tudo concepções que criamos em torno de uma realidade ou de um
evento, que por darmos valor demais, o preço à ser pago também não é pequeno,
às vezes até com a própria vida ou de terceiros. Vidas desperdiçadas por causa de uma visão
psicológica utópica, provocado talvez por excesso de orgulho, vaidade, ganância
ou nível de soberba em relação aos que pensa serem menores do que ele.
Paralelamente à isso temos os portadores de síndromes e transtornos
psiquiátricos que, como se já não fosse difícil carregá-los, ainda atribuem à
estes, valor ainda maior, em detrimento da própria capacidade, do discernimento
e da própria inteligência (que todos herdamos geneticamente de Deus,
diferenciando-nos apenas no quanto à utilizamos e não pelas dificuldades que
temos na vida.
Portanto, antes de julgar que tal obstáculo, dor ou sofrimento é
demasiadamente alto, pesado ou doloroso para suportá-lo, entenda que a
dificuldade maior está dentro de você, na forma de como o vê pois, se ele se
apresenta grande demais, é porque sabemos muito pouco sobre ele, nos tornando
pequenos, incapazes e consequentemente intolerantes diante dele, o que para o
corpo é um grande risco, pois coloca-se emocionalmente vulnerável diante de reações
impulsivas, nocivas, perigosas, dolorosas e para muitos, até letais, como
drogas e ideação suicida (quando não, sua consumação).
Moral da história, ou saibamos dar os passos certos ou criamos
nossas próprias prisões.
Amadeu Epifânio
PROJETO VIVA+
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