Projeto VIVA +

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

SE SOMOS ESPÍRITOS ENCARNADOS...



TEMOS QUE FAZER VALER !



A complexidade que envolve nosso processo de decisão, ação e reação, diante de demandas ou até de ameaças (como perdas de amados por exemplo), nos faz questionar sobre como e quando decidimos o quê, como espírito.  Se viemos à este mundo, reencarnados, para cumprirmos um propósito, então precisamos, de alguma forma, estar no controle ou, sermos mais fortes que os impulsos da carne.  Não concordam ?

Mas em que momento então isso acontece ?  Quando uma decisão se dá e espiritualmente e de que forma ? Vejam, quando vivemos em meio à uma imensidão de pessoas, como as grandes cidades e metrópoles, somos influenciados à pensar como essa maioria, como uma forma “forçada” de fazer parte de uma comunidade.  Poucos são os momentos em que podemos valer-nos do que realmente somos e pensamos, por vergonha ou medo de sermos excluídos de um certo convívio.  Já afirmei também que somos influenciados por estímulos.

Já afirmei também, em outros artigos, que somos governados por nosso inconsciente (na verdade dois), ambos com o propósito de promover nosso equilíbrio psíquico, para que estejamos aptos à obedecer os inconscientes, em momentos alternados, segundo os recursos que cada um dispõe, para manter-nos sempre em condição psicologicamente estável, na maior parte do tempo.

O problema é que isso está cada vez mais difícil, pois que, os recursos usados para esta finalidade, estão cada vez mais "contaminados", deixando de lado os valores que deveriam promover nossa estabilidade, tanto pessoal, quanto familiar.  É nesta hora que entramos como espírito, para reforçar esses valores junto ao inconsciente Ego, para que este possa (agora mais fortalecido), conter os impulsos que nos leva ao erro.

Traduzindo, nossa vontade espiritual (nosso desejo como espírito), reforça o Ego, com tudo que possa representar a espiritualidade, em sua plenitude e, que seja ela a força necessária à nos manter no caminho certo da missão que viemos cumprir.  Não deixa de ser uma batalha interna, uma “guerra fria”, da qual os outros não podem ver.  Apenas quem passa pode sentir o que é tentar controlar a carne à abster-se do erro.  Uma batalha árdua, um conflito de ideias entre duas potências, entre o espírito e os desejos carnais (cada vez mais descontrolados e hediondamente saciados).

O pensamento em Deus de forma incessante, é a força que precisamos para manter o foco espiritual sobre o corpo e fazê-lo agir segundo os preceitos, pelos quais viemos e sobre os quais haveremos de cumprir, ou seja, resgate, assistência e orientação espiritual, para arrebanhar o máximo que pudermos, de “ovelhas desgarradas” do seu propósito, tentando colocá-las de volta aos trilhos, para que não seja necessário uma nova reencarnação, para resgatar os mesmos erros.  Em cada nova encarnação, um novo grau de evolução, o que significa que estamos cada vez mais fortalecidos e capazes de (nós) governarmos a carne (e não o inverso).  

Nosso espírito entra em conciliação com o Ego (inconsciente racional), para conter os impulsos que nos leva aos erros mais frequentes, inclusive os letais.  Decisões inconscientes se dão de forma tão rápida, que nos passam a falsa sensação de estarmos no controle da nossa vontade, da situação e até sobre outras pessoas.  É preciso uma força maior, em forma de determinação, para conter esses impulsos e reassumirmos o controle da carne, pois que dependemos dela para se fazer cumprir nossa missão e ela, de nós, para manter-se viva.

Conheça e aprenda a doutrina espírita, para facilitar a liberdade de ação, para se fazer cumprir a vontade de Deus e também, nossa missão.  A construção de um mundo melhor, é feito a construção de uma obra, onde cada operário entra na obra para se cumprir uma parte dela (como pintura, elétrica, alvenaria, hidráulica, etc).  Se apenas um deles deixar de cumprir sua “tarefa”, ambos (obra e operário) se atrasam, necessitando ter de começar tudo outra vez, atrasando assim, sua própria evolução.

Jesus já nos tinha dito que, se fordes fiel nas pequenas coisas, ser-lhe-ão dadas grandes coisas.  Isso significa missões mais importantes e mais fortalecidos.  Se conseguimos separar os desejos da carne, da vontade espiritual, cumpriremos de todo, o cronograma da nossa obra, nossa parte e retornar orgulhosos por tê-la cumprida.  Basta mantermos o pensamento em Deus e tudo se cumprirá, também com Sua ajuda.

Professor Amadeu Epifânio
Pesquisador/Psicanalista Auto-didata.










quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

TRANSGRESSORES – O LAR OS CRIA.


P.s.:   ALGUNS ARTIGOS MEUS PODEM PARECER RADICAIS, MAS ALGUNS PAIS TAMBÉM PRECISAM DE UMA BOA PUXADA DE ORELHA.


A SOCIEDADE OS ACOLHE.



Olá Pessoal.  Pra começo de conversa, preferi usar o termo transgressor, do que psicopata, não apelando para um termo forte demais, ainda que um psicopata seja também, um transgressor (sem vice-versa).   Transgressão pode estar em qualquer parte, seja pagando uma propina para não levar uma multa, seja financiando rinha entre animais, seja praticando qualquer ato que tenha por objetivo, lesar à outrem.

Transgressão é, na verdade, um termo genérico, valendo-nos hoje, mais de exemplos que de palavras.   Para ensinar alguém, de nada adianta gastarmos saliva, tentando convencer que o ato que praticamos, não foi tão desonesto.  Chegamos ao ponto que as palavras perderam sua essência e credibilidade (na hora de ensinar) e que a prática de atos ilícitos, ganharam notoriedade e, estão servindo de exemplo (imitados) para solução de muitos problemas.

Já mencionei que o inconsciente Id, se serve do “ambiente” para buscar a melhor resposta ao momento que atravessamos, desde que o Ego não encontre subsídios para conter os impulsos do Id (cada vez mais incisivo), se depender da pandemia que está a sociedade, em valer-se de respostas cada vez mais prática, rápida e eficaz (os homicídios e feminicídios que o digam). Podemos mudar o destino de uma criança, apenas com uma ofensa depreciativa, transgredindo nós (Pais), com isso, aos  atributos paternais.

Basta uma criança criar em si própria, um conceito negativo, seja da vida, dos pais, dos colegas, da escola, para que a sociedade (adulterada e carente de valores), passe a alimentar tal conceito.  Por ser uma questão de caráter inconsciente e, em razão dos pais não  se darem conta disso, acabam também, por alimentar o conceito que aquela pobre criança criou, por frustrar-se do desejo inocente de um mundo perfeito. Enquanto ninguém disser à ela que está errada, ela acreditá que seus erros estão certos.

É óbvio que não o fazemos com a intenção de feri-la mas, também não nos preocupamos para o paradoxo que é, tentar entender uma criança com a visão nossa, de adulto.  Enquanto os pais não aprenderem à se “ajoelharem”, para entender a perspectiva de uma criança, estaremos contribuindo seriamente, para uma mudança de personalidade e paradigma desta criança, cada vez mais, para um perfil mais rebelde e, se caso este quadro não se reverta, para um perfil mais hostil, iniciando o processo de quebra de relação para com os pais e familiares.

Com isso, estamos entregando à sociedade (como mais um produto criado, na fábrica de transgressão familiar), mais uma mente conturbada, confusa, fechada para valores e aberto para associações com pessoas semelhantes, podendo (ou não), fazer parte de um universo desprovido de valores e princípios.  Não precisaria dizer, que este jovem (aquela criança crescida), não venha sentir falta ou saudade de sua família mas, com as relações destruídas, é grande a angústia que lhe pesa, por nem conseguir imaginar a razão, de estar tão longe daqueles que ama.

Situações como estas, obrigam o inconsciente à encontrar respostas, cujo objetivo é o de manter o equilíbrio psíquico estável, de forma rápida e eficaz.  É nesta hora que a cocaína é lembrada, como “remédio” rápido e eficaz, para estes tipos de problemas e, como o inconsciente Id não mede consequências, também não pensa na compulsão, que se iniciará e sabe-se lá, quando irá terminar.

A transgressão não está só na sociedade pois, esta apenas recebe os “novatos”, acolhe e os direciona para onde melhor se adaptar.  A transgressão está principalmente, dentro dos lares, das famílias, nas relações, na falta de diálogo, no castigo como disciplina e na falta de afeto por punição.  Transgressores formando novos transgressores, numa corrente interminável e se achando certo acima de tudo.

Não é preciso “quebrar” sempre, o afeto de uma criança. Apenas uma vez.  Basta que não nos preocupemos em corrigir o conceito que passa alimentar sobre aquele que lhe feriu, que passará à acreditar que a vida é simples, desde que não pensemos no bem estar dos outros, tornando-nos indiferente aos mesmos.  Transgredir na função de tutores paternos e maternos, é falhar na missão espiritual de cuidar dos irmãos menores, uma vez que somos todos, irmãos em Cristo, não somos ?  Pois é, precisaremos voltar (reencarnar) para reescrever nossa história, tudo outra vez e, da próxima, cuidar para que não esqueça das mesmas “vírgulas”, as quais o fez reprovar em sua missão.

AINDA HÁ TEMPO DE CORRIGIR O NOSSO “SCRIPT”, CHAMAR OS FILHOS E REATAR OS LAÇOS, ADMITINDO TER SE COMPORTADO COMO UM ESTÚPIDO.


Professor Amadeu Epifânio
Pesquisador / Psicanalista Auto-didata.










domingo, 26 de janeiro de 2020

ALGUÉM JÁ PLANEJOU SEU FUTURO OU...



  SABEM PARA ONDE QUER IR ?



Se fôssemos comparar a velocidade com que gira o nosso planeta, com o que as pessoas que sabem o que querem, de fato estaríamos muito perto da extinção.  Ninguém sabe porque está fazendo seu curso de faculdade, ninguém que fique sentado atrás de uma mesa de escritório, tem aspirações maiores. Todos os que tem filhos, perderam de vez a orientação que devem dar à eles, apenas estão criando (não educando), como se faz com seu cão de estimação (e até estes precisam ser educados).

Viver um dia de cada vez é quase como um suicídio pois, fica submetido à uma série de influências que o impede de avançar (quando não o faz regredir).  À grosso modo devemos viver para o amanhã, para que a nossa vida não se acabe em um dia, tendo que repetí-lo no dia seguinte, tudo outravez, como se a vida fosse um disco arranhado.   Não basta apenas chegar no trabalho, cumprir sua tarefa e voltar orgulhoso pra casa.  Você não conseguiu produzir nada.  Se não o fizer por algo maior, de nada significa se matar todo durante um mês inteiro, para conseguir seu tão almejado salário.  Isso só irá lhe causar um grande tédio e queda de produtividade.

Se um jovem escolhe um curso universitário qualquer, ao final do curso será (talvez) um bom motorista de aplicativo.  Tanto tempo e dinheiro (se for particular) jogados fora, porque não planejou nada antes de escolher o curso.  Nem se quer sabe para que está fazendo.   Quantos, entre cada universidade, podemos contar nos dedos, os que estão ralmente empenhados em fazer seu curso por algo maior, por um bem maior, para cumprir uma lacuna no “mercado”, necessária ou deficiente, a qual ninguém até hoje pensou, por mais evidente que se mostre.

O mundo está decaindo e as pessoas cada vez mais acomodadas, talves por achar que nada podem fazer, nem por si mesmos.  Não importa o quanto já tenha, faça por ter algo diferente, empreendedor, humanitário, produtivo, solidário.  Quanto de conhecimento acha que já acumulou ?  Quanto deste conhecimento está sendo destinado à um propósito maior e evolutivo ? (Se é que aprendeu alguma coisa).   Que tipo de orientação está dando aos filhos ?  A formação que estão recebendo de você, fará dele uma pessoa de bem ?   Será suficiente para não se deixar levar pelas más influências pesadas e existentes nos dias de hoje ?  Que tipo de valores está passando pra ele ?  Vai fazê-lo correr atrás do que quer ou desejarão o que for “mais fácil” ?  

Em São Paulo o CREMESP realizou um teste com formandos de medicina e a grande maioria foi reprovada, por não saber nem medir pressão ou avaliar exames de sangue.
  (https://maceio.7segundos.com.br/noticias/2018/09/27/121615/segundo-dados-quase-70-de-medicos-recem-formados-nao-sabem-medir-a-pressao-arterial.html)

 Este triste resultado não se caracteriza por baixa competência mas, por falta de maiores aspirações, para fazer o curso.  Muitos mal conseguem abrir seu próprio negócio ou consultório e passam a vida inteira à espera do tão sonhado emprego, com o salário dos sonhos.

Escolher dedicar-se à uma única área, não é sinônimo de melhor competência, mas de retrocesso profissional, pois que, para ser um médico de verdade (mesmo escolhendo uma área específica) não pode negligenciar as demais, devendo conhecer para prestar o mínimo de orientação para um paciente.

Já passei por muitos médicos, dos que se dizem especialistas em suas áreas e todos deixaram à desejar, sendo eu obrigado à procurar outros “médicos” para obter segundas ou mais opiniões.  Enquanto não souber o que quer ou até onde quer ir, tudo que conseguirá é seguir os passos de um carangueijo, para longe de um status do qual queira orgulhar-se.  

Sempre digo aqui que não existe concorrência para profissionais (ou bem menos do que encontra entre amadores).   A demanda é grande, a competência é muito baixa e a descrença é cada vez maior, na falta de pessoas capazes de fazer bem, ao que se comprometem.  Uma prova de medicina pode não impedir o acesso ao exercício da profissão, mas com certeza deveria causar-lhe vergonha, sempre que vestir o jaleco.  Nunca deixe de se atualizar, nunca se sabe de tudo.

Os cursos universitários são apenas exemplos à que me refiro, ao que deveria ser um grande número de pessoas, à saber a direção que deseja tomar, para que o universo concorra à seu favor, corroborando para alcançar seus objetivos.  Quando saímos de casa, sabemos para onde vamos, o mesmo deve acontecer em relação ao seu futuro, dos filhos e dos jovens, pois mesmo não sendo seus filhos, tudo que eles desejam é um exemplo pra seguir (o que não estão encontrando nos pais).

Ensine os filhos à refletir e raciocinar desde pequenos, isso obrigará os pais à tornarem-se mais responsáveis, no que se refere ao exemplo que precisam dar, pois que serão cada vez , mais cobrados.  É preciso preparar os filhos para construir um futuro sólido, pois que os adultos já destruíram o que estávamos guardando pra eles. Definam a direção à seguir, mostre aos filhos, para que aprendam à valorizar suas conquistas.   Escolhendo a direção, o caminho é consequente, mas pelo menos saberão para onde estão indo e porque.  Isso é o que importa.

NÃO PERCA SEU RUMO, SAIBA PARA ONDE QUER IR E PORQUE.

Professor Amadeu Epifânio
Pesquisador/Psicanalista Autodidata.










domingo, 19 de janeiro de 2020

O QUE FAZEMOS HOJE...



...ECOA NA ETERNIDADE.



Nunca uma frase fez tanto sentindo, especialmente nesse mundo louco que vivemos, onde pessoas estão não só, matando, como estão deixando seu ato como herança, para que seja imitado.  São pessoas matando companheiras (por não aceitar rompimento), são pessoas matando crianças para se vingarem de seus (ou suas) “ex” alguma coisa.  São pessoas atropelando e não prestando socorro, enfim, acabaria enchendo várias páginas só mencionando as diversas formas de achar que estão certos, na vida que leva (e vai levar, para a outra vida e responder por cada atitude).

A grande questão é que, todas formas de crimes, não estão sendo só praticados, como também imitados (alguns com inovação e "criatividade"), não por outros homens, mas por seus inconscientes, à quem lhe confere o dever de promover o equilíbrio psíquico do corpo que lhe abriga, porém da forma que julgar mais conveniente (com a formação que dispõe), com rapidez, astúcia, sadismo ou crueldade.  

É o que temos visto ultimamente nos noticiários policiais.  

O inconsciente Id, quando precisa conter a raiva de alguém, imediatamente  encontra em seu entorno, “exemplos” de respostas para o mesmo problema, ou seja, mandar o corpo tirar a vida da pessoa, que tenha lhe causado ira, raiva ou ódio.     Já foi o tempo em que se pensava em soluções menos nocivas, em rompimentos amorosos, o time que perdeu ou a torcida que o provocou.

O imediatismo parece estar sendo a resposta padrão para todos os problemas, sendo escolhido por um inconsciente que não mede consequências e simplesmente faz o que dá na telha (como se diz).  A solução é enriquecer o acervo cultural (nossa formação moral, religiosa ou espiritual).  Com isso evitamos agir sob o comando de um inconsciente imprudente, quando tudo que ele quer (assim como nós), é resolver o problema, de forma rápida e eficaz.  A questão é... como. 

A descrição do título deste artigo, tirado do filme “Gladiador”, com ares de premonição, parece adivinhar que, nossas ações imprudentes, estão sendo imitadas por tantos, que parece perpetuar o triste destino do ser humano, bem como de sua prole.  Os próprios pais não percebem, que seus filhos mais veem do que ouvem conselhos e que suas ações serão um dia, imitadas ou repudiadas (através de Bulliyng) com outros colegas.

Uma vez que as igrejas, até hoje, não cumpriram seu papel evangelizador, para aproximar os homens, de Deus, receio que teremos de fazer isso por nós mesmos e confiar em nossos instintos, para fazer o que é moralmente e eticamente correto, pois é essa bússola da qual precisamos, para escolher a direção certa e orientar nossos filhos. Pode não ser espírita ou religioso, mas precisa aceitar que não está nessa vida à toa, só pra fazer churrasco e acreditar na impunidade.  Tudo que somos ecoa depois da morte e responderemos por tudo que fizemos e deixamos de fazer, em pró de terceiros.

Toda forma de violência está sendo disseminada insistentemente.  Nunca se matou tanto por tão pouco, para querer resolver a questão, o conflito ou rompimento, da forma mais prática, rápida e eficaz.  Quem imita tudo isso não somos nós, o corpo, mas nosso inconsciente, que é quem nos governa de fato e agimos sobre o que for mais determinante, em termos de conhecimento, cultura, princípios, experiências e traumas. 

Pense correto, estabeleça princípios, não viva um dia de cada vez mas, viva para ter sempre, um amanhã, um futuro.  O mundo só vai estar perdido se permitimos. Creia em Deus, viva com Ele, para com nossos irmãos.  Cada dia vivemos uma guerra, tomando bala perdida, vivendo no meio de tiroteios.   Lute pra viver e viva pra lutar e salvar pessoas dessa guerra, que elas não sejam “alistadas” pelo lado errado e vivam desacreditadas.  Somos soldados de Deus e eu prefiro morrer lutando, do que fugir covardemente.  Nunca se esqueça:

O QUE FAZEMOS NESTA VIDA, ECOARÁ NA OUTRA VIDA.


Professor Amadeu Epifânio
Pesquisador/Psicanalista Autodidata.