Projeto VIVA +

sábado, 17 de novembro de 2012

 QUAL O LIMITE DA NOSSA PERCEPÇÃO DE RISCO ?
                        Uma pergunta que todos nós deveríamos fazer à nós mesmos, já que nem sempre conhecemos o limite da intolerância e da ignorância; da imprudência e da negligência; da ofensa e da agressão.   Como os outros vêem aquilo que você faz com eles e com os outros ?  Com certeza uns  ficam surpresos e vêem sua paz ameaçada, enquanto outros (ou a maioria) sentem pena por causa da estagnação ou regressão espiritual, por se preocupar mais em atrasar a vida dos outros do que avançar na própria.
Percepção de risco também deve estar na seqüência daquela gloriosa frase que muitos gostam de proferir, alguns com orgulho, outros com arrogância: “-Eu sei o que estou fazendo!”.  Mais tarde, com certeza, estarás apreensivo e frustrado com as conseqüências do ato cometido, enquanto outros estarão dando os parabéns pelo ato inconseqüente.
Percepção de risco é o que está faltando nos jovens, quando próximos demais do risco de experimentar uma droga e ver sua vida começar à andar de marcha à ré.  Falta de percepção que também está em muitos pais, quando não vêem ou sentem a necessidade de instruir os filhos para que eles adquirirem sua própria percepção.  Nesses casos, a omissão e negligência acabam se tornando a “Ferida Aberta” dos filhos, o algóz que os levará à escuridão da dependência química.
Percepção deve estar também na insegurança (às vezes infundada) do ciúme, que pode fazer uma relação (até então harmoniosa), regredir e por em risco uma vida construída à dois (ou mais, quando já se têm os filhos).  Às vezes vale mais dar uma segunda chance, do que perder a chance de continuar.   Não houve propriamente um erro, mas o ato de se fazer o que acreditou ser o certo naquele momento, motivado pela ação de alguém (às vezes do próprio cônjuge) que também acreditou que estava fazendo o que era certo(...).   Ambos agora podem ter a chance de fazer realmente o que é certo, juntos.
Percepção não é instinto, é agir com base no que se têm adquirido até o momento e que com certeza nos servirá de alerta, sempre que o nosso lado interior manifestar-se livre demais, à ponto de quase assumir nosso controle e fazer um monte de burradas, sem que tenhamos a chance de controlar e impedir.  Já viram o filme “O Professor Aloprado” ?  É por aí.  Pense no teu lado interior como um gênio preso dentro de uma garrafa.  Percepção, é quando a intenção ou o desejo de fazer coisa errada estiver fluindo fácil demais, ou seja, é o gênio sentindo o cheiro da liberdade. Já pensou no estrago que ele fará se você deixá-lo sair ?   Com certeza, somos pelo o que somos.

                                                                          Amadeu Epifânio

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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

 DROGAS – O grande algóz do jovem é a ferida aberta.

                      Postei recentemente, aqui mesmo no blog, um artigo abordando os 8 passos para se chegar à uma droga para experimentá-la e não por vontade consciente, insisto, mas por desejo involuntário, ou seja, aquele lado interior que insistimos em alimentá-lo com nossas fraquezas conscientes e, quando cansados de nossas dores, decidimos “chutar alguns baldes”.  Como nossa mente não cria soluções do nada, mas se vale do que já estiver em seu “banco de dados” e na falta aqui, de algo substancialmente útil para conter o desconforto emocional grave do jovem, a droga acaba sendo o “melhor remédio” nessa hora.                       
           Pessoal, nestes últimos anos, venho aprimorando meus estudos sobre o comportamento dos jovens diante de um desafio ainda muito difícil de lidar que são as drogas, mais especificamente no que concerne à experimentação delas, bem como das razões que promovem essa aproximação.
Não podemos mais criar a ilusão de manter a droga afastada dos nossos filhos (e vice-versa) porque ela já faz parte da nossa realidade social e de forma determinante.  Portanto, quer queira ou não a droga já está na cabeça de todos nós e dos nossos filhos, bem como, respectivamente, dos males, às vezes irreparáveis, haja vista os últimos episódios ocorridos com algumas cantoras internacionais, vitimadas pelo uso abusivo de drogas.
Em seqüência ao artigo supracitado, sobre os 8 passos para a experimentação, o primeiro refere-se justamente à ocorrência de um conflito, pois que do nada alguém vai querer experimentar uma droga.  Os passos seguintes dizem respeito às conseqüências de um conflito não resolvido.  E é justamente aí que a coisa se complica: o conflito.  O que é o conflito ?  Porque essa palavrinha pesa tanto na cabeça e na vida desses jovens e adolescentes, à ponto chegarem ao ponto de consumirem drogas como suposto remédio, que os poderá levar inclusive à morte ?
Esse tal conflito nada mais é do que uma “ferida aberta”.  Um momento na vida do jovem que ele ou ela ainda não conseguiu digerir direito, entender direito.  Um episódio em certo momento da sua vida que ficou sem explicação e também em stand-by, à espera de uma solução.  Enquanto não se resolve essa misteriosa questão, esse conflito (mesmo ainda pequeno à princípio) vai de forma gradativa, constante e imperceptível, minando a tranqüilidade daquele ou daquela jovem e cujo desconforto emocional irá ainda se juntar aos sentimentos resultantes dos problemas do dia a dia. Na falta de melhores condições psicológicas para entender sua angústia, acaba sucumbindo.
Quantos de nós, adultos, não manifestamos nossos desconfortos das formas mais variadas, descontando às vezes nos outros nossos problemas não (ou mal) resolvidos ?  Porque achar que com os jovens (e os nossos filhos) os problemas são sempre pequenos ou fáceis de resolver, quando nós, pais, às vezes não cobramos deles, entender nosso mal humor, desprezo ou abandono ?  Pimenta nos olhos dos outros é refresco ?  Até nos filhos ? 
As famílias estão deixando de conversar e se entender. Chame os filhos pra sentar à mesa ou numa conversa à dois e sem aquele ar de autoridade ou soberba, descubra qual  problema  está perturbando a tranqüilidade e “tirando o sono” deles ou delas, antes que a falta desse diálogo seja substituído por algo muito mais nocivo, perigo, quando não letal.   Viver bem é Possível !

                                                                         Amadeu Epifânio

Projeto Conscientizar  -  Somos pelo o que somos.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012



DEPOIS DA TEMPESTADE, A BONANÇA É A GENTE QUE FAZ.

É bastante comum pessoas viverem arrastando consigo, sobras de discussão, isto é, o sentimento que fica depois de uma briga, desentendimento, desilusão ou decepção.   Há ainda outros sentimentos que mais parecem gostar de sentir, mais por outras pessoas do que por si próprio e por uma simples razão: as pessoas não gostam de sofrer sozinhas.  Sentimentos como inveja e vingança costumam marcar ponto em algumas pessoas, que não descansam enquanto não verem atendidos os seus propósitos, porque de tanto desejar o insucesso dos outros, acabam por sentir-se bem fazendo isso, sem saber o mal enorme que recai sobre si, carnal e espiritualmente falando.

Este mundo que vivemos não é o fórum de julgamento e ninguém tem autoridade ou mesmo livre arbítrio para julgar e muito menos condenar (psicologicamente) quem quer que seja, por mais que “tenha aprontado”.  Bancar o juíz dos seus algozes só irá lhe trazer falsa sensação de prazer ou satisfação, quando na verdade estará apenas, pondo para dentro (do coração) uma carga negativa muito grande e que a mesma irá lhe consumir pouco à pouco sem você perceber.  Quando a ficha cair, você já estará depressivo(a), doente, quando não já do outro lado.
 Perdoar essas pessoas não é apenas um ato religioso e cristão, mas uma importante e poderosa ferramenta capaz de impedir e nos livrar de ficarmos arrastando essas pesadas “correntes” do rancor, da raiva, do desejo disfarçado de vingança através do desejo de justiça.  Não se engane e nem sofra por causa dos outros.   Sofrimento é oportunidade de reparação espiritual, que se não aproveitado, ficamos vagando nesta terra feito zumbis, nos alimentando de sentimento escuro, baixo, nocivo e improdutivo para o nosso corpo e a nossa vida.
Vocês não fazem idéia da leveza que é, não ficar arrastando pela vida, as mágoas por causa de terceiros, pelo o que eles nos fizeram.  Já chega a dor que eles deixaram que já não deve ser pouco e que precisaremos de certo tempo para nos refazer e, se além da dor ainda quisermos usar o desejo de vingança ou “justiça” para aplacar o que está sentindo, acredite, você estará dando um tiro no pé e de calibre grosso.
Não precisa dizer que é fácil falar porque não estou na sua pele.  Então lhe digo: Não queira estar na minha, porque o que digo, digo por experiência própria, baseado em fatos reais, sem truques de filme ou de novela.  E sabe porquê consigo fazer isso ?   Porque decidir nunca mais me afastar de Deus e estabelecer também minha aliança com Êle e não só dÊle comigo.  Converse com Êle, que já te espera à muito tempo.  Faça Êle te conhecer melhor; conte a sua história e o teu pedido.  Jesus, quando se aproximou de Bartimeu, sabia que ele era cego e mesmo assim perguntou: “-Que queres que te faça ?”.  Você pode não ser cego, nem Deus tem que adivinhar o que você precisa.  Chega junto, Êle não morde.  Você verá que logo logo sua dor sentirá um grande alívio.  Pode apostar.   O que você têm à perder ?
Somos pelo o que somos e pelo “fardo” que insistimos carregar, desnecessariamente.
Verdadeiramente, Viver bem é Possível !
                                                                             Amadeu Epifânio

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sábado, 27 de outubro de 2012


“-EU SEI O QUE ESTOU FAZENDO !”

 

                       Essa parece ser ainda, a melhor justificativa para as burradas inconseqüentes (aquelas que costumamos não nos arrepender).  E olha que o céu é o limite nesses casos, pois quando se está decidido(a) à tomar certa atitude, não há nada nem ninguém capaz de impedir.   Depois, quando a ficha cai, aí todo mundo é culpado por não ter avisado.

A impaciência também têm sido outro algóz do ser humano e causa também de muitas tragédias.   Sempre com pressa de ver resolvido seus problemas, conflitos e angústias, o ser humano faz de tudo.  Troca de médico, de igreja, religião; mente e omite conforme a conveniência; troca de casa, de carro e até de mulher.  Tudo em nome da falsa sensação de achar que está no controle da situação, da sua vida e principalmente do seu controle emocional.

O homem (incluindo o sexo oposto, evidente), via de regra, não decide, experimenta a decisão para ver se trará o resultado esperado; em nome da pressa e também da preguiça para raciocinar, para dar tempo à mente para ajudá-lo.  E quanto maior a ansiedade, o medo, a angústia, mas desastrosa é a decisão e conseqüentemente mais trágico o resultado final.

Fazendo o que acha que é certo, o homem mata, chantageia, humilha, maltrata, agride, ofende, violenta mulher, criança e idoso; experimenta drogas, bebe compulsivamente, pratica bullying, pancadarias e muito mais.  Em nome do que acha que é certo, o certo, é o que menos se faz.  Em nome da falsa certeza, se certifica que humilhar, enganar e mentir, é o mais certo à fazer.

Quantas vidas foram perdidas, porque tiveram a certeza de que estavam certos no que estavam fazendo; na estrada, na ultrapassagem, no racha, num trote, brincando com arma de fogo.

“-Eu sei o que estou fazendo !”.   E faz a maior burrada da vida e que muitas vezes o caminho de volta é longo e penoso, como na dependência de um crack ou de cocaína ou no longo calvário do alcoolismo, do jogo e das corridas de cavalos.  Pessoas que torram todo dinheiro que ganham, apostando na continuidade de uma vida vazia, sem graça, sempre apostando na melhora.

Certeza ?  Não existe.  Nem os filósofos gregos eram tão categóricos, pois acreditavam que através da retórica, da reflexão, se aprendia muito mais do que tendo certeza; porque a certeza inibe, bloqueia o raciocínio; as pessoas param de pensar e agem com o resto de raciocínio medíocre que lhe sobrou e com ele juram que acreditam que estão fazendo o que é certo.

 Somos pelo o que somos.  Isso é uma certeza, em qualquer circunstância.

                                                                                          

                                                                                                       Amadeu Epifânio

 

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quinta-feira, 18 de outubro de 2012

SUICÍDIO ENTRE JOVENS, DECORRENTES DE ÁLCOOL E DROGAS.   
É Triste vermos jovens morrendo, tão sem esperança e também sem perspectivas para a solução da quebra ou interrupção dos seus sonhos.  Jovens criam e vivem mais de expectativas do que da própria realidade presente.  Eles vivem em função de um amanhã que ainda nem sabem se irá amanhecer.  Tudo porque, às vezes, a realidade está muito distante do ideal que eles imaginaram para si, no que tange à família, namoros, relacionamentos, sonhos, etc.
Mas este ideal precisa ser monitorado e se necessário, corrigido urgentemente, porque muitas vezes são formados à partir de especulações, comparações, conjecturas, procedência duvidosa de informação (que pela falta de diálogo para uma possível correção) acabam por torná-la como certa, levando os jovens à atalhos sem volta para aquilo que eles acreditavam como sendo felicidade ou a solução para as suas adversidades, frustrações, decepções ou conflitos.(...)
Jovens do sexo feminino são mais propensas (que os meninos) à desenvolver idéias suicidas, quando em contato abusivo com álcool ou drogas.  Isso pode ter uma explicação.  Mulheres, por natureza, são mais meigas e amorosas e idealizam suas expectativas com muito mais intensidade, além de lutarem para atingir seus objetivos e é aí que mora o perigo, mais especificamente no fracasso e na frustração.  Via de regra, o ser humano ainda não aprendeu a lidar com os sentimentos de perda e para as mulheres, principalmente jovens, a sensação vê sua intensidade multiplicar-se demasiadamente.
A relação da idéia suicida com as drogas ou o álcool (ou com os dois) é que estes últimos roubam do jovem o pouco de razão que ainda tinham (que pudesse ser utilizado para conter ou resolver seus conflitos emocionais) e, assim sendo, perderam um freio crucial na hora de negar (ainda que involuntariamente) o consumo excessivo de álcool ou de uma droga, culminando infelizmente com a dependência de um, de outro ou de ambos (como muitas vezes acontece).
Ideação suicida é involuntário, resultado aritmético da vivência do jovem nas últimas semanas (ou alguns meses) de vida, antes de consumar sua auto-tentativa de homicídio.  Portas se fecharam, pessoas se afastaram (fisicamente enquanto outras, psicologicamente).  Atalhos foram pegos, mas não se chegou ao destino.  Outros até traçaram um destino mas encontraram um atalho para a morte.  
Para fugir de um mundo que não aceitam, idealizam uma expectativa muito aquém do que podem alcançar e sua vida (por fracassar) acaba tornando-se seu maior algóz.   Suicídio é sempre a pena comum, não importa quem perca; Ou a frustração de querer viver um mundo alternativo e impossível ou o lado involuntário, que vive o paradoxo de viver uma vida que não aceita, não pode mudar e que só o jovem, por algum tempo, compartilha.   Muitos se matam, mais por não conseguir viver o que idealizaram do que por arrependimento do que não viveram e deixaram para trás.  Nas drogas está a fuga involuntária do fracasso da vida que idealizaram e não conseguiram viver.
Pais, não deixem seus filhos colidirem com as drogas ou álcool, porque o desprezo, desleixo ou negligência para com eles, resulta na desorientação que os faz idealizarem uma família perfeita, gerando o conflito entre dois mundos e se matando por não agüentar essa angústia.
Somos pelo o que somos e pelo o que deixamos de ser, por acreditar que os filhos estão também vivendo a nossa realidade e não outra.  Até quando ?

                                                                   Amadeu Epifânio

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sábado, 13 de outubro de 2012

ÁLCOOL – Lenta travessia à dependência psicológica e por conseqüência, química.

Apesar de causar dependência, a adicção se dá de forma diferente e quase contrária em relação às drogas.  Nas drogas, da intenção à experiência é um processo que leva de algumas horas à poucos segundos, dependendo da distância que separa o jovem da droga.  Já no álcool, este não causa danos à curto prazo, o que leva o consumidor à uma forma de relaxamento psicológico, em acreditar que apenas alguns copos de cerveja não lhe fará mal.
No álcool o perigo não está na bebida, mas nos fatores que fazem dela artifício psicológico para o estado de carência.  E olha que não são poucos esses fatores, uma vez que estão associados à muitos momentos do cotidiano.  No álcool, ao contrário das drogas, a pessoa está sendo preparada de forma lenta e progressiva e o pior de tudo é que nem se dá conta disso.
O grande vilão do álcool chama-se baixa auto-estima, gerado pela carência, quase sempre afetiva e que dela criam-se ramificações (toda forma de bens) que nada mais são do que meras justificativas para compensar o verdadeiro sentimento que se esconde dentro de si, ou seja, o amor.  Muitos se enganam e pensam que podem viver sozinhos, mas mal sabem o quanto sofrem sem saber, por dentro, de forma involuntária.
Essa carência “secreta” mina qualquer pessoa por mais metido à durão ou durona que seja, o que representa, nada mais nada menos, do que uma blindagem meramente externa.  Bens móveis, imóveis, materiais e até afetivos, apenas existem e são perseguidos para conter e suprimir a dor silenciosa da carência que habita dentro de cada um e que cada um à administra conforme suas habilidades afetivas ou financeiras.
Uma coisa é certa: o estado de carência nunca se extingue, porque foi colocado em nós, por Deus, como um cabresto à nos manter o mais próximo possível dÊle, para que satisfizéssemos (de forma segura) nossa dor amorosa (afetiva e silenciosa).  Através desta satisfação segura de carência, somos levados também à elevar criteriosamente o único sentimento capaz de conter nossa carência e também de uma pessoa que esteja preparada para compartilhar...o amor.
Somente um sentimento puro assim, seja entre namorados, noivos, casais ou entre pais e filhos, é capaz de servir de vacina para se evitar o exagero de consumo de bebida alcoólica como atenuante fuga de uma dor que nem consegue explicar pra si mesmo(a), quanto mais querer explicar para alguém porque bebe tanto.
Toda forma de dependência é involuntária, o que muda são os caminhos para se chegar até ela, uns rápidos como o crack ou cocaína, outros (como o álcool) de forma lenta feita roleta-russa, que insistem em esperar pelo disparo, quando aqui a vontade é a arma, a predisposição a bala e o álcool, bem, o álcool é a espoleta que deflagra a dependência. 
Arranja algo menos nocivo para brincar com a própria vida.  Somos pelo on que somos.

                                                 Amadeu Epifânio

Viver bem é Possível !  - Projeto Conscientizar